segunda-feira, 11 de maio de 2026

Alexander Dugin e e a luta da civilização de Luz do Irão contra as forças das trevas ocidentais, inimigas do homem. A luta da Rússia actual e de sempre. A homenagem a Ali Larijani, filósofo e ishraqui.

 No dia seguinte ao assassinato traiçoeiro e bárbaro de um ministro iraniano, filósofo e de grande valor humano, pelos israelitas, a 19 de Março de 2026, Alexander Dugin escreveu um texto bem concentrado sobre o martírio de Ali Larijani, a alma iraniana e a sua filosofia de sacrifício e resistência, e ainda sobre a guerra em que os USA, Israel, a UE e a NATO estão empenhados diabolicamente contra a Rússia e o Irão e outros países não alinhados ou não subjugados ao infrahumanismo ou mesmo satanismo epsteiniano, ou que já estão no BRICS ou a tal aspiram, advertindo que tal vai decidir de uma certa dimensão  qualitativa do futuro da  humanidade.

                   

Muita luz e amor na alma e espírito de Ali Larijani e dos seus familiares, amigos e discípulos.
              

A Civilização da Luz contra os Inimigos do Homem. A Ideia sobrevive a cada assassínio, por Alexandre Dugin.

   «O líder iraniano Ali Larijani foi assassinado pela coligação americana-israelita.
Mas mais uma
 vez, "a Unidade [da nação iraniana] não percebeu [não foi afectada pela] perda de um combatente."

O Irão dá à humanidade uma lição de verdadeira antropologia: o indivíduo [numérico, da quantidade] não conta; o que importa é a pessoa [a persona, a alma]. A pessoa é aquela que está pronta para morrer pela Ideia. A Ideia encontrará novos indivíduos que se levantarão para defendê-la e se tornarão pessoas. Esta é a imortalidade na Ideia—em Deus, na Verdade.
Um ser humano começa a significar algo apenas quando se endireita como uma flecha voando em direção ao céu. Caso contrário, ele é um verme. [E assim são muitos, massificados, amilhazados, alienados. Por isso a tradição esotérica (irfan)  iraniana realça o imam, o guia, o qutb, o polo, os orafa, os que ligam os mundos e a Humanidade e a Divindade].

O Irão é uma civilização de Luz [Nûr]. Consiste em almas que se erguem verticalmente. Uma substitui a outra numa guerra absoluta de luz.

Na mística islâmica, o indivíduo (nafs [a parte instintiva e astral]) é considerado como "o diabo interior." Somente aquele que o superou [ou venceu] é verdadeiramente humano.

O maravilhoso filósofo iraniano Ali Larijani (falei com ele durante muitas horas sobre anjos, imortalidade e o homem luminoso [Xvarnah, ou Ischraq, dotado da Luz da Glória ou Oriental, tão patente na filosofia e espiritualidade iraniana, como Henry Corbin tão bem estudou e divulgou] foi assassinado. Não num bunker [como os traiçoeiros e cobardes americanos e israelitas], não num abrigo. Ele foi visitar os seus filhos. Lá, um míssil sionista apanhou-o.

                                                          Image of Exclusive: Iran's frontrunner for president speaks of his life battling US power - CSMonitor.com

Contudo um outro homem iluminado tomou seu lugar: Saeed Jalili. Com ele, também dialoguei horas sobre a Quarta Teoria Política [títulos de livros e artigos de Alexander Dugin e da sua filha mártir Daria Dugina. Muita luz e amor nela!]. Esta é uma guerra de filósofos. É uma guerra do Homem contra o inimigo da raça humana.

                                                                   
Os Estados Unidos e Israel são uma coligação do inferno. Eles matam. No entanto, Deus ergue novos heróis no lugar dos caídos. Novos filósofos.
É por isso que a filosofia é tão importante. E até que a Rússia realmente se volte para a filosofia genuína e para as profundezas da religião, não venceremos. Esta é uma guerra sagrada. Nela, o principal é a Ideia.
Netanyahu, que parece estar vivo (embora isso ainda permaneça incerto), mostrou ao Embaixador dos EUA em Israel [o ultrasionista pseudo evangélico] Huckabee uma folha de papel com a lista daqueles já marcados para serem assassinados num futuro próximo. Ambos riram e brincaram que têm cinco dedos em vez de seis, como foi visto num vídeo simulado anterior pela Inteligência Artificial.


