sexta-feira, 6 de março de 2026

A invencível e perene Sabedoria e Força do Irão: uma oração de Zaratustra para o Irão, a Rússia e nós, quadrilingue.

                                            

Em apoio e homenagem ao povo Iraniano - e suas almas, vivas ou mortas -  que há séculos tem mostrado a sua grande qualidade anímica e suportado nos séculos XX e XXI grande acossamento de guerras, sanções e assassinatos do Ocidente e particularmente dos USA e Israel, e estando agora a ser traiçoeira e totalmente atacado, resolvi iniciar uma antologia dos seus grandes ensinamentos éticos, morais, psíquicos, espirituais  para criar luz na atmosfera animica mundial e diminuir a quantidade de  gente ignorante, enganada, amilhazada, americanizado, sionizada, estupidificada, anti-iraniazada..

A primeira escolha é um breve canto e oração com mais de dois mil anos, atribuído a Zaratustra embora possa ser de um dos mestres ou religiosos seus continuadores e que concentra bem a dinâmica anímica dos sábios religiosos e nobres guerreiros iranianos, hoje em luta de morte com os degenerados  e diabólicos ocidentais e sionistas, que sendo tão invejosos  vão tentar destruir certamente os monumentos mais divinos do Irão...

Encontra-se na obrazinha The Divine Songs of Zarathustra  publicada em  1924, escrita pelo advogado Dinsha Jijibai Irani, com valiosa introdução de Rabindranath Tagore e biografia de D. J. Irani, por Irach J. S. Taraporewala. 

 No final da tradução, na qual pode ter sido ajudado por Poure Davoud, como o seu biógrafo Irach J. S. Taraporewala alude, Irani dá umas breves notas sobre os seis grandes seres ou atributos divinos, os Amesha Spentas, os quais copiados se tornaram os Arcanjos,,um dos quais é o mais invocado nesta oração:

«O Espírito da Devoção Benevolente e do Amor (Spenta Armaiti). É descrito como de mente ativa e zelosa. Trabalhando diligentemente pelo bem-estar da humanidade, a força motivante  sendo  o seu amor pela humanidade, é conhecido como o “Generoso Armaiti.” Um camponês trabalhando arduamente na sua terra natal, criando a sua família com amor, cuidando de seu rebanho e terras, é mais abençoado pelo Espírito Generoso de Armaiti do que um recolhido que renunciou ao mundo e vive de esmolas. Daí, a devoção amorosa, a diligência e a benevolência não serem apenas atributos louváveis, mas tornarem-se parte de um dever religioso.» Destaque-se o amor à terra natal, hoje a ser muito destruído pela plutocracia globalista e a classe política  ocidental a ela avençada, e a vivência dos atributos divinos no nosso quotidiano como um batalha, missão, dever ético...

۴. روح فداکاری و عشق نیکوکارانه (اسپنتا آرمیتی).
به عنوان ذهنی فعال و پرشور توصیف شده است. با کار سخت برای رفاه بشریت و با انگیزه عشق به بشریت، به عنوان "آرمیتی بخشنده" شناخته می‌شود. یک دهقان که به سختی بر روی خاک زادگاهش کار می‌کند، خانواده‌اش را با عشق بزرگ می‌کند، از گله و زمین‌هایش مراقبت می‌کند، بیشتر از یک عزلت‌نشین که دنیا را رها کرده و با صدقه زندگی می‌کند، از روح بخشنده آرمیتی برکت می‌گیرد. از این رو، محبت، سخت‌کوشی و نیکوکاری نه تنها ویژگی‌های ستودنی هستند، بلکه بخشی از وظیفه دینی نیز می‌شوند. 

. The Spirit of Benevolent Devotion and Love (Spenta Armaiti).
It is described as of the active and zealous mind. Working diligently for the welfare of mankind, the motive force being its love for mankind, it is known as the “ Bountiful Armaiti.’”” A peasant toiling arduously on his native soil, rearing up his family in love, caring for his flock and lands, is more blest by the Spirit of Bountiful Armaiti than a recluse who has renounced the world and liveson alms. Hence loving devotion, diligence, and benevolence are not only commendable attributes, but become part of a religious duty.

 Дух благожелательной преданности и любви (Спента Армайти).
Его описывают как обладающий активным и усердным умом. Работая усердно на благо человечества, движущей силой которого является его любовь к человечеству, он известен как «Щедрая Армайти». Крестьянин, усердно трудящийся на своей родной земле, воспитывающий свою семью в любви, заботящийся о своем стаде и полях, более благословлен Духом Щедрой Армайти, чем отшельник, отказавшийся от мира и живущий на подаяние. Следовательно, любящая преданность, усердие и доброжелательность не только достойные похвалы качества, но и становятся частью религиозного долга.

  به تو دعا می‌کنم، ای پروردگارم،
کمک حقیقت را به من بده، در لحظه‌ای بسیار حیاتی،
کمک سرداران دلیر تو را به من عطا کن، ای مزدا!
کمک آرمایتی مبارک، فرشته دینداری عاشقانه را به من عطا کن،
و آن قدرت مقدس و سلطنتی را به من عطا کن، ای خداوند،
تا بدین وسیله همیشه روح پلید دروغ را شکست دهم


«Eu oro a Ti, meu Senhor,
Dá-me a ajuda da Verdade, num momento supremamente crucial,
Dá-me a ajuda dos Teus valorosos capitães [ajudantes], ó Mazda!
Dá-me a ajuda do abençoado Armaiti, o Anjo [ou Arcanjo] da Piedade amorosa,
E dá-me esse sagrado poder soberano, ó Senhor,
Para que eu possa para sempre vencer assim o Espírito Maligno da Mentira.

I pray to Thee, my Lord,
Give me the help of Truth, at a moment supremely crucial,
Give me the help of Thy valiant captains, O Mazda!
Give me the help of the blessed Armaiti, the Angel of loving Piety,
And give me that holy sovereign power, O Lord,
That I may for ever vanquish thereby the Evil Spirit of Untruth.

