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| Dos que caminham ao nosso lado e nos apoiam, espíritos humanos ou angélicos, e que podem intermediarizar a benção e o amor divino |
Pedro Teixeira da Mota
Livros, Arte, Sabedoria, Amor, Religião, Espiritualidade, Esoterismo, Meditação, Anjos, Peregrinar, Oriente, Irão, Índia, Mogóis, Rússia, China-Japão, Brasil, Renascimento, Símbolos, Tarot, Saúde natural, Ecologia, Gerês, Nuvens, Árvores, Pedras. S. António, Bocage, Antero, F. Leal, W. de Morais, Pessoa, Aug. S. Rita, Sant'A. Dionísio, Agostinho da Silva, Dalila P. da Costa, Pina Martins, Pitágoras, Ficino, Pico, Erasmo, Bruno, Tolstoi, Tagore, Roerich, Ranade, Bô Yin Râ, Guénon, Corbin, Dugin.
quarta-feira, 4 de novembro de 2026
Spiritual advices for the seekers. Conselhos espirituais recebidos há anos no estrangeiro, perenes, logo partilháveis.
The causes and lessons of Trump's defeat explained by the russian Alexander Dugin. And also by the iranians walyia Qalibaf and Mohseni-Eje’i.
How Zionism Brought Trump to Ruin
Betrayal at the heart of power
Alexander Dugin examines how Trump’s surrender to neoconservatives and Zionist interests led to his political downfall and what Russia must learn from it.

Alexandre Dugin, "Como o Sionismo Levou Trump à Ruína. Traição no coração do poder". E ainda as apreciações de Qalibaf e Mohseni-Eje’i,
«Trump foi levado à completa ruína nas eleições de meio de mandato pela sexta coluna dentro de seu próprio círculo. A sexta coluna é a coisa mais terrível que pode acontecer a um país e a um regime político. Ela existe em toda sociedade, embora sua orientação, estrutura e subordinação a centros exteriores de tomada de decisão difiram de um país para outro. No caso de Trump, esse centro era o Israel de Netanyahu. Noutros casos, os próprios Estados Unidos, a NATO ou a UE desempenham esse papel. Mas o mecanismo subjacente permanece o mesmo. Dentro das elites, sempre há aqueles que não servem os interesses de seu próprio povo e estado, mas algum poder exterior. E o maior perigo da sexta coluna é que os seus membros se escondem atrás de uma fachada de completa lealdade e devoção ao governante. A quinta coluna [de apoiantes] opera abertamente, tornando mais fácil identificá-la e, se houver vontade política, reprimi-la. Expor a sexta coluna requer uma expertise ideológica particular. Simplesmente seguir ordens e obedecer à lei não é suficiente. Esses são precisamente os pontos fracos pelos quais a sexta coluna se infiltra no sistema.
Nos Estados Unidos, o movimento MAGA [Make America Great Again] oscilou entre o núcleo ideológico do populismo de direita e os neoconservadores aliados a sionistas declarados e sionistas "cristãos". Os populistas opuseram-se às intervenções estrangeiras (especialmente à guerra com o Irão), ao Estado profundo (Deep State) e à classe Epsteiniana. Os neoconservadores e sionistas apoiaram essas três direcções: intervenções estrangeiras, branquear Epstein e o Estado Profundo (que eles próprios constituem).
Estou convencido de que nossos serviços de contrainteligência dominaram os princípios da guerra em rede. Agora é o momento de aplicar essas habilidades ao máximo. Após a derrota catastrófica de Trump nas eleições de meio de mandato, os acontecimentos ao redor do mundo assumirão um caráter especialmente sinistro. Todas as esperanças de que a situação na frente ucraniana se resolva de alguma forma são irresponsáveis e fúteis. O regime de Kiev agora estará encorajado (Zelensky e os líderes da UE estavam convencidos de que Trump estava a agir nas mãos da Rússia, o que na verdade não era o caso), e não é difícil imaginar a que isso levará. Zelensky já vinha insultando Trump de forma descarada em todas as oportunidades nas últimas semanas, convencido de que o presidente americano sairia dramaticamente enfraquecido das eleições de meio de mandato.
