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| Recolhas de sabedoria, para que não se perca e antes se aprofunde... |
Uma posição crítica mas construtiva e aberta à verdade e à Divindade tenta não ficar no negativo, ao criticar a ignorância e erros ou troçar da ingenuidade e superficialidade, e procura antes compreender, sentir, intuir o que representará ou expressará mais a verdade, a vontade e os propósitos mais elevados, divinos mesmo, partilhando tal com a outra pessoa, ou não, conforme for o mais acertado e justo, pois há muita gente que não quer saber da verdade, ou reconhecer que os outros sabem mais do que eles...
Um segundo sentido ou meio da valorização dum livro quanto ao seu nível espiritual, é sentirmos ou discernirmos se o autor era ou não um canal para as ideias e forças divinas, se estava mais ou menos estabelecido em valores éticos, numa prática religiosa ou espiritual e se acreditava e demandava em Deus, se teve experiências e vivências valiosas. E realce-se que quem acredita na Divindade, ó fiéis e crentes, deverá de algum modo tentar demandá-la ou conhecê-la um pouco mais...
Os livros são assim tanto alimentos de comunhão, como ferramentas para um melhor discernimento e elevação, sobretudo se aprendemos com eles e praticamos ou pomos em prática o que realizamos como verdadeiro e útil. Os livros, com as energias que activam em nós, ajudam também a congregar e a eclodir as circunstâncias favoráveis à manifestação maior do que desejamos saber e ser, ou mesmo da sabedoria e amor divinos.
Daí a possibilidade de ligações ora de recebimento ora de irradiação conforme a nossa orientação psíquica, que pode procurar apenas um harmonizar-se ora global ora mais local, ou seja, receptivo-meditativo ou, ao contrário, uma irradiação que pode ir desde o nível meramente interior harmonizador até ao da transmissão à distância energética, magnética, física, curativa, catártica.
É quando aprofundamos a meditação que começamos a pôr em ordem a nossa interioridade e psique, e a estabelecer mais o contacto com o espírito e a Divindade. E quando estão mais harmonizados os contrários ou dualidades fontes de conflitos, então corpos físicos e subtis, e suas respirações, ondulações e irradiações, vão-se acalmando e permitem, por vezes com a ajuda de alguma mantra ou oração, o vislumbrar da luminosidade espiritual ou o sentir da consciência espiritual e divina, a qual foi nomeada pela tradição indiana yoguica e vedântica como Sat, Chit, Ananda, Ser, Consciência e Felicidade, um mantra que tem servido a muita gente para se equilibrar e interiorizar espiritualmente.
Da Paz nasce a gratidão e desta brota o Amor.»
Por vezes queremos procurar Deus, encontrá-lo. Mas seria melhor contentá-lo, diminuindo as limitações e barreiras que nos afastam de O sentir.
Como? Fazendo o coração psico-espiritual, central, brilhar sempre ou mais, apesar de todas as dificuldades e oposições. E prometendo, ou comprometendo-nos em certas práticas e virtudes que, mantidas ou preserveradas, ajudarão à ligação sensível, grata, entusiasmante, com o espírito divino ou mesmo a Divindade.
A terra castanha fecundada pela água branca, sob o amarelo ígneo do Sol, gera o verde do crescimento e da esperança.
As pessoas deviam fazer evoluir mais os animais, conversando com eles e tentando estimular a sua inteligência e a consciência. Os animais também podem ter um tipo de Anjo da guarda.
Saber e morrer e transmitir a sabedoria da vida a outros. Ou então ser-se ajudado a fazer a sabedoria da sua vida, quando se está para morrer e a arte de meditar e arte de bem morrer não foram praticadas em vida. Devia haver a possibilidade das pessoas nos hospitais, lares ou casas poderem receber quem as ajudasse a consciencializar-se espiritualmente.
Partindo ou brotando da educação e da cultura, ergue-se a coroa da espiritualidade e a rosa valiosa da caridade. Sê tu mesmo, criativa e corajosamente!
surges sibilante,
ergues-te rutilante,
como o sol a bater no rio,
as gaivotas a rodopiarem,
as árvores calmas e nuas.
Assim, nós humanos, Te adoramos.

2 comentários:
Como é a postura do pentagrama?
Encontra-a nos desenhos de Leonardo da Vinci ou nos tratados de Paracelso. E cada um deve senti-la por si...
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