Я молюсь Тебе, мой Господи,
Дай мне помощь Истины в момент, крайне важный,
Дай мне помощь Твоих доблестных капитанов, о Мазда!
Дай мне помощь благословенной Армайти, Ангела любящей благочестия,
И дай мне ту святую суверенную власть, о Господи,
Чтобы я мог навсегда победить тем самым Духа Лжи.

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terça-feira, 3 de março de 2026

Os anti-iranianos em Portugal: "Correio da Manhã" e seus colunistas. João Pereira Coutinho, um exemplo.

 1ª parte.  Como se sabe o jornalismo português, em geral, está algo manietado, vendido, escravizado e presta frequentemente um serviço de desinformação, manipulação, acerbamento de receios e ódios e estupidificação, e não há jornal que se possa ler confiantemente, nem canal televisivo que se possa ouvir sem se ser enganado, manipulado, violentado. Consequentemente, no meu caso, não os leio nem vejo ou oiço, preservando assim tempo,  cérebro, memória, discernimento e alma.
Um dos jornais que há muito, embora nele tenham passado bons jornalistas (lembro-me do amigo Victor Mendanha), e ainda haja alguns a trabalharem correctamente, parece alinhar-se com a oligarquia globalista norte-americana, sionista e europeia é o Correio da Manhã.
Caminhando, ao deparar-me com um jornal sobre um marco de eletricidad
e, resolvi levá-lo e consultá-lo, pois era da véspera, domingo, 1 de Março e falava alto nos títulos da fotografia de topo. "ATAQUE DE TRUMP AO IRÃO INCENDEIA O MÉDIO ORIENTE. [Acertaram, mas não era difícil, e seria interessante saber-se que outros títulos estiveram no ar.] - Ofensiva militar conjunta americana e israelita. - Presidente apela aos iranianos para se levantarem contra os opressores [Ou seja, na realidade e não no bluff israelo-americano, levantar-se-ão, sim, e mais unidos, contra os opressores invasores assassinos] - Telavive anuncia morte do aiatola Ali Khameni. - Outras figuras da elite de Teerão também morreram - [Tentativa, de certo modo, de justificar o assassinato traiçoeiro, e rebaixar a moralidade e ética do regime socialista islâmico de Teerão, como se ele fosse do nível da elite epsteiniana, ou de Bruxelas ou sionista.] Em caixa vermelha no canto inferior: - Regime Islâmico reage e bombardeia Israel e bases dos EUA no Golfo Pérsico" - [Não é o Irão mas um regime, não o salazarista mas o islâmico...]

 Ao pegar-se num jornal e num relance ler-se a capa  e  contracapa, pode sentir-se a valorização dos conteúdos das notícias. Assim na última página do C. M. voltamos ao Irão, com um artigo OPINIÃO, assinado por um Colunista, com uma fotografia do alto,  e com o punho sustentando o queixo,  João Pereira Coutinho, intitulado Do Mal o Menos.
O que o colunista nos diz é um bom exemplo de distorções e mentiras que não devemos deixar de assinalar e tentar clarificar, tanto mais que o texto termina com um óbolo da sua natureza bondosa, que vamos tentar retribuir: «espero que esta guerra, uma vez iniciada, traga pelo menos a libertação dos iranianos».
É caso par
a perguntarmos, se isto é o menos que ele deseja e quer - a libertação dos iranianos -, então o que será o mais, pois libertação dos iranianos, só pode ser da República Islâmica do Irão, com a sua destruição ou queda, e certamente mais do que isso não há nem mesmo para os norte-americanos e sionistas da mudança do regime que têm tentado por todos os meios, hipocritamente e em vão.
Será então que o "mais da libertação" é o desejo que na região do Golfo Pérsico e Médio Oriente, todos os grupos e estados, em relação ao sionismo e imperialismo norte-americano independentes, para ele meros terroristas de cartaz, desaparecessem da Terra?
Ou irá mais longe no seu mais: a inclusão dos iranianos já libertados no projecto do Grande Israel, do Eufrates ao Mediterrâneo, que os dirigentes principais sionistas e os evangélicos fanáticos norte-americanos tanto sonham, e que ainda recentemente Tucker Carlson, um dos melhores jornalistas mundiais, demonstrou na entrevista realizada a Mike Huckabee, o embaixador dos USA em Israel, e hoje patente no Youtube? Em que redoma psíquica de crenças e ideologias andará o colunista?
Fim da 1ª parte. E muitas de
veria haver, porque abrindo-se o jornal deparamos com vários notáveis do jornalismo anti-iraniano, mentiroso, a pronunciarem-se. Comentaremos apenas e brevemente o artigo do colunista nomeado

