segunda-feira, 23 de fevereiro de 2026

Livros (60) bons sobre o Irão, as suas Tradições, Poetas e Místicos, e o Islão. Lista com breve apreciação, em progresso.

 Tendo em conta os ataques eminentes ao Irão, tão sagrado quão valioso, por parte de duas potências invejosas e destrutivas, divulguemos alguns dos tesouros da sua tradição, apresentemos alguns raios do seu coração, em livros que conheço ou possuo, para que haja mais circulação de energia psíquica a religar a Terra e o Céu, a Humanidade e a Divindade, e a invocar as bênçãos dos 12 Imams, para a alma colectiva e a riqueza civilizacional do Irão sobreviverem incólumes, dissipando-se ou desfazendo-se as sombras monstruosas e ameaçadoras dos seres demoníacos, que  se dizem até crentes ou mesmo cristãos sionistas, na sua ignorância, fanatismo e ilusões. 

 Que a República Islâmica do Irão vença e o  povo iraniano continue independente, corajoso, culto, shiia ou xiita mas acolhendo no seu seio as outras denominações religiosas,  e preservando a sua tradição religiosa, filosófica e literária de mais de 3.000 anos, com tantos mestres e génios imortais,  certamente ao seu lado subtilmente...
                                          
1º ATTAR, Fari
d-ud-Din'. Le Mémorial des Saints. Trad. A. Pavet de Courteille. Intr. de Eva Vitray-Meyerovitch. Paris, Ed. Seuil, 1976. In-8º 312 p. B. Biografias, ditos ou sentenças e histórias instrutivas, místicas e admiráveis.
 ATTAR, Farid-ud-Din. Tadhkaratul-Aulia or Memories of Saints. New Delhi, Kitab Bhavan, 1993. In-4º XXVIII-164 p. Tela com s/c. Anotado. Histórias incríveis e ensinamentos místicos muito elevados no amor a Deus, com destaque par Hadrat Abul Hasan Khirqani.
ATTAR, Farid ud-din. The Conference of the Birds. Translated into English by C. S. Nott. London, 1985. In-8º gr 147 p. Br.

 ATTAR. A conferência dos Pássaros. S. Paulo, Cultrix, 1993.  In-8º 162 p. Br. Sofrível livro: tradução brasileira da tradução inglesa da tradução francesa da tradução de Garcin de Tassy do persa, e com muitas faltas de texto. Quase uma fraca tradução abreviada.

ATTAR. Le livre des Secrets. (Asrar-Nâma). Presentation et traduction du persan par Christiane Tortel. 1985. In-4º 248 p. B. Anotado. Bons comentários, ao lado do valioso poema alegórico, entre nós ilustrado por José Pinto Antunes, conforme vê em: https://pedroteixeiradamota.blogspot.com/2018/03/a-conferencia-dos-passaros-de-attar.html e  https://pedroteixeiradamota.blogspot.com/2018/08/desenhos-e-poemas-attar-e-jose-pinto.html

 BORSI, Rajab. Les Orients des Lumières. Traduit l' arabe par Henry Corbin. Édition établie et introduite  par  Pierre Lory. Verdier, 1996. In-4º 120 p. B. Anotado. Texto baseado em correspondências númericas e de letras em relação aos doze imams xiitas.

 BRAHMA, Gyani Brahma Singh. Hazrat Mian Mir and the sufi tradition. Patiala, Punjabi University, 1994. In-4º 159 p. B. Anotado. Invulgar biografia, por um devoto e praticante do Guru Granth Sahib,  acerca do mestre de Mullah Shah, que foi o mestre de Dara Shikoh, e explicação valiosa do sufismo e das fraternidades sufis, com um glossário final.                                                                                                                                                                                    BREUIL, Paul du. La Chevalerie et l'Orient. L'influence de l'Orient sur la naissance et l'évolution de la chevalerie européen au Moyen Age. Paris, Tredaniel, 1990. In-4º 189 p. B. Valiosa história comparativista da cavalaria no Irão, no Médio Oriente e no Ocidente.

CAHIERS de l' Institut des Hautes Etudes Islamiques. Dialogue islamo-chrétien et Tradition primordiale.  nº 11. Milan, Le Precieux, 2001. In-4º gr.  98 p. B. Artigos: In  Memoriam Réné Guénon, por Pallavicini, diálogo religioso, contemplação, etc.

CORBIN, Henry. Avicenna and the visionary recital. Dallas, Spring, 1980. In-4º VIII-420 p. B. Excelente estudo sobre os anjos.

 CORBIN, Henry. Le paradoxe du monotheísme. Paris, Heren, 1981. In-4º gº 257 p. B. Anotado. Inclui ainda os valiosos ensaios Necessidade da Angeologia. E Da Teologia Apofática como antídoto do Niilismo.

CORBIN, Henry. Temps cyclique et gnose ismaélienne. Paris, Berg, 1982. In-4º 208 p. B. Com dois capítulos Le Temps cyclique dans le Madzeisme et dans l'Ismaelisme, com várias ligações aos Anjos, e  Epiphanie Divine et naissance spirituelle dans la gnose ismaélienne.  

CORBIN, Henry. En Islam iranien. Aspects spirituels et philosophiques. II Sohravardi et les Platoniciens de Perse. III  Les Fidèles d' amour Shi'ism et soufisme. IV. L'École d'Ispahan, l'École de Shaykhie, Le Douzième Imâm. Paris, Gallimard, 1971, 1972. Br. In-4º 384, 355 e 567 p. B. Anotados. Excelentes trabalhos sobre Sohravardi, o sufismo iraniano, da mesma época, as relações do shiismo e sufismo nos séc. XIV e XV, as escolas mais modernas, e o mítico 12º Imam.

CORBIN, Henry. Temple and Contemplation. London, RPI. 1986. In-4º 413 p. B. Anotado. Cinco artigos, de 1952, o mais correcto e valioso talvez seja sobre s simbolismo das cores na cosmologia Xiita 

CORBIN, Henry. L' Iran et la Philosophie. Paris, Fayard, 1990. In-4º 268 p. B. Anotado. Estudos sobre história das religiões, e sobre filosofia e  mística, com realce para Avicena, Attar, Sohrawardi. Moola Shadra.
                                             
CORBIN, He
nry. Histoire de la Philosophie Islamique. Paris, Galimard, 1986. 3ª ed. In-8º 546 p. B. Anotado. Excelente. Destaque para os cap. sobre Sohravardi e a Filosofia da Luz, a Metafísica do sufismo, e o pensamento shiita. 

  CORBIN, Henry. Terre Celeste et Corps ressurréction . De l'Iran Mazdéen à l'Iran Shi'ite. Paris, Buchet-Chastel, 1960. In-4º de 419 p. B. Com ded. Anotado. Obra de referência quanto à continuidade da Persia pré-islamica na islâmica, sobretudo através de Sohravardi e os seus continuadores, os Ishraqiyin,  com uma boa antologia de extractos muito valiosos de vários mestres iranianos sobre os corpos e os mundos subtis e espirituais, por Corbin traduzidos por mundo Imaginal (alam mithali, ou Malakut), e que intermediariza o mundo sensível-material  (alam hissi), e o mundo inteligível  ou das puras inteligências querubinicas, Jabarut. Corbin falha talvez um pouco ao acentuar demais a imaginação activa  como o órgão de percepção em Malakut e silenciar a visão pelo olho-subtil espiritual, que não é produto da imaginação, mas maturação e graça do corpo subtil-espiritual.

