

Livros, Arte, Amor, Religião, Espiritualidade, Ocultismo, Meditação, Anjos, Peregrinar, Oriente, Irão, Índia, Mogois, Japão, Rússia, Brasil, Renascimento, Simbolismo, Tarot, Não-violência, Saúde natural, Ecologia, Gerês, Nuvens, Árvores, Pedras. S. António, Bocage, Antero, Fernando Leal, Wen. de Morais, Pessoa, Aug. S. Rita, Sant'Anna Dionísio, Agostinho da Silva, Dalila P. da Costa, Pina Martins, Pitágoras, Ficino, Pico, Erasmo, Bruno, Tolstoi, Tagore, Roerich, Ranade, Bô Yin Râ, Henry Corbin.


Em apoio e homenagem ao povo Iraniano - e suas almas, vivas ou mortas - que há séculos tem mostrado a sua grande qualidade anímica e suportado nos séculos XX e XXI grande acossamento de guerras, sanções e assassinatos do Ocidente e particularmente dos USA e Israel, e estando agora a ser traiçoeira e totalmente atacado, resolvi iniciar uma antologia dos seus grandes ensinamentos éticos, morais, psíquicos, espirituais para criar luz na atmosfera animica mundial e diminuir a quantidade de gente ignorante, enganada, amilhazada, americanizado, sionizada, estupidificada, anti-iraniazada..
A primeira escolha é um breve canto e oração com mais de dois mil anos, atribuído a Zaratustra embora possa ser de um dos mestres ou religiosos seus continuadores e que concentra bem a dinâmica anímica dos sábios religiosos e nobres guerreiros iranianos, hoje em luta de morte com os degenerados e diabólicos ocidentais e sionistas, que sendo tão invejosos vão tentar destruir certamente os monumentos mais divinos do Irão...
Encontra-se na obrazinha The Divine Songs of Zarathustra publicada em 1924, escrita pelo advogado Dinsha Jijibai Irani, com valiosa introdução de Rabindranath Tagore e biografia de D. J. Irani, por Irach J. S. Taraporewala.
«O Espírito da Devoção Benevolente e do Amor (Spenta Armaiti). É descrito como de mente ativa e zelosa. Trabalhando diligentemente pelo bem-estar da humanidade, a força motivante sendo o seu amor pela humanidade, é conhecido como o “Generoso Armaiti.” Um camponês trabalhando arduamente na sua terra natal, criando a sua família com amor, cuidando de seu rebanho e terras, é mais abençoado pelo Espírito Generoso de Armaiti do que um recolhido que renunciou ao mundo e vive de esmolas. Daí, a devoção amorosa, a diligência e a benevolência não serem apenas atributos louváveis, mas tornarem-se parte de um dever religioso.» Destaque-se o amor à terra natal, hoje a ser muito destruído pela plutocracia globalista e a classe política ocidental a ela avençada, e a vivência dos atributos divinos no nosso quotidiano como um batalha, missão, dever ético...
۴. روح فداکاری و عشق نیکوکارانه (اسپنتا آرمیتی).
به عنوان ذهنی فعال و پرشور توصیف شده است. با کار سخت برای رفاه بشریت و با انگیزه عشق به بشریت، به عنوان "آرمیتی بخشنده" شناخته میشود. یک دهقان که به سختی بر روی خاک زادگاهش کار میکند، خانوادهاش را با عشق بزرگ میکند، از گله و زمینهایش مراقبت میکند، بیشتر از یک عزلتنشین که دنیا را رها کرده و با صدقه زندگی میکند، از روح بخشنده آرمیتی برکت میگیرد. از این رو، محبت، سختکوشی و نیکوکاری نه تنها ویژگیهای ستودنی هستند، بلکه بخشی از وظیفه دینی نیز میشوند.
. The Spirit of Benevolent Devotion and Love (Spenta Armaiti).
It is described as of the active and zealous mind. Working diligently for the welfare of mankind, the motive force being its love for mankind, it is known as the “ Bountiful Armaiti.’”” A peasant toiling arduously on his native soil, rearing up his family in love, caring for his flock and lands, is more blest by the Spirit of Bountiful Armaiti than a recluse who has renounced the world and liveson alms. Hence loving devotion, diligence, and benevolence are not only commendable attributes, but become part of a religious duty.