2ª parte: Começando com uma aparência de moderado, ao considerar o ataque «juridicamente discutível e estrategicamente arriscado»,  quando é evidentemente ilegal, criminoso e condenável, entra rapidamente nas mentiras habituais, considerando «desde 1979  o Irão um dos maiores patrocinadores do terrorismo mundial,» talvez sem querer pondo-o atrás de Israel, Arábia Saudita e Estados Unidos da América (oficialmente os criadores da  Al-qaeda e do Isil, e para combaterem Rússia no Afeganistão), e mostrando a sua ignorância quanto aos números do terrorismo de grupos shiaa ou ligados ao Irão nos últimos quarenta anos, que é de cerca de 25% comparados aos 75 dos sunitas apoiados pelos Estados Árabes, os USA e Israel, este país nunca sofrendo um ataque dos terroristas do Isis ou Isil, antes tratando-os nos seus hospitais quando vinham feridos dos confrontos com as tropas do General Soleimani, morto mártir por Trump e Netnayahu, tal como agora o aiatola Ali Khamenei. E em ambos casos quando estavam em negociações. Mas para o colunista Coutinho, provavelmente tudo bem, nem sequer discutíveis tais assassinatos...
Em seguida
 entra no delírio de quem parece mesmo um amilhazado, solerizado, sionizado: o Irão é «em termos domésticos  uma máquina trituradora do seu povo, e sobretudo, das suas mulheres.» Oh que grande ignorante ou alienado... O que nos diz de Trump, Epstein, Clinton, Príncipe André, Bill Gattes Rothschild,  e as mulheres e crianças abusadas, para não  irmos mais além?
Será que essa da máquina trituradora vem (consciente ou inconscientemente) do que Zelensky e o seu gang de banderitas e azoves fazem à população obrigada à força ou sobre ameaça de morte a ir morrer pelo regime extremista anti-russo do comediante cocainómano, apoiado pela União Europeia e certamente pelo colunista Pereira Coutinho?
Máquina trituradora das mulheres iranianas, que passaram de cerca de 90% analfabetas no tempo do xá Reza Pahlavi para menos de 3% actualmente?
João Pereira Coutinho par
ece um simples  sionizado a repetir as mentiras das narrativas oficiais norte-americanas, israelitas e da tola da União Europeia anti-iranianas, como lemos depois da breve referência, algo desprezível  mas que pode fazer caixa internacional, aos grupos ou etnias ou religiões que se opõem ao projecto sionista-trumpiano-epsteiniano: «Sobre o terrorismo, o Hamas, o Hezbollah, os Houthis do Iémen ou as milícias xiitas do Iraque são apenas os cabeças de cartaz.» Eis uma descoberta original do seu Coutinho, habituado a ver o mundo no cinema de Holywood: «são apenas os cabeças de cartaz...» Que grande cabeça, que génio de colunista, que olhar de lince em terra de cegos...
O senhor colunista não quis ficar por aqui, quis voltar às mulheres iranianas e aos homens, e quer reescrever a história, quer gerar manchete ou cartaz de cabeça na última página do jornal: «Sobre a repressão interna, basta lembrar as dezenas de milhares de mortos que o regime provocou recentemente».
Consid
eremos o que se passou e hoje já qualquer pessoa medianamente informada ou não alienada sabe pelas próprias autoridades norte-americanas (nomeadamente o secretário de Estado  do Comércio norte-americano, e Mike Pompeo), e israelitas, (tal Netanyahu), que foi uma tentativa de mudança de regime com agentes infiltrados e muitos aliciados, a partir de uma manifestação pacifica inicial, sobretudo de lojistas e comerciantes, contra a desvalorização do rial conseguida pela cáfila financeira internacional liderada pelos USA, do que resultaram cerca de três mil mortos iranianos, dos quais cerca de metade  inocentes e a outra metade das forças armadas e dos revoltosos e terroristas.
O senhor colunista pode aleg
ar, e justificar-se, que acreditou em quem considera uma autoridade do bom senso, quem sabe mesmo se digna do prémio "nobel da Paz"[hoje completamente desacreditado],  Donald Trump, que apontou para 35.000, sem qualquer dúvida exageradamente pois a maioria das estimativas das organizações vai dos 3.000 a 5.000, à parte algumas organizações meramente anti-iranianas e alguns canais e jornais  do Deep system mais reaccionários e anti-iranianos, como são o New York Post, que inventa 36.500 mortos nos dois dias de distúrbios, e The Guardian, que aventa mais modestamente face ao que esperariam os seus patrocinadores 30.000.  

Como o colunista é jornalista, podem estes jornais ser a sua fonte principal de informação e nem precisa de ser um trumpiano, ou de desculpar-se de ter confiado nele. Hoje no Youtube vêm-se bastantes imagens do que se passou, uma tentativa colorida de mudança de regime, tal como está agora a acontecer no ataque israelo-americano, que nada tem a ver com a energia nuclear mas com as riquezas físicas, psiquicas e espirituais de uma nação e civilização imortal, com os já rotos Trump e Netanyahu a pedirem à população para sair para as ruas, para se libertarem do IRGC que os defende e se entregarem nas mãos democráticas e confiáveis dos agentes infiltrados ou nas miras dos israelitas ou norte-americanos que disparam mísseis sobre escolas cheias de crianças.
O colunista João Pereira Coutinho pare
ce estar de acordo com aqueles dois monstruosos cabeças de cartaz da elite epsteiniana que tenta ainda manter o mundo explorado e submetido ao seu infrahumanismo, à lei do mais rico, mais poderoso, mais imoral...

3ª parte. No parágrafo final, a condescendência, quanto às críticas à agressão violenta,  e as lágrimas de crocodilo do colunista Coutinho voltam ao de cima. Ei-lo: «As críticas ao ataque são legítimas; mas ignorar o que lá se passa [ou o que as narrativas oficiais anti-iranianas instilam] é uma cegueira selectiva [uma auto-crítica, inconsciente] que as diminui de imediato. Com todas as reservas que Trump merece [que mercês e merecimentos acacianos...], espero que esta guerra, uma vez iniciada [ou ainda mais brutalizada ou concluída] traga pelo menos a libertação dos iranianos»

Quem são os iranianos que podem ser libertados de prisões físicas ou de constrangimentos mentais? Pois são os traidores da Pátria-Mátria, da República Islâmica, da Tradição Shia, e da Cavalaria nobre de Firdousi e Jamshid...
                                        
Será que a ignoran
te e hubrica mentalidade do Trump não lhe merece reservas e pensa que alguma vez o povo Iraniano, na sua resistência à elite epsteinina e sionista tornado um exemplo heroico pelo mundo multipolar e são, com tantos mártires já dados no espírito Shiaa ou Xiita, tal o general Soleimani, o aiatola Ali Khamenei e sua família, as 165 crianças, vai claudicar perante a corruptora finança internacional e os assassinos norte-americanos e israelitas, que tantos partidos e jornalistas ameaçam, aliciam e manipulam?
Senhor colunista, está enganado. A
sua coluna não é a de um jornal - pois ainda que tenha  outros anti-iranianos ao seu lado, tal uma Rita Monteiro, e o mais mentiroso, o director executivo Paulo João Santos, o responsável de todas as notícias e "mentiras de antologia" das duas páginas centrais, também há os que têm o mínimo de isenção e independência -, nem é de um templo mas a de uma ignorante ou então corrupta submissão à mentira, à violência, à opressão, à insensibilidade, ao infrahumanismo plutocrático, a um deep sistema diabólico, responsável pelo sofrimento e morte de milhões de seres nas últimas décadas... 

segunda-feira, 2 de março de 2026

O último poema do ayatollah Ali Khameini declamado em público uns dias antes de partir para o mundo espiritual como mártir.