CORBIN, Henry. L'homme de Lumière dans le Soufisme Iranien. Paris, Presence, 1971. In-4º g. 231 p. B. Anotado.Excelente aproximação à orientação e iluminação, sobretudo em Sohravardi, Kobra, Nasjomddin, Ruzbehan, Najm Razi, Semnani. 

CORBIN, Henry. Corps spirituel et Terre Celeste. De l'Iran Mazdéen à l'Iran Shi'ite. 2ª ed. Paris, Buchet-Chastel, 1979. In-4º gr 303 p. B. O corpo espiritual na tradição mazdiana, e na xiita. E 150 páginas de antologia de onze místicos. Livro de referência. Interessaria conferir as modificações da 1ª para a 2ª edição, inteiramente revista, de algum modo explicadas nas doze páginas do prelúdio à 2ª ed.

CORBIN, Henry. L'Imâm caché. Paris, L'Herne, 2003. In-4º 301 p. B. Anotado. Ditos, tradições e crenças acerca do misterioso ou escondido 12º Imam, que muitos creem voltar um dia à manifestação terrena para iniciar uma época luminosa da Humanidade.

CURTIS, Vesta Sarkhosh. Mythes Perses. Paris, Seuil, 1994. In-8º 151 p. Br. A continuidade dos mitos e grandes figuras do Zend-Avesta, Bundahishin, o Shah-nama, Mil e uma Noites, Iskhndar-nama, com destaque para as figuras fabulosas.

ERNST, Carl W. Ruzbihan Baqli. Mysticism and Rhetoric of Sainthood in Persian Sufism. Surrey, Curzon, 1996. In-4º XXV-181 p. B. Excelente estudo com centenas de notas bibliográficas sobre um dos mais elevados místicos iranianos que que teve visitações dialogantes com grande seres como Mohammad, Ali e Khidr e considerou que as suas imensas visões eram do mesmo nível dos profetas, que as suas wahy, revelações, não eram meramente ilham, inspirações, e que Deus o erguera a polo (qutb) espiritual. 

FIRDOUSI, Abou' Lkasim. Le Livre de Feridoun et de Minoutchehr rois de Perse. Traduction de Jules Mohil, d'a aprés de Shah-Nameh. Paris, l'Édition d'Art,  1924. In-4º 272 p. Enc. Da grande epopeia principal do Irão,  Shah-Nameh, escrita já no séc. XI, mas incorporando materiais muito mais antigos, uma escolha relativa a alguns dos heróis principais.

GHAFFARY, Emir Nosrateddine. Farah.  L'Univers paradisiaque des soufis persans. In-4º 456 p. B. C/ded. Anotado. Excelente, de um mestre espiritual, ético e poético, cheio de citações dos grandes mestres iranianos e sufis.

 GOBINEAU, Comte de. Les Religions et les Philosophies dans l' Asie Centrale. T. I e II. Paris, Crès, 1923. In-4º p. 310, 337 p. B. Obra clássica sobre o irfan ou sufismo iraniano, os Bahais, o teatro, a moralidade.  Anotado. Foi de Agostinho, Fortes, Alberto Ultra Machado.

GROUSSET, MASSIGNON,MASSÉ. L'Âme de l'Iran sous la direction de...  Paris, Albin Michel, 1951. in-4º p. 239 p. B. Artigos bons de Duchesne-Guillemin, Massignon, Khanlari, Jan Rypka, sobre Zoroastro, Hafiz, mística. 

HEYDARPOOR, Mahnaz. Love in Islam. Qum, Centre for Cultural and Ethical Studies, 2012. 3ed. In-4º 32 p. B. Anotado. Bem fundamentado estudo. "Deus criou o mundo a partir do amor, trata os seres humanos com amor e pede-lhes que amem."   

JAMBET, Christian. La Logique des Orientaux. Henry Corbin et la science des formes. Paris, Seuil, 1983. In-4º 315 p. B. O Oriente de Henry Corbin, da Alma Cósmica à alma transfigurada, gnosticismo e profetismo, num denso estudo filosófico de Jambet.

JARDIM, Alberto F. O poema de Omar kayam. Curiosidade literária inglesa. Coimbra Editora, 1931. In-folio p. 57 p. B. Análise e considerações por um professor de germânicas das traduções inglesas e alemães, mas duma lingua que ele desconhece. 

KHAYYAM, Omar. Rubaiyat. Tr. Fitzgerald. 12 ilustrations de Blanche MacManus. London, de La More Press. 1925. In-8º g. 36 p. Br. Bela edição. 

 KHAYYAM, Omar. Rubaiyat, with Illustrations Willy Pogang. New York, s/d. In-4º gr. 171 p. Enc. Belas ilustrações.

KUBRA, Najm Al-Din. Les Éclosions de la Beauté et les Parfums de la Majesté. Traduit de l' arabe et presenté par Paul Ballanfat. Paris, Éditions de l'Éclat, 2001. In-4º 244 p. B.  Excelentes, o tratado e  a introdução de 127 páginas.

GUÉNON, Massé, Massignon, Carlo Suarés, Assin Palacios. Le Islam et L'Ocident. Paris, Cahiers du Sud.1947. In-4º 394 p. B. Dois artigos de Guénon Sayful Islam, L'Esotérisme islamique, e dois de Omar Ibn Al Faridh e de Sidi Abou Madyan. Uma época de muitos sonhos de diálogos e convergência ecuménica, com grandes intelectuais a cooperarem. 

MASSIGNON, Louis. Parole donnée. Introduction de Vincent Monteil Paris, Julliard, 1962. In-4º gr. 445 p. Enc. Cerca de 30 artigos ou prefácio quase desconhecidos, sobre diversos temas religiosos, ecuménicos, pacifistas, com valiosa introdução de 60 páginas, por V. Monteil. Desde Jeanne d'Arc, Notre Dame de La Sallete até Buddha, Java, santuário de Isé, Hallaj, Salman Pak

MASSIGNON, Louis de. Question de: Mystique en Dialogue. Hommage à... Paris, Albin Michel,  1992. In-4º gr.  257 p. B. Coordenação de Marc de Smedt de valiosos testemunhos e de textos de Massignon. Para ele o mais importante numa pessoa era ela ser crente ou não, e ser hospitaleira, e a sua missão era ligar o Oriente islâmico ao Ocidente cristão, o que fez com boa exegese da mística islâmica, com a sua tese e tradução do Diwan de Hallaj  e a sua adesão ao Cristo, a Maria, ao Cristianismo e a muita crença mítica da Bíblia, participando em muitas reuniões, grupos, revistas, instituições com sabedoria grande.

MASSIGNON, Louis de. La Guerre Sainte supreme de l'Islam arabe. Paris, Fata Morgana, 1998. In-4º 51 p. B. Qissa, em verso,  composta no Egipto, no séc. XIII enaltecendo a guerra santa.