Дух благожелательной преданности и любви (Спента Армайти).
Его описывают как обладающий активным и усердным умом. Работая усердно на благо человечества, движущей силой которого является его любовь к человечеству, он известен как «Щедрая Армайти». Крестьянин, усердно трудящийся на своей родной земле, воспитывающий свою семью в любви, заботящийся о своем стаде и полях, более благословлен Духом Щедрой Армайти, чем отшельник, отказавшийся от мира и живущий на подаяние. Следовательно, любящая преданность, усердие и доброжелательность не только достойные похвалы качества, но и становятся частью религиозного долга.
به تو دعا میکنم، ای پروردگارم،
کمک حقیقت را به من بده، در لحظهای بسیار حیاتی،
کمک سرداران دلیر تو را به من عطا کن، ای مزدا!
کمک آرمایتی مبارک، فرشته دینداری عاشقانه را به من عطا کن،
و آن قدرت مقدس و سلطنتی را به من عطا کن، ای خداوند،
تا بدین وسیله همیشه روح پلید دروغ را شکست دهم
«Eu oro a Ti, meu Senhor,
Dá-me a ajuda da Verdade, num momento supremamente crucial,
Dá-me a ajuda dos Teus valorosos capitães [ajudantes], ó Mazda!
Dá-me a ajuda do abençoado Armaiti, o Anjo [ou Arcanjo] da Piedade amorosa,
E dá-me esse sagrado poder soberano, ó Senhor,
Para que eu possa para sempre vencer assim o Espírito Maligno da Mentira.
I pray to Thee, my Lord,
Give me the help of Truth, at a moment supremely crucial,
Give me the help of Thy valiant captains, O Mazda!
Give me the help of the blessed Armaiti, the Angel of loving Piety,
And give me that holy sovereign power, O Lord,
That I may for ever vanquish thereby the Evil Spirit of Untruth.
Я молюсь Тебе, мой Господи,
Дай мне помощь Истины в момент, крайне важный,
Дай мне помощь Твоих доблестных капитанов, о Мазда!
Дай мне помощь благословенной Армайти, Ангела любящей благочестия,
И дай мне ту святую суверенную власть, о Господи,
Чтобы я мог навсегда победить тем самым Духа Лжи.
.
1ª parte. Como se sabe o jornalismo português, em geral, está algo manietado, vendido, escravizado e presta frequentemente um serviço de desinformação, manipulação, acerbamento de receios e ódios e estupidificação, e não há jornal que se possa ler confiantemente, nem canal televisivo que se possa ouvir sem se ser enganado, manipulado, violentado. Consequentemente, no meu caso, não os leio nem vejo ou oiço, preservando assim tempo, cérebro, memória, discernimento e alma.
Um dos jornais que há muito, embora nele tenham passado bons jornalistas (lembro-me do amigo Victor Mendanha), e ainda haja alguns a trabalharem correctamente, parece alinhar-se com a oligarquia globalista norte-americana, sionista e europeia é o Correio da Manhã.
Caminhando, ao deparar-me com um jornal sobre um marco de eletricidade, resolvi levá-lo e consultá-lo, pois era da véspera, domingo, 1 de Março e falava alto nos títulos da fotografia de topo. "ATAQUE DE TRUMP AO IRÃO INCENDEIA O MÉDIO ORIENTE. [Acertaram, mas não era difícil, e seria interessante saber-se que outros títulos estiveram no ar.] - Ofensiva militar conjunta americana e israelita. - Presidente apela aos iranianos para se levantarem contra os opressores [Ou seja, na realidade e não no bluff israelo-americano, levantar-se-ão, sim, e mais unidos, contra os opressores invasores assassinos] - Telavive anuncia morte do aiatola Ali Khameni. - Outras figuras da elite de Teerão também morreram - [Tentativa, de certo modo, de justificar o assassinato traiçoeiro, e rebaixar a moralidade e ética do regime socialista islâmico de Teerão, como se ele fosse do nível da elite epsteiniana, ou de Bruxelas ou sionista.] Em caixa vermelha no canto inferior: - Regime Islâmico reage e bombardeia Israel e bases dos EUA no Golfo Pérsico" - [Não é o Irão mas um regime, não o salazarista mas o islâmico...]