                                             

 «A minha vida é de tão pouca importância,

o  estado do meu corpo é de tanta frágilidade, 

que o pouco de honra que tenho 

é apenas pela vossa generosidade! 

 

 Tudo o que tenho de meu, 

no caminho da revolução e do Islão,  

tudo o que eu tenho, sacrifico-vos.»

domingo, 1 de março de 2026

Biografia do mártir Ali Khamenei, já que não podemos fazer as das duzentas crianças assassinadas igualmente no 1º dia do ataque traiçoeiro israelo-americano

  Dia 1 de Março, 11:00. Abrindo há pouco as notícias da Press-tv.ir e da Tass.com, constatei que o líder Ali Khamenei foi martirizado na sua própria casa. Cumpriu a sua missão até ao último segundo e juntou-se à milenária comunidade espiritual martirizada do Irão shiia. Uma certa dor e fraqueza, tanto mais que estava em jejum, mas quão imensa não será a de milhões e milhões de iranianos,pois quatro comandantes militares e cerca de 160 crianças duma escola e quarenta jovens jogadoras de voleibol noutro local foram também assassinadas por bombas norte-americanas precisas. Haverá alguma relação com a pedofilia e crimes contra as crianças da elite epsteiniana que lidera este conflito, com o pedófilo Trump a passear-se em comícios a enganar as pessoas com as suas carinhas e bocas, mas cada vez mais desgastado, e o traiçoeiro e corrupto Netanyahu já em estado terminal mas a  pedir de novo e hipocritamente, e para fingir que tem alguma razão no seu acto desesperado para se manter no poder, tal como na guerra dos 12 dias, para que os Iranianos venham para as ruas, talvez para serem mortos pelas suas bombas, pois não seria para apoiarem quem tanto os odeia?

Ayatollah Khamenei era um resistente, preso seis vezes pela tenebrosa polícia do shah ou xá Reza Pahlavi, um combatente corajoso na defesa do Irão contra o Iraque de Saddam armado poderosamente pelo Ocidente, um sábio, dominando quatro línguas, e  especialista em literatura persa, árabe e religiosa, sabendo tocar e cantar, poetizando ainda. Tal como o general Soleimani, foi assassinado traiçoeiramente (com membros da sua família) pelos israelitas e norte-americanos, morrendo no jejum do Ramadam e a trabalhar no seu escritório.
Apresentamos uma breve bibliografia aproveitando dados de algumas fontes. 
Ayatollah Ali Khamenei, nascido a 19 de Abril de 1939  numa família humilde de religiosos (mas imanzâdés, ou seja descendentes de um Imam, o quarto, Zayn al-Abedin) na cidade sagrada de Mashhad, estudou na Universidade de Qum (onde eu estive em peregrinação e proferi uma conferência para os estudantes religioso), e cedo se destacou pela sua inteligência e capacidade de discursar, entrando nos grupos que contestavam o regime pró-americano autoritário e repressivo do Xá, sendo preso entre 1960 e 1970   seis vezes pela polícia secreta, a Savak, suportando torturas, exílios internos e clandestinidade perigosa.  
   Com a revolução que trouxe Khomeini (1900-1989) de Paris para Teerão, Khamenei tornou-se rapidamente um dos principais líderes e foi assim por mais de uma vez atacado pelos seguidores do Xa ou opositores do regime islâmico, a primeira quando estava a proferir uma palestra numa mesquita em Teerão em 27 de junho de 1981, pelo MEK, grupo ainda hoje activo no estrangeiro, e com bastantes assassinatos à sua conta, o qual fez detonar através de um dos seus fanatizado membros uma bomba escondida num gravador colocado à sua  frente.
A explosão afectou-lhe gravemente os pulmões e paralisou para sempre o braço direito (algo que a maioria dos ocidentais viam e atribuiam a um AVC). O facto de  ter sobrevivido foi visto pelos seus amigos e seguidores como um sinal da providência divina, de protecção e escolha para uma mais alta missão. 
                               