MEHER, Farhang. The Zoroastrian Tradition. An introduction to the ancient wisdom of Zarathustra. London, Element, 1991. B. Valioso estudo, bem anotado por Pedro Gonçalves Rodrigues, com capítulos sobre Asha, Lei Eterna e Justiça,  Bem e Mal,  o Espírito Criativo e Santo (Spenta  Mainyu), Imortalidade da alma, Fim e Renovação do Mundo (Frash-Kreti).

MIRAS, Michel de. La methode spirituelle d'un maître du Soufisme iranien Nur Ali-Shah. Préface par Henry Corbin. Paris, Sirac, 1973. In-4º gr. 372 p. B. Anotado. Prefácio de 7 p. de Corbin. Excelente aproximação a um dos grande ensinamentos sufis no Irão do séc. XVIII, partindo da Divindade escondida, tesouro de bondade e de amor.

MORTAZAVI, Djamchid. Le Secret de  l'Unité dans l'Esoterisme Iranien. Préface d'Eva de Vitray-Meyrovitch. Paris, Dervy, 1988. In-214 p. B. Anotado. O nível mais elevado e profundo da vida, o da Unidade da Existência, para alguns o que se chamaria o panteísmo, intuído e descrito por alguns filósofos e místicos.

 MORTAZAVI, Djamchid. Soufisme et Psychologie. Monaco, Rocher, 1989. In-4º 253 p. Br. Valioso estudo acerca das doutrinas e metodologias que permitem a harmonização da psique humano e o acesso ao espírito e à sua plenitude na religação divina.

NURBAKHSH, dr. Javad. Les maitres de la Voie Soufie de l'Amour. Biographies des maîtres de l'Ordre Nimatullahi des Soufis. Bénin, Éditions Khaniqahi-Nimatullahi, 1994. In-4º 229 p. B. Valiosa obra, escrita pelo mestre da Ordem.

PONSOYE, Pierre. L'Islam et le Graal. Étude sur l'ésotérisme du Parsival de Wolfram von Eschenbach, avec dix dessins. Paris, Ed. Denoël. 1957. In-8º gr. 231 p. B. Anotado. Personagens do Perceval, Templários, celtas, ciclo arturiano, cavalaria espiritual. Na linha da filosofia perene.

RUZBEHAN. Le Jasmin des Fideles d'Amour. trd. Henry Corbin. Paris Verdier, 1991. In-4º 273 p. B. Prólogo de 40 p. de H. Corbin.  Excelente tratado do amor místico, descrito por quem o vive clarividentemente, de modo altamente poético e subtil. Anotado.

SA'DI. The Gulistan or Rose garden... Translated by John T. Plates. London, 1873. Inº4º gr. 356 p. Tela. Com biografia e valiosas notas, a obra prima da sabedoria prática moral iraniana.  

SA'DI. Gulistan. Mss. In-4º circa 220 p. Enc. Provavelmente do começo do séc. XIX. 

SA'DI. Gulistan. Being the Rose-garden of Shailh Sa'di. Translated in prose and verse Sir Edwin ArnoldNew York, Harper & Brothers. In-8º XV-221 p. Tela.    

SA'DI. Gulistan or Flower Garden. Translation by John Ross. Shiraz, Marefat Bookseller and Publisher, 1960 ?). In-8º peq. 311 p. B. Anotado. Tradução clássica, de 1823, com introdução de 53 páginas.  

SA'DI. Ghazals, a selection. English and Persian introduction: Elahi Ghomshei. Persian Caligraphy: A. A. Falsafi. Persian Paintings:A. R. Aghamiri. English translation: Simindokht Seyedfatah. Teheran, Nirdasihti. 2008. In-fólio cerac de 260 p. Tela, s/c., caixa.  

SA'DI, Sheik Musleh-iddin. Gulistan and Bhustan. Translated from the persian by Edward Rehatsek (Gulistan) and G. M. Wickens (Bhustan). Tehran, Hermes, 2008. In-4º c. de 1200p. Tela sobrecapas. Os contos e poemas, sem notas. 

SA'ADI, Il Roseto di... Trad. di Italo Pizzi. Lanciano, Carabba Editore, 1917. Vols. I e II. In-8º 143 e 166 p. Tela. Belo frontspício.

SAADI. Le Jardin des Roses. Traduit par Franz Toussaint. Paris. Éditions d'Art H. Piazza, 1935.In-8º LXI-115 p. B. Anotado 

SCHUON, Frithjof. Comprendre l'Islam. Paris, Seuil, 1976. In-8º 184 p. Br. Capítulos sobre Islam, Corão e Suna, o Profeta, a Vida.  

 SHABESTARI. La Roseraie du Mystére, suivi du Commentaire de Lahiji. Traduit du persan et annoté par Djamschid Mortavazi et Eva de Vitray-Meyerovitch. Paris, Simbad, 1991. In-4º 226 p. B. Anotado. Elevados e belos poemas e respostas, seguidos do excelente comentário doutro mestre, com notas breves mas bem contextualizantes.

SHAH, Hajj Shayk Muhammad Hasan Salih' Ali. The Ilustrious Treatise of Salih's Advice. Pand-i Salih. Tehran, 1986. In-4º 109-90 p. B. Valioso tratado de aconselhamento psico-espiritual dum mestre que conheci e dialoguei. Aconselha a isthikara,: quando se tem dúvidas pede-se a Deus esclarecimento e abre-se um livro sagrado. Não se deve deitar ou dormir após a refeição. Valoriza muito tawajjuh, a atenção ao espiritual e divino com o sentir do coração, no fundo o concentrar-se de todo o seu ser, nomeadamente durante a oração-meditação.

 SHAH, Hajj Shayk Muhammad Hasan Salih' Ali. Les Conseils de Salih (Pand-i Salih). Tehran, 2010. In-4º cerca de 220 p. B. Bilingue. Anotado. Valiosos discursos sobre as subtilezas da alma e do caminho, por um mestre iraniano que ainda conheci.

SHAH-KAZEMI, Reza. Justiça e Recordação. Introdução à espiritualidade do Imam'Ali. Lisboa, Bizâncio, 2009. In-4º 287 p. B. Valiosa obra e tradução, em três capítulos: Biografia de Ali, o seu conceito de Justiça e  a Realização pela Recordação: O Imam Ali e a Tradição Mística do Islão. 

SHIRAZI, Molla Sadra. Le Livre des Pénetrations metaphysiques, traduction et annotations Henry Corbin. Teheran, Institut Français d'Iranologie de Teheran, 1968. In-4º 271 p. E outras tantas em persa. Tela sobrecapas. Um dos grandes mestres da filosofia e espiritualidade iraniana, bastante intelectual,

SOHRAVARDI. Le Livre de la Sagesse Orientale, Kitab Hikmat al-Ishraq, par Henry Corbin. Commentaires de Qotboddin Shirazi et Molla Sadra Shirazi. Paris, Verdier, 1986. In-4º 694 p. B. Com 74 pág. de introdução. A mais importante obra de Sohravardi (1154-1191), sobre os vários tipos de Luz Divina e  seres celestiais, as almas humanas  e as suas capacidades.