2ª parte: Começando com uma aparência de moderado, ao considerar o ataque «juridicamente discutível e estrategicamente arriscado», quando é evidentemente ilegal, criminoso e condenável, entra rapidamente nas mentiras habituais, considerando «desde 1979 o Irão um dos maiores patrocinadores do terrorismo mundial,» talvez sem querer pondo-o atrás de Israel, Arábia Saudita e Estados Unidos da América (oficialmente os criadores da Al-qaeda e do Isil, e para combaterem Rússia no Afeganistão), e mostrando a sua ignorância quanto aos números do terrorismo de grupos shiaa ou ligados ao Irão nos últimos quarenta anos, que é de cerca de 25% comparados aos 75 dos sunitas apoiados pelos Estados Árabes, os USA e Israel, este país nunca sofrendo um ataque dos terroristas do Isis ou Isil, antes tratando-os nos seus hospitais quando vinham feridos dos confrontos com as tropas do General Soleimani, morto mártir por Trump e Netnayahu, tal como agora o aiatola Ali Khamenei. E em ambos casos quando estavam em negociações. Mas para o colunista Coutinho, provavelmente tudo bem, nem sequer discutíveis tais assassinatos...
Em seguida entra no delírio de quem parece mesmo um amilhazado, solerizado, sionizado: o Irão é «em termos domésticos uma máquina trituradora do seu povo, e sobretudo, das suas mulheres.» Oh que grande ignorante ou alienado... O que nos diz de Trump, Epstein, Clinton, Príncipe André, Bill Gattes Rothschild, e as mulheres e crianças abusadas, para não irmos mais além?
Será que essa da máquina trituradora vem (consciente ou inconscientemente) do que Zelensky e o seu gang de banderitas e azoves fazem à população obrigada à força ou sobre ameaça de morte a ir morrer pelo regime extremista anti-russo do comediante cocainómano, apoiado pela União Europeia e certamente pelo colunista Pereira Coutinho?
Máquina trituradora das mulheres iranianas, que passaram de cerca de 90% analfabetas no tempo do xá Reza Pahlavi para menos de 3% actualmente?
João Pereira Coutinho parece um simples sionizado a repetir as mentiras das narrativas oficiais norte-americanas, israelitas e da tola da União Europeia anti-iranianas, como lemos depois da breve referência, algo desprezível mas que pode fazer caixa internacional, aos grupos ou etnias ou religiões que se opõem ao projecto sionista-trumpiano-epsteiniano: «Sobre o terrorismo, o Hamas, o Hezbollah, os Houthis do Iémen ou as milícias xiitas do Iraque são apenas os cabeças de cartaz.» Eis uma descoberta original do seu Coutinho, habituado a ver o mundo no cinema de Holywood: «são apenas os cabeças de cartaz...» Que grande cabeça, que génio de colunista, que olhar de lince em terra de cegos...
O senhor colunista não quis ficar por aqui, quis voltar às mulheres iranianas e aos homens, e quer reescrever a história, quer gerar manchete ou cartaz de cabeça na última página do jornal: «Sobre a repressão interna, basta lembrar as dezenas de milhares de mortos que o regime provocou recentemente».
Consideremos o que se passou e hoje já qualquer pessoa medianamente informada ou não alienada sabe pelas próprias autoridades norte-americanas (nomeadamente o secretário de Estado do Comércio norte-americano, e Mike Pompeo), e israelitas, (tal Netanyahu), que foi uma tentativa de mudança de regime com agentes infiltrados e muitos aliciados, a partir de uma manifestação pacifica inicial, sobretudo de lojistas e comerciantes, contra a desvalorização do rial conseguida pela cáfila financeira internacional liderada pelos USA, do que resultaram cerca de três mil mortos iranianos, dos quais cerca de metade inocentes e a outra metade das forças armadas e dos revoltosos e terroristas.