Foi eleito presidente da República por esmagadora maioria (97%) em 1981, e tornou-se  o grande ajudante do líder supremo Khomeini (e na fotografia com o heróico general e mártir Soleimani), trabalhando bastante no fortificar das tropas iranianas. Em março de 1985, ano em que foi eleito pela 2ª vez, com 87% dos votos, um suicida fez-se explodir numa oração de sexta-feira  na Universidade de Teerão quando Khamenei estava a pregar. Morreram várias pessoas, mas Khamenei nada sofreu e, após minutos, retomou o seu sermão, apontando as culpas aos dirigentes do Iraque, com quem estavam em guerra e prometendo: "Responderemos a cada murro com um murro mais forte".
 Na guerra Irão-Iraque (1980-1988), Ali Khamenei, além de presidente. era o representante de Khomeini no Conselho Supremo de Defesa, tendo estado muitos meses na linhas de batalha,  testemunhando as mortes de inúmeros comandantes e soldados amigos, compreendendo que o apoio do Ocidente a Saddam Hussein, nomeadamente dos EUA e Israel era criminoso e neles não se podia confiar, algo que já sabia por experiência pessoal e  que manterá com bastante força em toda a sua regência, manobrando ou influenciando os sucessivos presidentes e altos responsáveis iranianos, e apoiando a resistência islâmica nos países do Médio Oriente.
Quando o "Pai da Revolução,"  pouco depois de ter imposto a 14 Fevereiro de 1989 uma fatwa contra Salman Rushdie pelos insultos à religião Islâmica no seu livro Versículos SatânicosAyatollah Khomeini, morreu a 3 de Junho 1989, e Ali Khamenei, foi escolhido apesar de não ser um marja (a autoridade religiosa de alto nível) na época, após um processo demorado no Concelho dos Especialistas, que chegara a votar até uma  liderança grupal.
No seu primeiro discurso como Líder supremo, admitiu: "Sou um indivíduo com muitas falhas e deficiências e verdadeiramente um seminarista menor", embora tivesse começado a aprender a ler e a estudar o Alcorão aos quatro anos, prosseguindo depois os seus estudos com alguns aiatolas respeitados.  A constituição da República Islâmica do Irão foi posteriormente alterada para permitir que ele servisse como Líder. O seu apoio à educação e ao desenvolvimento da ciência foi notório e o sector feminino da população se teve algumas restrições nos vestuários e costumes deu um salto prodigioso no seu nível de escolarização, cultura e capacidades inovadoras. 
Ali Khamenei emitiu uma fatwa (decreto religioso) em 2003 proibindo o desenvolvimento de armas nucleares, declarando-as anti-islâmicas. Apesar da fatwa, o Ocidente epsteiniano continuou a afirmar que o Irão estava na busca duma bomba nuclear, o que era um pretexto para fazer constante bullying e espionagem sobre o Irão, nomeadamente através das inspecções da Agência Geral de Energia Nuclear sionizada, ao mesmo tempo que, na mira das riquezas do Irão, em especial o óleo,  apoiava todo o tipo de descontentamentos e manifestações  que foram reprimidas com força pelas autoridades iranianas sob as ordens de Khamenei. Discute-se agora se o novo líder supremo derrogará tal ordem...

Um ano antes de morrer, sabendo certamente que não poderia escapar muito mais tempo aos assassinatos pelos israelitas e norte-americanos dos melhores iranianos, cientistas, militares e clérigos, numa cerimónia da Ashura em Teerão, Khamenei não pregou e antes segredou ao elogista ou panegirista Mahmoud Karimi  uma mensagem, que Karimi  anunciou entãoà multidão: "Sua Eminência  disse-me para recitar isto: 'Permanecerás na minha alma e coração, ó Pátria…'"  
 
Um mês antes de sua morte, enquanto as forças dos EUA se concentravam na região e o presidente Trump e Netanyahu ameaçavam atacar, Ali Khamenei  fez os seus últimos avisos públicos. Diante de seu povo declarou: "Os norte-americanos devem saber que, se começarem uma guerra, desta vez será uma guerra regional." E ainda: "um porta aviões é um instrumento de guerra muito poderoso, mas mais poderoso é o dedo que dispara e o envia para o fundo do oceano." 
Será que tal desafio ou profecia se realizará face aos três porta aviões norte-americanos na região, um dos quais o responsável pelo bombardeamento premeditado (satânico, epsteiniano?) de uma escolazinha de província junto ao estreito de Ormuz, em que morreram 160 crianças e algumas professoras?
 
Pode-se dizer que Ayatollah Khamenei foi um dos último elos mais importantes ou conhecidos  da geração fundadora da Revolução de 1979. E se há quem diga que a sua morte deixará um vácuo de poder, e fechará um capítulo da história moderna do Irão,  também há quem pense que provavelmente o seu filho, que também combateu na guerra do Iraque e do Irão e que tem acompanhado muito o seu pai, continuará possivelmente até com mais força o caminho da independência e libertação do Médio Oriente e da Ásia Ocidental do imperialismo norte-americano e do sionismo israelita, algo a que estamos agora a assistir intensa e decisivamente com o ataque traiçoeiro, pois realizado no meio de negociações de paz e no período do Ramadam (o que foi escolhido com antecedência) de Israel e dos USA a soldo do megalómano sionista do grande Israel Benjamim Netanyahu, que delirantemente se arroga com direito, vindo do Genesis bíblico (para consumo dos tolos zio-evangélicos crentes no Antigo Testamento)  a todas as terras e países à sua volta, algo que o embaixador norte-americano  Mike Huckabee, em recente entrevista em Jerusalém a Tucker Carlson, confirmou que achava muito bem.
A grande luta entre o Bem e o Mal de Satan  ou Ahriman  no mundo político e psíquico está em marcha, e anote-se que Vladimir Putin já fez um rasgado elogio a Ali Khamenei e a China também condenou veementemente o ataque ao Irão. Dos comentadores Alastair Crooke também elogiou muito o ser caracter estudioso e modesto e ter afirmado na sua dignidade permaneceria na sua casa que oferecia a sua vida pela nação. Oremos para que as forças da Luz e Divinas vençam o mais rapidamente possível, provavelmente com o recuo dos invasores... 

O ataque traiçoeiro ao Irão o que vai gerar? Breve reflexões antes de ver as notícias matinais. Pax. Lux, discernimento.

                                      

Novo mês, novo dia, 1 de Março, Domingo, o que devemos pensar, orar e antecipar sobre a guerra iniciada ontem Sábado pelo ataque traiçoeiro de Israel e do seu vassalo Estados Unidos da América?

Para além de orarmos pela paz e o discernimento geral e sacudirmos panos, lençóis e colchas brancas à janela, enviando tal desiderato para o mundo, para além de orarmos  Deus por luz e paz, e pelo rápido fim do conflito com a vitória dos que são mais da Luz e da Verdade e da Divindade,  para além de denunciarmos a malignidade dos regimes israelitas e norte-americanos e britânicos, mais os dos seus coligados, o que deveremos esperar do que aconteceu e surge nas notícias de hoje, certamente não nos canais televisivos da manipulação geral para a população tola, vacinada contra ao discernimento e a procura da verdade?