SODERBLOM, Nathan. Les Fravashis. Étude sur les traces dnas le Madzeisme d'une ancienne conception sur la survivance des morts. Paris, Leroux, 1899. In-4º max. 77 p. B. C/d. Anotado. As doutrinas madzeistas do além e dos espiritos celestiais. O Arcebispo Nathan Söderblom (1866-1931) foi prémio Nobel da Paz em 1930

SUHRAWARDI, Shahbuddin. The Awarif ul Ma'arif. Translated by Wilberforce Clarke. New Delhi, Taj Printers, 1984. In-4º XII-298 p. Cart. sobrecapas. Anotado. Edição pouco científica de partes da obra de Suhrawardi, em pequenos capítulos, onde se tenta ensinar, definir, classificar e ordenar os termos e conceitos religiosos, as práticas, doutrinas, pessoas, estados no caminho, amor (mahabbat), ligação a Deus. 

TEMENOS, a review devoted to the Arts of Imagination. nº10. Londres, Temenos, 1989. In-4º 306 p. B. Valiosos artigos de Henry Corbin (Emblematic cities), Gilbert Durand (Myth of Golden Age), Leonard Lewisohn (Shabestari's Garden of Mysteries. The Aesthetics and Hermeutics of Sufi poetry), William Chittick (The world of Imagination and Poetic Imagery according to Ibn al-Arabi), etc. Uma excelente revista. 

VARENNE, Jean. Zarathustra et la tradition mazdéene. Paris, Seuil, 1966. In-8º 184 p. B. Biografia sóbria bem ilustrada. 

VITRAY-MEYEROVITCH, Eva de. Anthologie du Soufisme. Paris, Albin Michel, 1995. 2ª ed. In-8º 353 p. B. Seleção dos grandes místicos por temas bem importantes, tais como, o ser humano capaz de Deus, o apelo de Deus, a Via (ensinamento, conhecimento, experiência espiritual, amor divino, linguagem sufi), a Vida espiritual (oração, lembrança de Deus (dhikr), concerto espiritul ou (sama), simpatia universal, vidas e costumes dos sufis, amor dos seres), Morte física e morte mística (fana), Unidade divina e unicidade do ser, Simbolismo do véu, o Mundo espelho de Deus, o Homem perfeito (al-Insan ul-kâmil

YAHYA, Shaboddin. Sohravardi. El encuentro con el angel. Tres relatos visionarios comentados y anotados por Henry Corbin. Madrid, Trotta, 2002. In-4º 134 p. Br. Anotado. Com notas boas de Henry Corbin, das melhores aproximações aos Anjos e Arcanjos dentro das doutrinas e simbologias zoroástricas, islâmicas e xiitas.  

domingo, 22 de fevereiro de 2026

Excelente entrevista sobre o povo unido jamais será vencido do Irão, e a manipulação anti-iraniana das massas ocidentais.

Tentando partilhar uma excelente descrição actual do estado do Irão e do seu povo, face ao eminente ataque israelo-americano, bem como da propaganda anti-iraniana  dominante no Ocidente, pelo Patrick Henningsen, visível no  Dialogue Works Highlights, de Nima:  https://www.youtube.com/@DialogueWorks01Clips, recebo do youtube como links ou ligações de partilha:  https://www.youtube.com/watch?v=LEC26lmeryg, e https://youtu.be/LEC26lmeryg?si=YnDqXQqA7jJZI363, mas pesquisando-as através do Google e depois pelo duckduck.go, um motor de busca não tão dominado pelas secretas, elas não foram reconhecidas. 

Interrogando-me se seriam censuras ou mau funcionamento do meu computador, descobri que temos de copiar e colar a ligação na janela de busca do próprio canal do youtube para as podermos observar, e só uma funciona. 

Fica a recomendação para outros casos, já que antigamente conseguia-se fazer directamente a ligação. Entretanto espera-se que a hubris demoníaca dos extremistas de Israel e dos Estados Unidos da América seja derrotada rapidamente, caso eles concretizem o seu ataque traiçoeiro, que se espera para 23 ou 24, ao sagrado Irão milenário...

sábado, 21 de fevereiro de 2026

Budismo. Lista e apreciação de livros (36) acerca das doutrinas, práticas, história. Em progresso.

Como hoje fui assistir à palestra do meu amigo e monge Dhamiko,  do mosteiro do Budismo Theravada da Floresta em Portugal (Sumedhārāma, junto à Ericeira), realizada na sede da Sociedade Teosófica em Lisboa, resolvi iniciar uma lista e apreciação de bons livros de Budismo, do Centro de Estudos Espirituais, muitos dos quais trouxe do Oriente.

1 BUDDHADASA Bhikkhu. Anapanasati. Mindfulness with breathing, unveilling the secrets of Life. Siam, 1989. In-8º 174 p. B. Sete palestras pelo famoso fundador do mosteiro de Suan Mok e com um bom glossário final, tal como por ex. Pañña, sabedoria, visão interior, sabedoria intuitiva: correcta compreensão das coisas que precisamos de conhecer para extinguir dukkha, sofrimento. Pañña é o 3º sikkha (treino, e o começo do nobre óctuplo caminho. Paññna (mais do que fé e poder da vontade) é a qualidade mais característica do Budismo.   

  BUDA. Dhammapada, caminho da lei. Atthaka, o livro das oitavas. Doutrina Budista Ortodoxa em Versos. Tradução, adaptação, prefácio e notas do Dr. Georges da Silva. S. Paulo, Ed. do Pensamento, 1978. 

3 BUDA. Le Dhammapada. Traduit de l'anglais par Michèle et Salim Michaël. Belgium, 1988. In-8º 125 p.  B. C./dedicatória de Salim. Uma boa versão, a partir de várias, por um espiritual e músico. 

4 BURTT, E. A. The Teaching of the Compassionate Buddha. Eraly discorses, the Dhammapada and later basic writings. Edited with commentary. New York, Mentor Book, 1975. In-8º 247 p. B. Boa introdução, doutrinas básica, e selecção de textos.  

5 CARUS, Dr. Paul. The Gospel of Buddha. Chicago, 1905. In-4º 275 p. B. Carimbo. Recriação fidedigna da vida e ensinamentos de Buddha. No prefácio Carus afirma: O Budismo é monístico. Clama que a alma humana não consiste em duas coisas, de um atman (eu) de um manas (mente ou pensamentos); mas que ela é feita apenas de pensamentos. Os pensamentos de uma pessoa constituem a sua alam; eles, se alguma coisas, são o seu eu, e não há atman, nenhum eu separado ou adicional, ao lado.»»

6 CHABOREAU, Augustin. Essai sur la philosophie Bouddhique. Paris, E. Flammarion, 1891. In-4º gr. 251 p. B. Bom, com comparativismo valioso. Uma nota: «Do Kandjur e do Tandjur, Alexandre Ksoma  publicou uma análise e traduziu fragmentos no XX vol. da Asiatic Researches, Calcutta, 1836 e foi lá que a famosa teósofa M. Blavatsky pilhou à cega uma boa parte dessa famosa Teosophia que ela pretende ter recebido, por "telepsiquia" de estilistas escondidos no coração do Tibete, - sem dúvida não longe da Asgard do snr. Renan (ver  Dialogues et Fragments, Paris, 1876). Realça o carácter de assimilação e de universalidade do Budismo, considerando-o não tanto uma religião, mas mais uma agama, um encaminhamento para a libertação.                                                        7 DHAMMADHARO, Ajaan Lee. Keeping the breath in mind. Lessons in Samadhi. Thailand, s/d. In-8º 101 p. B. Boas instruções. Anotado.