O senhor colunista pode alegar, e justificar-se, que acreditou em quem considera uma autoridade do bom senso, quem sabe mesmo se digna do prémio "nobel da Paz"[hoje completamente desacreditado], Donald Trump, que apontou para 35.000, sem qualquer dúvida exageradamente pois a maioria das estimativas das organizações vai dos 3.000 a 5.000, à parte algumas organizações meramente anti-iranianas e alguns canais e jornais do Deep system mais reaccionários e anti-iranianos, como são o New York Post, que inventa 36.500 mortos nos dois dias de distúrbios, e The Guardian, que aventa mais modestamente face ao que esperariam os seus patrocinadores 30.000.
Como o colunista é jornalista, podem estes jornais ser a sua fonte principal de informação e nem precisa de ser um trumpiano, ou de desculpar-se de ter confiado nele. Hoje no Youtube vêm-se bastantes imagens do que se passou, uma tentativa colorida de mudança de regime, tal como está agora a acontecer no ataque israelo-americano, que nada tem a ver com a energia nuclear mas com as riquezas físicas, psiquicas e espirituais de uma nação e civilização imortal, com os já rotos Trump e Netanyahu a pedirem à população para sair para as ruas, para se libertarem do IRGC que os defende e se entregarem nas mãos democráticas e confiáveis dos agentes infiltrados ou nas miras dos israelitas ou norte-americanos que disparam mísseis sobre escolas cheias de crianças.
O colunista João Pereira Coutinho parece estar de acordo com aqueles dois monstruosos cabeças de cartaz da elite epsteiniana que tenta ainda manter o mundo explorado e submetido ao seu infrahumanismo, à lei do mais rico, mais poderoso, mais imoral...
3ª parte. No parágrafo final, a condescendência, quanto às críticas à agressão violenta, e as lágrimas de crocodilo do colunista Coutinho voltam ao de cima. Ei-lo: «As críticas ao ataque são legítimas; mas ignorar o que lá se passa [ou o que as narrativas oficiais anti-iranianas instilam] é uma cegueira selectiva [uma auto-crítica, inconsciente] que as diminui de imediato. Com todas as reservas que Trump merece [que mercês e merecimentos acacianos...], espero que esta guerra, uma vez iniciada [ou ainda mais brutalizada ou concluída] traga pelo menos a libertação dos iranianos»
Quem são os iranianos que podem ser libertados de prisões físicas ou de constrangimentos mentais? Pois são os traidores da Pátria-Mátria, da República Islâmica, da Tradição Shia, e da Cavalaria nobre de Firdousi e Jamshid...

Será que a ignorante e hubrica mentalidade do Trump não lhe merece reservas e pensa que alguma vez o povo Iraniano, na sua resistência à elite epsteinina e sionista tornado um exemplo heroico pelo mundo multipolar e são, com tantos mártires já dados no espírito Shiaa ou Xiita, tal o general Soleimani, o aiatola Ali Khamenei e sua família, as 165 crianças, vai claudicar perante a corruptora finança internacional e os assassinos norte-americanos e israelitas, que tantos partidos e jornalistas ameaçam, aliciam e manipulam?
Senhor colunista, está enganado. A sua coluna não é a de um jornal - pois ainda que tenha outros anti-iranianos ao seu lado, tal uma Rita Monteiro, e o mais mentiroso, o director executivo Paulo João Santos, o responsável de todas as notícias e "mentiras de antologia" das duas páginas centrais, também há os que têm o mínimo de isenção e independência -, nem é de um templo mas a de uma ignorante ou então corrupta submissão à mentira, à violência, à opressão, à insensibilidade, ao infrahumanismo plutocrático, a um deep sistema diabólico, responsável pelo sofrimento e morte de milhões de seres nas últimas décadas...