Mais mortandade e destruição reciproca? No jogo da batalha naval algum dos porta-aviões ao fundo? Novos tipos de misseis iranianos ainda mais inteligentes que as anti-aéreas da coligação Epstein, ou seja dos israelos-americanos e britânicos?

Mais criminalidade e assassinatos dos egoicamente megalómanos dos israelitas e ocidentais que pensam que podem decapitar os regimes ou governos adversários matando os sucessivos governante e militares quando o seu povo está unido na oposição a tal tentativa  mudança de regime e novos dirigentes virão ao de cima, ainda mais motivados para fazerem justiça aos seus mártires?

A população mundial cada vez mais desperta, pesem as narrativas oficiais sionizadas e imperializadas dominantes da Fox News e CNN aos Milhazes, Rogeiros e Soleres? 

A Rússia e a China, manter-se-ao contidas, ou darão apoios discretos ou mesmo forte aos iranianos, já que são como eles vítimas do eixo do mal ocidental, sobretudo a Rússia?

Iraque e Iémen, países maioritariamente xiitas e inspirados pelos mesmo 12 Imams,  conseguirão ajudar o Irão a defender-se e a ripostar?

                               

O estreito de Ormuz fechado até onde irá fazer disparar os preços de combustíveis e logo de alguns bens no mundo? 

Bibi escondido em Creta, uma ilha já semi-sionizada? O líder supremo do Irão morto como mártir no seu posto e já substituído por um ainda melhor?

Que repercussões vai haver na luta entre a Rússia e a Ucrânia, agora que os governantes degenerados ingleses e franceses querem armar com armas nucleares um viciado em cocaina e já semi-doido como é Zeelensky, que continua a proclamar que morreram 50.000 ucranianos, quando já morreram mais de um milhão e meio, apoiado pelas ratzanas que dirigem a União Europeia, gordas do sangue ucraniano, não sabemos se dos 50.000 se do milhão e meio, que provavelmente dirão mais algumas parvoíces hipócritas, como Ursula von Pfizer já fez (com o chihuaha Rangel), condenando o ataque às bases norte-americanas na Arábia saudita, como se fosse um ataque contra o povo ou o Estado da Arábia Saudita.

Como reagirá a comunidade islâmica dos crentes, a Umma, ou os religiosos de alguns países  e comunidades, tais as confrafrias de Irfan e sufis? Exprimirão o seu apoio, como muitos tem dito nos meses anteriores, em prol da paz, do diálogo e da independência?

Eis algumas das perguntas com que começamos o dia antes de ligar a internet e ver por canais alternativos, e provavelmente a Al-jazeera, o que se passa no terreno e internacionalmente. 

Confirmar-se-ão as previsões dos melhores analistas internacionais que não será um novo Iraque, Líbia, Síria, Venezuela o ataque ao Irão e que USA e Israel vão ser apertados fortemente, ou mesmo humilhados, tal a inoperância dos seus sistemas defensivos contra as respostas justas do Irão?

A confirmar-se tal resistência iraniana deveremos admitir que os demoníacos israelo-sionistas-norte-americanos globalistas lançarão alguma bomba nuclear? 

O que os melhores comentadores da geo-estratégica nos dizem e prognosticam, tais Douglas Macgregor, Scott Ritter, Alexander Dugin, ou numa  lista completa publicada há dias:  

 «Douglas Macgregor, Alexander Dugin, Alaistar Crooke, Scott Ritter, Larry Johnson, George Galloway, Prof. Seyed Marandi, Tucker Carlson, Chris Hedges, Prof. Jeffrey Sachs, Prof. John Mershmaier, Patrick Heningsen, Max Blumenthal, Andrei Martyanov, Judge Napolitano, Brian Berlic, Pepe Escobar, Aaron Maté, Garland Nixon, Alexander Mercouris, Alex Christoforou, Richard Medhurst,  Laith Marouf, Daniel Davis, Glenn Diesen, Clayton Morris, Kim Iversen, Rachel Bevlins, Yves Engler, Jackson Hinkle, Cyrus Janssen e, no youtube e telegram, ruslan beslov, Dennis Kucinich, etc.»

Oremos a Deus e aos mestres e Anjos, santos e imams que protejam as pessoas e inspirem para que a guerra termine rapidamente e com o menos possível de morte e sofrimento... 

sábado, 28 de fevereiro de 2026

Irão atacado traiçoeiramente e hubricamente, pelo eixo do mal epsteiniano, vencerá numinosamente.

      O ataque traiçoeiro de Israel e USA concretizou-se na manhã de dia 28. Sábado, dia de trabalho e de aulas no Irão e as primeiras vítimas conhecidas são cerca de 160 almazinhas juvenis mortas por um míssil bem apontado pelos profissionais do IDF israelita, ou então  dos 200 jactos que se lançaram no ataque cobarde. 

O Irão é uma nação e religião de mártires (o Shiismo, com os seus 12 Imams) e sofreu logo uma centena de almas puras decepadas às mãos dos Epsteins, e gerou nos familiares, amigos e no povo iranianos cada vez mais unido certamente o contrário do que o hipócrita e diabólico Netanyahu afirmava a essa hora nas televisões mundiais controladas pelo sionismo: "Povo iraniano, estamos convosco. Saiam para as ruas..." ... Na realidade, vemo-los nas escolas tornadas escombros e cemitérios...