8 DROIT, Roger-Pol. Le Culte du Néant. Les Philospohes et le Bouddha. Paris, Seuil, 1997. In-4º gr.  361-4 p. B. Com ded. do autor. Excelente estudo histórico e filosófico, apontando os bons discernimentos e as más compreensões ou mesmo contradições expressas nas obras dos mais notáveis pensadores até 1900.  

 9 DROIT, Roger-Pol. Le Culte du Néant. Les Philospohes et le Bouddha. Édition augmentée d'un préface. Paris, Seuil, 2004. In-4º gr.  361-4 p. B. Com mais onze páginas de prefácio, nas quais passa em revista o que aprendeu de discussões, traduções e artigos, e aponta linhas de força actuais, transparecendo  a sua desconfiança ou desvalorização da compreensão ocidental do Budismo. De autores bons enaltece Raymond Schwab, La Renaissance Orientale, 1950, e Wilhelm Halbfass, India and Europe. An essay in understanding, 1988.

10 ELLIOT, Charles. A brief Summary of Do Ka Zang, the sutra of the glorious age. Darjeeling, 1895. In-4º g. 25-XVIII p. B. Acerca de três das paramitas ou virtudes, Dana, caridade, Sila, moralidade e Ksanti, auto-controle paciente. E acerca de Maitreya, o Buddha futuro.

11 FAURE, Bernard. Boudhismes, Philosophies et Religions. Paris, Flammarion, 1998. In-8º 284 p. Br. Dum professor de história das religiões asiáticas, com bastante comparatividade e modernidade, e enfâse na China. 

12 GOVINDA, Lama Anagarika.  Foundations of Tibetan Mysticism, according to the esoteric teachings of the great mantra Om Mani Padme Hum. London, Rider, 1959. In-4º 311 p. Cart., com sobrecapas. 1ª ed. Excelente, ilustrado, anotado. Dos melhores livros, por um praticante com experiência, bom conhecedor, comparativista.

 GROUSSET, René. Sur les Traces du Bouddha. Paris, Plon, 1929. 10ª ed. 1929. In4º peq. 329 p. B. Com mapa e 10 imagens. Excelente estudo de arte, história, estética, religião filosofia das figuras marcantes do Budismo em diferentes países e momentos, realçando, seguindo o discurso de Asanga,  a Budeidade ou Natureza Primordial, ou Tathatâ, inerente em todos os seres e realizada plenamente nos Buddhas.
 GUYON, Renné. Anthologie Bouddhique. T. I e TT. Paris, Ed. Crés, 1924. Enc. 5ª ed. In-8º LX-280, e 203 p. Enc. Histórias de Buddha e seus primeiros discípulos traduzidas do pali. 
HEROLD, A.- Ferdinand. La vie du Bouddha d'aprés les textes  de L'Inde Ancienne. Paris, Éditions d'Art, 1923. In-4º peq. 257 p. Enc.  Simples histórias. Ass. de António de Sousa Alvim.
JAYAMANGGALO, Phra Ahajhn Maha Sermchai. The Heart of Dhammakaya Meditation. Bangkok, 1991. In-4º 118 p. B. Com boas técnicas para melhorar a centralização subtil e a meditação, tal a da esfera de luz no centro do corpo, donde se pode chegar ao dharmakaya, ou corpo de glória. 
KALA ACHARYA, Dr. Buddhanusmrti (A Glossary of Buddhist Terms). Mumbia, Somaiya Publications, 2002. In-4º gr. 281 p. Cart. sobracapas. Com 84 páginas de introduçao histórica e das doutrinas e escolas, um bom glossário, bem selectivo. 

MILLOUE, Louis. - Le Boudhisme dans le monde. Origine – Dogmes – Histoire. Préface M. Paul Regnaud. Paris, Leroux, 1893. In-8º 257 p. Enc. Ilustrado. Valiosos capítulos sobre a teogonia, o eu e não eu e a transmigração.

                                      

 NANAJIVAKO, Bhikkhu. Schopenhauer and Buddhism. Ceylon, Buddhist Publication Society, 1970. In-8º 93 p. Br. Valioso estudo, com amplas transcrições comparativas.

NYANAPONIKA, Thera. Satipatthana. Le Coeur de la Méditation Boudhiste. L'art de cultiver l'harmonie et équilibre de l'esprit. Paris, Maisonneuve, 1976. in-4º 223 p. B. Excelente estudo do Estabelecimento da atenção, a principal via segundo o Buddha, nomeadamente sobre o corpo, a postura, o movimento, a respiração e a actividade psíquica. 

PARAMITA, Quaderni di Buddhismoa cura della fundazione Maitrey. Dir. de Vincenzo Piga e Maria Angela Falà. Ano VIII, nº 32. 1989. In-4º máx. de 64 p. Br. Valiosos artigos sobre mandala, pranayana, meditação e psicoterapia, Jung e o Oriente, Allen Ginsberg, P. Luciano Mazzochi e o encontro do budismo e cristiansmo no Japão. Todos os números encontram-se agora online: https://maitreya.it/quaderno-paramita/

PARRINDER, Geoffrey. The Wisdom of the Early Buddhists. London, Sheldon Press, 1977. In-4º 87 p. B. Citações sobretudo dos Dialogues of the Buddha, of Digha Nikaya. 
RIBAS, Emilio. Buda, una biografia en relieve. Barcelona, Editorial Berenguer, 1944   In-fólio pq, 224 p. Cart. História de Buddha, simples mas muito original graficamente, ilustrada a cores, fotografias e mapas desdobráveis.

 ROERICH, Helena [Josephine Saint-Hilaire] On Eastern Crossroads. Legends and prophecies of Asia. New York, Stokes, 1930. In-4º XII-152 p. B. Belas Parábolas, histórias, lendas, tradições com valor espiritual. As primeiras sessenta consagradas a Buddha, algumas a S. Sérgio de Radonega, Akbar, Maitreya e Shambala. Escritas com bastante fé e força ígnea, publicadas após a grande viagem à Asia Central da família Roerich.

SALISBURY, Edward Elbridge. Budhistic Papers. Calcutta, 1972. In-4º g. 90 p. B. Memory on the History of Buddhism, e M. Burnouf on the History of Buddhism in India, dois textos do séc. XIX, históricos. 

SEMENOFF, Marc. La Pensée du Bouddha. Paris, Bordas, 1959. In-4º 247 p. B. Trabalho criativo e original, de um russo, tradutor, espiritualista universal, (1884-1968), inserindo-se na linha de Fabre d'Olivet, Saint Yves d'Alveydre, Blavatasky e Max Théon (por quem tinha exagerada consideração),  com vasta obra de esoterista por vezes algo superficial e mitificante. Neste livro relaciona o pensamento tradicional da Índia, de Vivekananda, de Blavatsky, de Max Theon com a vida e doutrinas de Buddha, que discerne mesmo em Lau Tseu e Confuncio. 

SNELLING, John. Buddhism in Russia. The story of Agvan Dorzhiev, Lhasa's Emissary to the Tsar. Dorser, Elements, 1993. In-4º gr. 320 p. B. Excelente, de um historiador budista,  de 1854 até quase aos anos quarenta, bem ilustrado.