Devemos reconhecer e analisar cuidadosamente tudo o que aconteceu nos Estados Unidos, assim como o que ocorreu nas eleições israelitas (a derrota de Netanyahu) e o que agora se está a desenrolar na Europa (onde tudo está a pegar fogo).
Um capítulo específico da história contemporânea chegou ao fim. O fim de uma coisa é o começo de outra. O que importa é que a Rússia participe deste novo capítulo como um actor independente, de forma activa e decisiva.»
«O porta-voz do parlamento do Irão e principal negociador nas conversações com os Estados Unidos, Mohammad-Baqer Qalibaf elogiou a rejeição esmagadora do público americano ao Partido Republicano do presidente dos EUA, Donald Trump, nas eleições de meio de mandato do Congresso, advertindo sobre consequências graves caso Washington tente ignorar a vontade dos eleitores ao lançar outra guerra contra o Irão:
"Se o governo dos EUA trair a vontade pública para servir os pagadores e chantagistas internacionais, ele aprenderá que nosso NÃO vem com um Pesadelo."
Numa publicação nas redes sociais na quarta-feira, Mohseni-Eje’i escreveu: “Trump foi derrotado tanto na guerra quanto na política.” Certamente infligir-lhe-emos mais derrotas.
"Esta é apenas a aurora do que está por vir," acrescentou.
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| A sábia, prudente e corajosa direcção do sagrado Irão. Nûr |
terça-feira, 3 de novembro de 2026
Teachings of Ali, 1º Imam of Shiia and qutb or master of Iran, on eve of one more possible treacherous strike of USA and Israel. May Iran win!
segunda-feira, 2 de novembro de 2026
Dia dos Fiéis do Amor, defuntos na terra mas imortais nos céus. Postais da Elisa Dantas, aluna de Yoga, no Suribachi, no Porto, nos anos 80
Recebi o privilégio, após regressar de uma estadia na Índia de um ano em ashrams e com vários mestres, aprendizagens e iniciações, ao ser professor de yoga e meditação nas décadas de oitenta e noventa em algumas cidades, de conhecer várias pessoas de grande qualidade anímica que tanto aprenderam comigo como eu com elas, ao obrigarem-me a alargar a minha alma às aulas e ensinos, aos seus problemas e potenciais, transmitindo-me algo das suas especificidades de sensibilidade e questionamento, amor e sabedoria. E como algumas já se libertaram da vida corporal terrena pensei ser apropriado relembrar e comemorar esses encontros, amizades, magistérios, demandas e seres maravilhosos neste dia 2 de Novembro de 2026, dia dos Fiéis defuntos, porque realmente elas foram Fiéis do Amor, e lembram-me neste dia de comungar em Amor com elas!
Jürgen Elsässer: A luta de Lagarde e Tusk contra Thiel e Musk, ou dos magnates da Inteligência Artificial contra os do globalismo financeiroe seu assalariados. Lagarde, Tusk, Thiel, and the Battle of the AI Giants by
Podemos constatar e dizer que já estamos na III guerra mundial há algum tempo, sobretudo nesta segunde metade do ano de 2026. Ora o autor deste bom artigo, Jurgen Elsasser, embora tenha explicado muito bem, da luta em curso, o aspecto mais recente, o dos magnates de Inteligência Artificial, Ellon Musk e Peter Thiel, contra os globalistas financeiros como Soros e Karl Schwab, e tenha mencionado a de Israel e EUA contra o Irão, não mencionou a importantíssima guerra na Ucrânia sustentada pela União Europeia e não falou sobre a mais importante: a luta do neoliberalismo globalista hegemónico ocidental contra a multipolaridade equitativa dos BRICS, liderada por Rússia, China, Irão e Brasil... São portanto muitas as potências em conflito...