 Após esse ataque inicial traiçoeiro que consta de uma dezenas de mísseis, drones e  bombardeamentos,  o Irão reagiu cumpriu o que já prometera: um ataque do eixo israelo-americano seria motivo de uma resposta regional a todas as bases norte-americanas na região, nos países árabes há muito corrompidos pelo dólar, e os epsteins. pelo que as bases nesses países tornar-se-iam alvos legítimos. E assim sucedeu no Qutar, Arábia saudita, Emirados, Bahrain, Jordânia.  Se as defesas anti-aereas e jactos da coligação epsteiniana conseguiram abater muitos dos drones e mísseis da resposta justa do Irão, alguns conseguiram penetrar e fazer mossas significativas. 
                                           

Os ataques ao Irão irão continuar segundo Trump e os seus conselheiros por quatro ou cinco dias (pensam eles na sua hubris)  até obliterarem o governo dos detestados ayatollahs, enquanto os iranianos vão ripostando sobre Israel e sobre os navios e bases dos norte-americanos. Com certeza absoluta sabe-se ainda pouco dos resultados. 

Se o líder Khamenei foi morto em defesa da sua terra e se Netanyahu fugiu de avião cobardemente, também não podemos ter certezas. Veremos. E oremos para que as forças verdadeiramente da verdade, do bem, da religião, da tradição, as do Irão, vençam as da corrupção, pedofilia, caos, escravização, dos USA, de Israel e da União Europeia, onde a pro-nazi Ursula von der Lying já veio condenar o Irão por estar a atacar a Arábia Saudita, o que o chihuaha rangélico português repetir igualmente. Mais um prémio nobel da paz e da hipocrisia para a Europa submetida aos infrahumanistas da oligarquia...

 O Irão xiita não vai ser o Iraque, a Líbia, a Síria, a Venezuela e, pelo contrário, provavelmente está predestinado (após tantos mártires e há tantos anos) para deitar bastante abaixo as forças ahrimanicas ou demoníacas na Terra... Amen. Oremos, Assim seja! 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2026

O ataque traiçoeiro e criminoso ao Irão está eminente. Oremos! Com breve recapitulação dos últimos dias.

                                         

         Reflexões e orações em folhetim, ao longo destes dias.  

1ª, 20/2. 9:12. Perante a iminência de mais uma agressão invejosa, injustificada, violenta e criminosa dos governos do USA e de Israel contra o Irão, que Crísticamente, que Shiaamente, vai mais uma vez deixar que a rapacidade traiçoeira dos coligados matem e destruam inicialmente à vontade, ao atacarem pela calada nocturna de surpresa, devemos interrogar-nos se além desses dois países governados por monstros, um totalmente fanático e diabólico, o outro um milionário megalómano inculto e em fuga dos ficheiros Epstein, os restantes desgovernantes  da União Europeia, tão submissa e vendida à oligarquia norte-americana e sionista, vão também tentar mordiscar alguma carne iraniana que possam, posicionando-se para tal ao intervirem directamente no ataque ao Irão ou que seja apenas à resposta iraniana, que vai certamente ser justa, e divina?

A população e a bandeira Shia do Irão e do Iraque vai ser tingida de novo de sangue mas continuará desfraldada, resistente e inspirando os iranianos à luta pela sobrevivência e a vitória e numa batalha decisiva contra a opressiva hegemonia do Ocidente degenerado, sionizado, infrahumanizado, diabolizado...

Oremos para que seja breve a luta e que haja o menos possível de mortes e feridos, e ainda que as cúpulas de Israel e USA sejam derrotadas e  demitidas, oremos a Deus, aos arcanjos e anjos, aos  imames, santos, sorores, mestres e génios aladinícos.  Pax, Lux!

2ª. 22/02/26
Continuam a acumulação de forças armadas norte-americanas para o ataque ao Irão. Que facilidades poderem juntar tudo para junto do país que querem atacar e poderem ainda ser eles os primeiros a fazerem-no (sem serem criticados; como seria se o Irão fosse o primeiro a disparar?), provavelmente pela calada da noite e em grande força, para tentarem destruir os lideres políticos e os comandantes militares e as zonas de defesa principais. Até Portugal tem contribuído, com o aeroporto das Lages a encher-se de aviões, armas e combustíveis para mais rapidamente atingirem o Irão e o seu povo independente.
Entretanto os apelos ao ataque por parte dos políticos e militares mais sujos, corruptos, extremistas, sionizados continuam, destacando-se Benjamim Netanyahu, o principal interessado na guerra, o russofóbico Lindsey Graham, o senador John Kennedy, e vários militares norte-americanos e israelitas.
Do lado iraniano reina a calma da natureza antes da tempestade. O simpático professor Seyed Morandi está constantemente a ser entrevistado pelos principais canais informativos não sionizados nem oligarquizados e reafirma a vontade de resistirem.
Igualmente hoje 22, como pode ver na www.presstv.ir, 
um alto comandante militar, o Brigadeiro General Asadi, veio classificar toda a movimentação como um jogo teatral, e o enviado norte-americano Steve Witkoff parece confirmá-lo ao confessar hoje que Trump lhe dissera que está admirado com o facto dos iranianos não se terem rendido às suas ameaças. Todavia, o comandante iraniano avisou que estão prontos a responder e que desta vez não irão aceder aos pedidos norte-americanos para não responderem mais à agressão traiçoeira de Israel. Muito provavelmente, apesar do porta-aviões Gerald R. Ford estar já no Mediterrâneo para proteger Telavive, esta cidade vai ser bastante mais destruída, e já não só nos cinco ou seis alvos como foi da última vez na guerra dos 12 dias de 2025.  

Considerando a movimentação de navios na região como uma fase de propaganda, o Brigadeiro General Asadi disse  que a resposta a tal movimentação teatral foi bem dada pelo Ayatollah Seyed Ali Khamenei, recentemente: "Claro que um porta-aviões é um dispositivo perigoso, mas mais perigoso do que o porta-aviões é a arma que pode enviá-lo ao fundo do mar."
Brigadeiro General Asadi  recordou o fracasso dos inimigos da República Islâmica nos últimos 47 [anos apesar das centenas de assassinatos que sofreram] e afirmou "Esperamos que os malignos belicistas como a América, a Inglaterra, a França, a Alemanha e o regime sionista acabem eventualmente como tumores cancerígenos na região do Oeste da Ásia," e reiterou a prontidão de combate das Forças Armadas Iranianas, enfatizando que estão preparadas para defender e agirão de forma muito mais firme e poderosa do que no passado: "A resposta das Forças Armadas a qualquer erro de cálculo e ato de tolice do inimigo será mais devastadora do que nunca."
 