STCHERBATSKY, Theodore. The Soul Theory of the Buddhists (with sanskrit text). 2ªed.  Delhi, Bharatiya Vidhya Prakasham, 1976. In-8º 99 p. Cartonado, com sobrecapa. Transcrição do Abhidharmakosa de Vasubandhu, filósofo do séc. V, com breve introdução e notas de um dos pioneiro dos estudos budistas na Rússia.

  THERA, Narada Maha. Nibbana. Gaya, Maha Bodhi Society, 1986. In-12º 39 p. B. Bom trabalho quanto à etimologia e a utilização em textos canónicos, de Nirvana, tanto como a negação ou a libertação em relação ao desejo e às necessidade, como um estado positivo de equanimidade e felicidade, para além da dualidade.

 TERA, Piyadassi. The book of Protection. Paritta, Translated... Colombo, 1975. In-4º 123 p. B. Vinte e quatro discursos ou suttas de Buddha muito recitados no Ceilão como proteção, alguns de alto ensinamento, tal o Girimananda sutta.

THOMAS, M. L'Abbé.  Le Boudhisme dans ses rapports avce le Christianisme. 2ª partie. Ascétisme Oriental et Ascétisme Chrétienne. Paris, Bloud et Barral, 1900. In-8º 66 p. B. Assinaturas de Alberto Osório de Castro e com seu ex-libris. Uma visão católica limitada, anti-budista, desdenhosa dos seus métodos meditativos.

VALLÉE POUSSIN, Louis de la.  Boudhisme. Opinions sur l'Histoire de la Dogmatique. 4ª ed. Paris, Beauchesne, 1925. In-8º 420 p. B. Valioso estudo. Crê que Buddha defendia um agnosticismo quanto à identidade real da pessoa ou pugula, nem a afirmando nem a negando. 

 VALLÉE POUSSIN, Louis de la. Nirvana. Paris, Beauchesne, 1925. In-8º XXIII-194 p. B. Um dos melhores trabalhos, onde realça como Budismo recebeu do Yoga as doutrinas da transmigração e do karma, (os frutos dos actos), mas acrescentou a anatta ou nairatmya, e o sunyata, vacuidade, negando o eu, e haveria só uma série  de relações de causa e efeito, embora  alguns, os personalistas,   admitissem pugdala, o eu, o atman, purusa, homem.  

 VALLÉE POUSSIN, Louis de la. La Morale Boudhique. préface de Émile Séneart. Paris, 1927. In-4º XVI-256 p. Enc. Nota de posse de Anónio de Sousa Alvim (2). Destaquemos neste valioso trabalho o discernir  e explicar bem as noções de bem e mal, realçando, por exemplo, a cobiça e a avareza ou falta de caridade, como subsistindo mesmo no mundo purgatorial, e o apontar de algumas dificuldades de conciliação da sucessivas doutrinações da vida de SakyaMuni, admitindo que ele não tenha se tornado Buddha e nem entrado no nirvana, a fim de poder continuar a sua missão salvífica no seu corpo infinito, como os mahasamghikas afirmam. No prefácio, Emile Senart conclui: «Cada  um sabe quanto isentos de pedantismo e frementes de vida pessoal são os trabalhos de M de la Valllée Poussin. É muito agradável desejar ao recém vindo o destino feliz que me parece tão bem merecer.»

VINSON, Julien. Legendes Boudhistes et Djainas traduites do Tamoul. Tome I. Paris, Maisonneuve, 1900. In-8º 227 p. B. Contém os poemas clássicos, anteriores ao séc. XII, Sindamani, Silappadigaram e Manimegalei, numa bela edição.

YÜ, Lu k'Uan (Charles Luk). Pratical Buddhism. London, 1971. In-4º 167 p. B. Excelente estudo sobre as teorias e práticas budistas, e em especial na China e seus mestres.

Louis de la Vallée-Poussin, nasceu em 1 de Janeiro de 1869. Veja a sua biografia em: https://pedroteixeiradamota.blogspot.com/2017/01/janeiro-e-suas-efemerides-do-encontro.html

Irão nega mais mentiras de Trump, que co-justificariam a sua eminente agressão desastrosa.

                                                   foreign minister to head to Russia ...
Perante o possivel ataque americao-israelita contra a República Islâmica do Irão, devemos diminuir as forças da mentira, das trevas e da violência e opressão no Mundo, divulgando a verdade e apelando ap discernimento, ao bom senso, ao respeito da independência de cada Estado. Transcreveremos então um artigo publicado hoje 21/2 no imprescindível meio de informação alternativo aos ocidentais, na sua grande maioria vendidos ou controlados pela oligarquia neo-liberal globalista, imperialista, sionista,  anti-russa, anti-iraniana, anti-chinesa, anti-BRICS, que é o www.presstv.ir

«O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão o Dr. Seyed Abbas Araghchi, rejeitou categoricamente a afirmação do presidente dos EUA, Donald Trump, de que 32.000 pessoas foram mortas durante apenas os dois dias de distúrbios em todo o Irão no mês passado, instando-o a provar a afirmação.
"Cumprindo a nossa promessa de total transparência para com nosso próprio povo, o Governo do Irão já publicou uma lista abrangendo todas as 3.117 vítimas da recente operação terrorista, incluindo cerca de 200 oficiais," escreveu Abbas Araghchi num texto publicado na sua conta (@araghchi) na plataforma de mídia social X, no sábado, 21/2.
"Se alguém contestar a precisão dos nossos dados, por favor, compartilhe qualquer evidência," acrescentou.
                                          
Donald Trump alegou numa conferência de imprensa na sexta-feira que 32.000 pessoas foram mortas durante os distúrbios de janeiro no Irão.
Trump lançou os comentários [ou bocas] quando se dirigia para ouvir a decisão da Supremo Tribunal que proibiu as suas tarifas excessivas. Mas não ofereceu uma fonte para o número de mortos.

Em 26 de janeiro, o porta-voz do Ministério dos negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, também denunciou como uma "grande mentira" alegações semelhantes feitas por meios de comunicação anti-Irão.
Baghaei, numa postagem na sua conta no X, descreveu os números circulantes como uma "Grande Mentira ao estilo de Hitler," criticando os atores hostis por tentarem fabricar baixas nos meios de informmação após terem falhado a realização dos seus planos no terreno.
"Uma Grande mentira ao estilo de Hitler: não será esse o número dos que eles planejaram matar nas ruas do Irão?!" Eles falharam, no entanto, e agora estão tentando fingir isso nos meios de informação. `É verdadeiramente vicioso, mentiroso, criminoso!" disse o porta-voz.
A Fundação dos Mártires e Assuntos dos Veteranos do Irão anunciou num comunicado em 21 de janeiro que um total de 3.117 pessoas perderam a vida durante os distúrbios, acrescentando que 2.427 das pessoas mortas eram civis inocentes e membros das forças de segurança, [e cerca de 690 terroristas ou aliciados.]
Funcionários iranianos relacionaram claramente os distúrbios e actos terroristas aos EUA e ao regime israelita, [no fundo, os verdadeiros causadores.]
Os EUA e o Mossad de Israel admitiram a sua participação no terreno, com o ex-secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, a escrever no X: "Feliz Ano Novo a cada iraniano nas ruas. Também, a cada agente do Mossad caminhando ao lado deles."
                                        
Num texto posto nas redes sociais em língua persa, a Mossad incentivou os manifestantes a “Saiam juntos para as ruas. Chegou a hora," acrescentando que os agentes da Mossad estão com os manifestantes "não apenas à distância e verbalmente." Estamos convosco no campo.”, assinalando a sua responsabilidade da mortandade inocente.»
                           