O que vai resultar não sabemos e o autor apenas desmascara alguns dos protagonistas mais postos em causa recentemente, o tosco e fanático anti-russo e assalariado da finança globalista, Donald Tusk, e a senhora Lagarde, que não sabemos se abandonou como os ratos o barco da finança ocidental que se está a afundar, ou se foi forçada a demitir-se, embora Jurgen Elsässer considere que foi forçada a tal por Ellon Musk. Contudo, ela virá a desmentir tal leitura, lembrando que continua até Fevereiro como presidente do Banco Central Europeu, e que antecipou a saída uns meses porque quer deixar de estar obrigada a certa neutralidade e pronunciar-se de acordo com o que sente na sua consciência. Leiamos então: Jürgen Elsässer, que examina a crescente luta pelo poder entre as elites globalistas estabelecidas e os oligárquicos de IA em .ascensão, à luz dos acontecimentos recentes.

«Jürgen Elsässer examines the escalating power struggle between established globalist elites and rising AI oligarchs in light of recent events.
The chaos engulfing the world has reached a new level. Many of these developments can be explained by examining the geopolitical and financial-capitalist forces at work: the struggle between AI oligarchs seeking to establish a global dictatorship and the established globalist elites represented by figures such as Soros.
Two explosive developments in recent days are directly connected:
The attempted coup in Poland, when pro-EU Prime Minister Donald Tusk sought to bring the Constitutional Tribunal under his control.
And the announcement of European Central Bank President Christine Lagarde’s resignation, delivered in a selfie video that resembled the hostage videos once released by the Red Army Faction (RAF) and similar terrorist groups. The usually elegant Frenchwoman appeared before the cameras with her face covered in bandages, a microphone cable dangling from her clothing, and black-painted fingernails. Since she will not step down for another four months, she could just as easily have waited until her face had returned to its usual well-groomed appearance (she reportedly underwent surgery for skin cancer). Who forced her to undergo this ritual of humiliation?
Other chaotic developments have added to the turmoil, including the uncertain outcome of the Israeli elections, which nevertheless leaves Netanyahu in office. He subsequently issued sharp threats of war against Iran, followed by consultations between Trump and CENTCOM’s senior command, which is preparing to implement Netanyahu’s course of action.
The Bigger Picture
The chaos becomes easier to understand when viewed against the backdrop of a brutal power struggle between two elite power structures. On one side stands the old Deep State, centered around figures such as Soros, Gates, and Klaus Schwab. On the other stands a new, “Deeper State,” consisting of tech barons such as Peter Thiel, Alex Karp, and Elon Musk. These men form the power base of Donald Trump.
The economic differences are as follows:
Soros and his associates pursued deindustrialization through climate policies. Thiel, Musk, and their allies, by contrast, reject what they regard as the climate hoax because the enormous electricity demands of the AI revolution require a stable energy supply from fossil fuels and new nuclear power plants.
Soros and his associates want to dissolve nations into currency blocs, such as the dollar bloc and the euro bloc. Thiel and Musk, on the other hand, want to break away from hopelessly indebted central banks and establish a new libertarian monetary system based on privately issued AI-powered cryptocurrencies, such as stablecoins, controlled by themselves and Trump.
This explains the fate of Lagarde and Tusk. Both represent the euro, which is to be transformed as quickly as possible through the introduction of the digital euro. The tech barons have no interest in this project. They want their cryptocurrencies to replace the existing system of central bank money. Their first target is the euro: they forced Lagarde into a humiliating retreat. On Friday, Tusk attempted a pro-euro coup as a diversionary counterattack—and apparently failed.
The left-right political game in Europe, and elsewhere, fits into this larger power struggle. The Left generally supports the old Deep State, while the Right backs the new, Deeper State. Both are controlled by outside forces and opposed to the national interest. Many genuine patriots are being systematically eliminated, one by one.»














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