3º 22/2. 19.00 Questões: Quem decide o ataque? O megalómano do Trump e os seus conselheiros, o Pentágono ou antes Netanyahu e os sionistas de Israel e dos USA?  Provavelmente os três, e sobretudo os sionistas, inimigos mortais da República Islâmica do Irão e que sabem que esta época é a mais adequada dado que é a do Ramadam, e brevemente começarão nos USA os Jogos Olímpicos. 
2º Bombardearão traiçoeira e impiedosamente, e tentarão desembarcar, ou contam com infiltrados da CIA e Mossad, para causar mais confusão e destruição?   Provavelmente bombardearão só e contarão com infiltrados e corrompidos.
 3º Que mortos ou novos mártires resultarão do ataque traiçoeiro? Além da população, o próprio Ayatolah Khamenei e vários dos comandantes? Não  podemos adivinhar, mas quem quer que seja martirizado será substituído, e o povo iraniano e as suas forças armadas não sucumbirão. 
4º O que devemos orar, como devemos encarar na Divina Providência? É mesmo uma batalha decisiva entre as forças do bem e  do mal, ou não devemos abstractizar para tal nível, mais uma guerra do imperialismo ocidental e do sionismo contra quem se opõe a ele?  Mesmo assim, o plano Divino de Bem para a Humanidade como recebe e ressoa esta batalha, e o que pede de nós? Lux Dei!
 5º  
A 25 de Fevereiro o impasse do ataque continua pois as chefias militares norte-americanas sabem bem que não será a pêra doce que alguns querem vender, e é grande o número dos melhores analistas, jornalistas e comentadores internacionais (tais  Alaistar Crooke, Douglas Macgregor, Alexander Dugin, Scott Ritter, Larry Johnson, George Galloway, Prof. Seyed Marandi, Tucker Carlson, Chris Hedges, Prof. Jeffrey Sachs, Prof. John Mershmaier, Patrick Heningsen, Max Blumenthal, Andrei Martyanov, Judge Napolitano, Brian Berlic, Pepe Escobar, Aaron Maté, Garland Nixon, Laith Marouf, Daniel Davis, Glenn Diesen, Clayton Morris, Kim Iversen, Yves Engler, Jackson Hinkle, etc.), a condenarem a aventurice  criminosa pro-sionista... E consta que serão mais os ajudantes e enviados especiais de Trump, a proporem e decidirem o momento, Steve Witkoff e Jared Kushner, dois judeus, e que, ao negarem a existência de genocídio na Palestina, se tornam algo sionistas...  
6º Dia 26/2. Realizam-se as últimas negociações em Geneve, nas quais os Iranianos já ofereceram o pleno desarmamento nuclear para chegarem a um acordo de paz. A questão é a pressão dos lobies belicistas e sionistas que tem sustentado monetariamente Trump, e para os quais a guerra deve ser já lançada ou o Irão completamente desarmado balisticamente. Para poderem ser atacados traiçoeiramente, certamente...
 26. 19:30. Os satélites chineses fotografam a base militar dos USA em Israel, aonde chegaram onze aviões F.35, embora as negociações indirectas em Geneve tenham corrido bem, com nova ronda de negociações prevista  para Viena.
27/2. Um dos meios de comunicação do sistema hegemónico norte-americano, Politico, assinala a decisão de não serem os norte-americanos a lançarem o ataque, mas os israelitas. Estes terão que receber  a retaliação, embora contem com a cobertura que USA e os estado árabes corrompidos da região lhes farão. Entretanto uma guerra entre o Paquistão e o Afeganistão Taliban parece despontar, provavelmente fomentada por Israel, USA e a Índia, esta tendo já condenado o Paquistão, enquanto o Irão lembra que o mês do sagrado do Ramadan devia inspirá-los ao diálogo e à fraternidade.
27/2. 15:10. Alaistar Crookes, em directo e em diálogo Daniel Davis, desmontam as mentiras de Israel quanto ao perigo de Irão atacar Washington, crê que o momentum está bastante poderoso e é iminente, com mais de vinte navios poderosos norte-americanos e com uma propaganda imensa (tal a dos senadores norte-americanos Lindsey Graham e John Kennedy) para atacarem. E denuncia o sionismo de Modi e do governo da Índia actual. Por declarações de oficiais norte-americanos admitem que seja neste fim de semana o ataque.
27. 18:46. Um bom (com reservas por vezes, já que é britânico e continua por lá) jornalista e comentador diário, no youtube: https://www.youtube.com/@AlexMercouris, anuncia que as negociações falharam. E com ele outros, tal https://www.youtube.com/@LevanGudadze.  Pouco interessa que os iranianos se comprometam a não avançarem com o enriquecimento do urânio ( e o que já têm vale milhões, para uso civil-médico, e teriam de o dar), pois têm ainda de ficar sem mísseis balísticos, e não podem ter alianças com outros países ou grupos não controlados por eles. Vergonhosas imposições... Netanyahu, Lindsey Graham, John Kennedy, e vários outros sionistas e belicistas estão satisfeitos, diabólicamente, pois vai haver muito sangue e ruínas. Resta saber se não lhes cai em cima também o Carmo e a Trindade, divinamente... 
A Embaixada do Reino Unido já evacuara os seus cidadãos de Terão, e agora  as outras embaixadas começaram a fugir também, provando que o ataque vai ser perpetrado pelas forças israelo e norte-americanas e seus aliados e que podemos chamar, com toda a seriedade e propriedade, demoníacas, hubricas, criminosas. 
Oremos a Deus, aos espíritos celestiais, para que morra e sofra pouco gente e que o eixo do mal israelo-ocidental seja derrotado...