Oremos para que não aconteça o eminente ataque israelo-americano, e não sabemos quantos da NATO e da corja árabe da região estarão dispostosapoiar os invejosos e gananciosos coligados contra o Irão, contra as suas riquezas, o seu povo, o seu regime ordeiro, a sua filosofia tradicional e perene, a sua religião Shiaa, e a sua civilização perene. Mas se atacarem traiçoeiramente na sua hubris demoníaca, irão receber a justiça divina que o Irão lhes saberá aplicar cavaleirescamente, como Shiaas, ou Xiitas, descendentes de Ali, de Fátima, dos Imams, de Saadi, Hafiz, Sohravardi, Rumi, Nur Ali Shah, Ruzbean, Mola Shadra

                                          

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2026

O ataque ao Irão acontecerá? USA, Israel, UE e a NATO ainda vão desgraçar-nos mais? Reflexões como proémio clarificador a mais uma acção indigna do Ocidente, cada vez mais exposto como degenerado, hubrico e diabólico.

         Reflexões e orações em folhetim, ao longo destes dias.  

1ª, 20/2. 9:12. Perante a iminência de mais uma agressão invejosa, injustificada, violenta e criminosa dos governos do USA e de Israel contra o Irão, que Crísticamente, que Shiaamente, vai mais uma vez deixar que a rapacidade traiçoeira dos coligados matem e destruam inicialmente à vontade, ao atacarem pela calada nocturna de surpresa, devemos interrogar-nos se além desses dois países governados por monstros, um totalmente fanático e diabólico, o outro um milionário megalómano inculto e em fuga dos ficheiros Epstein, os restantes desgovernantes  da União Europeia, tão submissa e vendida à oligarquia norte-americana e sionista, vão também tentar mordiscar alguma carne iraniana que possam, posicionando-se para tal ao intervirem directamente no ataque ao Irão ou que seja apenas à resposta iraniana, que vai certamente ser justa, e divina?

A população e a bandeira Shia do Irão e do Iraque vai ser tingida de novo de sangue mas continuará desfraldada, resistente e inspirando os iranianos à luta pela sobrevivência e a vitória e numa batalha decisiva contra a opressiva hegemonia do Ocidente degenerado, sionizado, infrahumanizado, diabolizado...

Oremos para que seja breve a luta e que haja o menos possível de mortes e feridos, e ainda que as cúpulas de Israel e USA sejam derrotadas e  demitidas, oremos a Deus, aos arcanjos e anjos, aos  imames, santos, sorores, mestres e génios,  Pax, Lux!

2ª. 22/02/26
Continuam a acumulação de forças armadas norte-americanas para o ataque ao Irão. Que facilidades poderem juntar tudo para junto do país que querem atacar e poderem ainda ser eles os primeiros a fazerem-no (sem serem criticados; como seria se o Irão fosse o primeiro a disparar?), provavelmente pela calada da noite e em grande força, para tentarem destruir os lideres políticos e os comandantes militares e as zonas de defesa principais. Até Portugal tem contribuído, com o aeroporto das Lages a encher-se de aviões, armas e combustíveis para mais rapidamente atingirem o Irão e o seu povo independente.
Entretanto os apelos ao ataque por parte dos políticos e militares mais sujos, corruptos, extremistas, sionizados continuam, destacando-se Benjamim Netanyahu, o principal interessado na guerra, o russofóbico Lindsey Graham, e alguns militares norte-americanos e israelitas.
Do lado iraniano reina a calma da natureza antes da tempestade. O simpático professor Seyed Morandi está constantemente a ser entrevistado pelos principais canais informativos não sionizados nem oligarquizados e reafirma a vontade de resistirem.
Igualmente hoje 22, como pode ver na www.presstv.ir, 
um alto comandante militar, o Brigadeiro General Asadi, veio classificar toda a movimentação como um jogo teatral, e o enviado norte-americano Steve Witkoff parece confirmá-lo ao confessar hoje que Trump lhe dissera que está admirado com o facto dos iranianos não se terem rendido às suas ameaças. Todavia, o comandante iraniano avisou que estão prontos a responder e que desta vez não irão aceder aos pedidos norte-americanos para não responderem mais à agressão traiçoeira de Israel. Muito provavelmente, apesar do porta-aviões General R Ford estar já no Mediterrâneo para proteger Telavive, esta cidade vai ser bastante mais destruída, e já não só nos cinco ou seis alvos como foi da última vez na guerra dos 12 dias de 2025.  

Considerando a movimentação de navios na região como uma fase de propaganda, o Brigadeiro General Asadi disse  que a resposta a tal movimentação teatral foi bem dada pelo Ayatollah Seyed Ali Khamenei, recentemente: "Claro que um porta-aviões é um dispositivo perigoso, mas mais perigoso do que o porta-aviões é a arma que pode enviá-lo ao fundo do mar."
Brigadeiro General Asadi  recordou o fracasso dos inimigos da República Islâmica nos últimos 47 [anos apesar das centenas de assassinatos que sofreram] e afirmou "Esperamos que os malignos belicistas como a América, a Inglaterra, a França, a Alemanha e o regime sionista acabem eventualmente como tumores cancerígenos na região do Oeste da Ásia," e reiterou a prontidão de combate das Forças Armadas Iranianas, enfatizando que estão preparadas para defender e agirão de forma muito mais firme e poderosa do que no passado: "A resposta das Forças Armadas a qualquer erro de cálculo e ato de tolice do inimigo será mais devastadora do que nunca."
 
3º 22/2. 19.00 Questões: Quem decide o ataque? O megalómano do Trump e os seus conselheiros, o Pentágono ou antes Netanyahu e os sionistas de Israel e dos USA?  Provavelmente os três, e sobretudo os sionistas, inimigos mortais da República Islâmica do Irão e que sabem que esta época é a mais adequada dado que é a do Ramadam, e brevemente começarão nos USA os Jogos Olímpicos. 
2º Bombardearão traiçoeira e impiedosamente, e tentarão desembarcar, ou contam com infiltrados da CIA e Mossad, para causar mais confusão e destruição?   Provavelmente bombardearão só e contarão com infiltrados e corrompidos.
 3º Que mortos ou novos mártires resultarão do ataque traiçoeiro? Além da população, o próprio Ayatolah Khamenei e vários dos comandantes? Não  podemos adivinhar, mas quem quer que seja martirizado será substituído, e o povo iraniano e as suas forças armadas não sucumbirão. 
4º O que devemos orar, como devemos encarar na Divina Providência? É mesmo uma batalha decisiva entre as forças do bem e  do mal, ou não devemos abstractizar para tal nível, mais uma guerra do imperialismo ocidental e do sionismo contra quem se opõe a ele?  Mesmo assim, o plano Divino de Bem para a Humanidade como recebe e ressoa esta batalha, e o que pede de nós? Lux Dei!
 