Post-Scriptum. Bons canais de informaõe, e bons jornalistas e comentadores, alternativos aos jornalistas e colunistas portugueses ignorantes, corruptos, sionizados anti-iranianos:
O que os melhores comentadores da geo-estratégica nos dizem e prognosticam, tais Douglas Macgregor, Scott Ritter, Alexander Dugin, ou numa lista completa publicada há dias:
«Douglas Macgregor, Alexander Dugin, Alaistar Crooke, Scott Ritter, Larry Johnson, Coronel Jacques Baud, George Galloway, Prof. Seyed Marandi, Tucker Carlson, Chris Hedges, Prof. Jeffrey Sachs, Prof. John Mershmaier, Patrick Heningsen, Max Blumenthal, Andrei Martyanov, Judge Napolitano, Brian Berlic, Pepe Escobar, Aaron Maté, Garland Nixon, Alexander Mercouris, Alex Christoforou, Jimmy Dore, Glenn Greenwald, Richard Medhurst, Laith Marouf, Daniel Davis, Glenn Diesen, Clayton Morris, Kim Iversen, Rachel Bevlins, Nima Alkhorshid, Yves Engler, Jackson Hinkle, Cyrus Janssen, Peter Oborne e, no youtube e telegram, Ruslan beslov, Dennis Kucinich, Borzzikman, etc.»
o estado do meu corpo é de tanta frágilidade,
que o pouco de honra que tenho
é apenas pela vossa generosidade!
Tudo o que tenho de meu,
no caminho da revolução e do Islão,
tudo o que eu tenho, sacrifico-vos.»

Novo mês, novo dia, 1 de Março, Domingo, o que devemos pensar, orar e antecipar sobre a guerra iniciada ontem Sábado pelo ataque traiçoeiro de Israel e do seu vassalo Estados Unidos da América?
Para além de orarmos pela paz e o discernimento geral e sacudirmos panos, lençóis e colchas brancas à janela, enviando tal desiderato para o mundo, para além de orarmos Deus por luz e paz, e pelo rápido fim do conflito com a vitória dos que são mais da Luz e da Verdade e da Divindade, para além de denunciarmos a malignidade dos regimes israelitas e norte-americanos e britânicos, mais os dos seus coligados, o que deveremos esperar do que aconteceu e surge nas notícias de hoje, certamente não nos canais televisivos da manipulação geral para a população tola, vacinada contra ao discernimento e a procura da verdade?
Mais mortandade e destruição reciproca? No jogo da batalha naval algum dos porta-aviões ao fundo? Novos tipos de misseis iranianos ainda mais inteligentes que as anti-aéreas da coligação Epstein, ou seja dos israelos-americanos e britânicos?
Mais criminalidade e assassinatos dos egoicamente megalómanos dos israelitas e ocidentais que pensam que podem decapitar os regimes ou governos adversários matando os sucessivos governante e militares quando o seu povo está unido na oposição a tal tentativa mudança de regime e novos dirigentes virão ao de cima, ainda mais motivados para fazerem justiça aos seus mártires?
A população mundial cada vez mais desperta, pesem as narrativas oficiais sionizadas e imperializadas dominantes da Fox News e CNN aos Milhazes, Rogeiros e Soleres?
A Rússia e a China, manter-se-ao contidas, ou darão apoios discretos ou mesmo forte aos iranianos, já que são como eles vítimas do eixo do mal ocidental, sobretudo a Rússia?
Iraque e Iémen, países maioritariamente xiitas e inspirados pelos mesmo 12 Imams, conseguirão ajudar o Irão a defender-se e a ripostar?
O estreito de Ormuz fechado até onde irá fazer disparar os preços de combustíveis e logo de alguns bens no mundo?
Bibi escondido em Creta, uma ilha já semi-sionizada? O líder supremo do Irão morto como mártir no seu posto e já substituído por um ainda melhor?
Que repercussões vai haver na luta entre a Rússia e a Ucrânia, agora que os governantes degenerados ingleses e franceses querem armar com armas nucleares um viciado em cocaina e já semi-doido como é Zeelensky, que continua a proclamar que morreram 50.000 ucranianos, quando já morreram mais de um milhão e meio, apoiado pelas ratzanas que dirigem a União Europeia, gordas do sangue ucraniano, não sabemos se dos 50.000 se do milhão e meio, que provavelmente dirão mais algumas parvoíces hipócritas, como Ursula von Pfizer já fez (com o chihuaha Rangel), condenando o ataque às bases norte-americanas na Arábia saudita, como se fosse um ataque contra o povo ou o Estado da Arábia Saudita.