5º  A 25 de Fevereiro o impasse do ataque continua pois as chefias militares norte-americanas sabem bem que não será a pera doce que alguns querem vender, e é grande o número dos melhores analistas, jornalistas e comentadores internacionais (tais  Douglas Macgregor, Alexander Dugin, Scott Ritter, Larry Johnson, George Galloway, Prof. Seyed Marandi, Tucker Carlson, Chris Hedges, Prof. Jeffrey Sachs, Prof. John Mershmaier, Patrick Heningsen, Max Blumenthal, Andrei Martyanov, Judge Napolitano, Pepe Escobar, Aaron Maté, Garland Nixon, Laith Marouf, Daniel Davis, Glenn Diesen, Clayton Morris, Kim Iversen, Yves Engler, Jackson Hinkle, etc.), a condenarem a aventurice  criminosa pro-sionista... E consta que serão mais os ajudantes e enviados especiais de Trump, a proporem e decidirem o momento, Steve Witkoff e Jared Kushner, dois judeus, e que, ao negarem a existência de genocídio na Palestina, se tornam algo sionistas...  
6º Dia 26/2. Realizam-se as últimas negociações em Geneve, nas quais os Iranianos já ofereceram o pleno desarmamento nuclear para chegarem a um acordo de paz. A questão é a pressão dos lobies belicistas e sionistas que tem sustentado monetariamente Trump, e para os quais a guerra deve ser já lançada ou o Irão completamente desarmado balisticamente. Para poderem ser atacados traiçoeiramente, certamente...
 26. 19:30. Os satélites chineses fotografam a base militar dos USA em Israel, aonde chegaram onze aviões F.35, embora as negociações indirectas em Geneve tenham corrido bem, com nova ronda de negociações prevista  para Viena.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2026

Os criminosos norte-americanos e israelitas atacarão já o Irão? Galloway, no Moats, censurado, pensa que sim....

Com as censuras do Youtube, e mentiras, se calhar nem consegue abrir o link recomendado, mas eu copiei-o bem, para ver em directo das 19:00 às 21:00, a denúncia, pelo excelente (mas exilado da sua terra) George Galloway, do ataque ao Irão dos cobardes e diabólicos Netanyahu e Trump, e do que é que os chihuahuas da União Europeia (em especial Macron) estão a retirar dos direitos humanos, em favor da ditadura oligárquica e sionista, também denominada Deep State... 


  https://www.youtube.com/live/ZUCc8d03K-Y?si=nHPm6-CdPDyY7Tou

   https://www.youtube.com/watch?v=ZUCc8d03K-Y

 https://www.youtube.com/live/ZUCc8d03K-Y?si=88OmuH2lcgRJR9cS

Infelizmente estes três links sugeridos ou oferecidos hipocritamente pelo próprio Youtube, que pertence claramente ao imperialismo americano-sionista, não funcionam, e o que vemos é?

Começou hoje 18 de Fevereiro, em sintonia com o começo do novo ano chinês do Cavalo, o Ramadam, o mês de purificação, jejum, oração. Muito da ordem das pessoas e cidades é alterada. Será que num período religioso, de jejum e  oração, tal como Galloway acredita e foi informado, vai ser lançado mesmo o ataque  pelos norte-americanos e israelitas? Dada a cobardia e a falta de ética total dos USA e de Israel é certamente possível...

A partir das 20:00 da gravação do programa do vídeo pode-se ouvir Larry Johnson, um excelente estudioso e analista da geoestratégica, veterano do Exército norte-americano e fundador do Berg associates, demonstra as falsas justificações norte-americanas para atacarem o Irão, pois mostra que desde 1979 os responsáveis de 80% dos ataques terroristas e mortes provieram todos terroristas sunitas, e não do Irão e dos shias, desmontando a acusação de que o eixo do mal é o Irão. Antes pelo contrário, o Irão esteve sempre a  lutar contra os terroristas sunitas que mataram milhares de inocentes e eram apoiados pelos norte-americanos, israelitas e europeus...


 O povo iraniano está unido contra o invasor, embora haja certamente alguns pagos pela CIA e a Mossad. Mas como vários destes já foram presos, desta vez o ataque norte-americano e israelita não vai dar grande resultado de guerra civil, como alguns admitem.

  A religião heroica Shiaa vai dar forças invencíveis aos iranianos: Ali e os 11 Imams  inspiram  tão sabiamente os iranianos que estes nem iniciam as hostilidades, cabendo esse aspecto de judas traiçoeiros ao USA e Israel,  quão fortemente, de tal modo que nunca conseguirão pôr as botas sujas yankees sionistas na terra sagrada persa de Shorawardi, Hafiz, Saadi, Ruzbehan, Moola Shadra, Nur Ali Shah, etc.

   



Segundo o excelente Larry Johnson, o ataque traiçoeiro de USA e Israel só deve começar sexta-feira ou sábado, quando o 2º porta-aviões norte-americano chegar ao Mediterrâneo, para poder defender isarel. O outro porta aviões, que irá certamente ao fundo, já se encontra perto do Golfo pérsico. A hubris demoníaca de Isarael sionista e do Trump pedófilo vai dar maus resultados para ambos, segundo a justiça divina...
A 25 de Fevereiro o impasse do ataque continua pois as chefias militares norte-americanas sabem bem que não será a pera doce que alguns querem vender, e é grande o número dos melhores analistas e comentadores internacionais (tais Douglas Macgregor, Scott Rieter, Larry Johnson, George Galloway, Prof. Marandi, Prof. Jeffrey Sachs, Prof. Mershmaier, Judge Napolitano, Pepe Escobar), a condenarem a aventurice pro-sionista...E consta que serão mais os ajudantes e enviados especiais de Trump, a proporem e decidirem o momento, Steve Witkoff e Jared Kushner, dois judeus, que negam a existência de genocídio na Palestina e  logo são algo sionistas...  

terça-feira, 17 de fevereiro de 2026

Recolha de sete marcas de impressores antigos, com breves motos.

Algumas destas marcas de impressores de livros são muito ricas ou pluridimensionais na sua simbologia, que aponta para as realidades da alma e utiliza formas simbólicas, míticas e arquétipas, que,  se contemplados mais demoradamente, transmitem-nos energias, intuições, harmonização, beleza, luz, gratidão...

"Após o esforço vem a docura." Trabalha, luta, merece e receberás.

Os teus caminhos, ò Deus, mostra-me, para que eu saiba avançar luminosamente

Onde dois ou três se unem no polo ou eixo de ligação espiritual e divina, aí estará a Luz e o Amor


                                        De António Pedroso Galrão, impressor lisboeta, 1713



Tudo de todos, tudo para todos. Saibamos ser fraternos, compassivos e amantes diligentes do bem do proximo 


Consegue manter o equilíbrio na atribulada vida, relembrando e sintonizando o fio de prata que te liga ao mundo espiritual

Sê uma coluna no templo de Deus na Terra. Cultiva e comunica dos dons do espírito criativa e abnegadamente. Coopera na religação do céu e da terra, a humanidade e a divindade.