Como reagirá a comunidade islâmica dos crentes, a Umma, ou os religiosos de alguns países e comunidades, tais as confrafrias de Irfan e sufis? Exprimirão o seu apoio, como muitos tem dito nos meses anteriores, em prol da paz, do diálogo e da independência?
Eis algumas das perguntas com que começamos o dia antes de ligar a internet e ver por canais alternativos, e provavelmente a Al-jazeera, o que se passa no terreno e internacionalmente.
Confirmar-se-ão as previsões dos melhores analistas internacionais que não será um novo Iraque, Líbia, Síria, Venezuela o ataque ao Irão e que USA e Israel vão ser apertados fortemente, ou mesmo humilhados, tal a inoperância dos seus sistemas defensivos contra as respostas justas do Irão?
A confirmar-se tal resistência iraniana deveremos admitir que os demoníacos israelo-sionistas-norte-americanos globalistas lançarão alguma bomba nuclear?
O que os melhores comentadores da geo-estratégica nos dizem e prognosticam, tais Douglas Macgregor, Scott Ritter, Alexander Dugin, ou numa lista completa publicada há dias:
«Douglas Macgregor, Alexander Dugin, Alaistar Crooke, Scott Ritter, Larry Johnson, Coronel Jacques Baud, George Galloway, Prof. Seyed Marandi, Tucker Carlson, Chris Hedges, Prof. Jeffrey Sachs, Prof. John Mershmaier, Patrick Heningsen, Max Blumenthal, Andrei Martyanov, Judge Napolitano, Brian Berlic, Pepe Escobar, Aaron Maté, Garland Nixon, Alexander Mercouris, Alex Christoforou, Jimmy Dore, Glenn Greenwald, Richard Medhurst, Laith Marouf, Daniel Davis, Glenn Diesen, Clayton Morris, Kim Iversen, Rachel Bevlins, , Yves Engler, Jackson Hinkle, Cyrus Janssen e, no youtube e telegram, ruslan beslov, Dennis Kucinich, etc.»
Oremos a Deus e aos mestres e Anjos, santos e imams que protejam as pessoas e inspirem para que a guerra termine rapidamente e com o menos possível de morte e sofrimento...
O Irão é uma nação e religião de mártires (o Shiismo, com os seus 12 Imams) e sofreu logo uma centena de almas puras decepadas às mãos dos Epsteins, e gerou nos familiares, amigos e no povo iranianos cada vez mais unido certamente o contrário do que o hipócrita e diabólico Netanyahu afirmava a essa hora nas televisões mundiais controladas pelo sionismo: "Povo iraniano, estamos convosco. Saiam para as ruas..." ... Na realidade, vemo-los nas escolas tornadas escombros e cemitérios...

Os ataques ao Irão irão continuar segundo Trump e os seus conselheiros por quatro ou cinco dias (pensam eles na sua hubris) até obliterarem o governo dos detestados ayatollahs, enquanto os iranianos vão ripostando sobre Israel e sobre os navios e bases dos norte-americanos. Com certeza absoluta sabe-se ainda pouco dos resultados.
Se o líder Khamenei foi morto em defesa da sua terra e se Netanyahu fugiu de avião cobardemente, também não podemos ter certezas. Veremos. E oremos para que as forças verdadeiramente da verdade, do bem, da religião, da tradição, as do Irão, vençam as da corrupção, pedofilia, caos, escravização, dos USA, de Israel e da União Europeia, onde a pro-nazi Ursula von der Lying já veio condenar o Irão por estar a atacar a Arábia Saudita, o que o chihuaha rangélico português repetir igualmente. Mais um prémio nobel da paz e da hipocrisia para a Europa submetida aos infrahumanistas da oligarquia...
O Irão xiita não vai ser o Iraque, a Líbia, a Síria, a Venezuela e, pelo contrário, provavelmente está predestinado (após tantos mártires e há tantos anos) para deitar bastante abaixo as forças ahrimanicas ou demoníacas na Terra... Amen. Oremos, Assim seja!