Joe Kent: Iran War, Israeli Influence ...
Joe Kent entrevistado por  Glenn Diesen, um bom analista, tal como Douglas Macgregor, Larry Johnson, Alaistar Crook, Chris Hedges, Jeffrey Sachs, George Galloway, etc...

 O chefe do departamento de contraterrorismo dos EUA, Joe Kent, renunciou ao seu cargo em protesto contra a agressão ao Irão e contra o facto de a América ser governada pelos sionistas.
Alex Jones chama abertamente tudo o que está a acontecer nos Estados Unidos de "golpe sionista."
Ex-oponentes de Trump dentro do Partido Republicano, incluindo Mitch McConnell, e até alguns Democratas estão a mover-se cautelosamente em direção a apoiarem-no. É revelador que o ultra-russófobo McFaul também esteja disposto a apoiá-lo, expressando apenas o desejo de que Trump comece a tratar a Rússia da mesma forma que trata o Irão— e o mais rápido possível.

O próprio Trump afirma que “Putin tem medo dele.” Isso é claro que não é verdade, mas certos momentos nas absurdas e mal concebidas "negociações de paz" sobre a Ucrânia entre Moscovo e Washington deram-lhe motivos para pensar assim [talvez dado o seu narcisismo maligno, mas não creio que seja tão grande a sua megalomania...]. Isso é muito perigoso. Qualquer sinal de fraqueza, mesmo que imaginário, só encoraja ainda mais esses maníacos.
À medida que Trump perde os seus próprios apoiantes—que ele traiu completamente— vai  ganhando 
gradualmente o apoio dos mais notórios vermes globalistas.

Para Trump, as prioridades são o Irão e a América Latina. Ele já começou a ameaçar abertamente uma intervenção no Brasil, e decidiu há muito tempo destruir Cuba. Por enquanto, ele claramente não deseja se concentrar na Ucrânia, embora esteja sendo cada vez mais pressionado nessa direção. Por enquanto.
O medo inspirado pelo Trump inicial, quando ele prometeu destruir os globalistas e desse modo ganhou a presidência, ainda persiste. George Soros continua a pressionar as suas redes [Open Society e outras] para se opor a Trump (Soros também odeia Netanyahu). Contudo agora Trump persegue uma política de globalismo agressivo e militante, buscando a todo custo preservar a hegemonia ocidental e o mundo unipolar. A dado momento, ele  voltar-se-á 
também scontra a Rússia. A Ucrânia está atualmente fora do foco principal de atenção, o que preocupa Zelensky, mas isso é temporário.
                                             
A nossa única esperança agora, junto com a China, é que o Irão resista e alcance os seus objetivos no Oriente Médio. Isto permanece possível, embora implique o custo de um  sacrifício imenso. Se o Irão cair, o Ocidente  atacar-nos-á. E a China seria p próximo.
Por mais dividido que o Ocidente possa parecer hoje em cinco centros—Trump, a UE, a Inglaterra, os globalistas puros e Israel—em certas questões ou aspectos eles agem juntos. Afinal,  são todos 
eles o Ocidente. Sim, observamos uma  discórdia séria [relativa...] entre eles, mas um denominador comum permanece, e a reestruturação das relações continua constantemente. A Rússia não pode contar com a boa vontade de nenhum desses polos. Todos eles são inimigos—apenas em graus variados, em contextos diferentes e em combinações diferentes.
Somente  se torna 
agora claro a profundidade do imenso crime cometido pela liderança soviético-russa das décadas de 1980 e 1990: eles desmantelaram voluntariamente o Pacto de Varsóvia, dissolveram a URSS como superpotência e aboliram unilateralmente o mundo bipolar.
Até hoje, eles
 não receberam o julgamento que merecem. Foi uma conspiração contra a Rússia—contra o estado, o povo e a civilização. Na época, teve sucesso. Foi uma operação genuína de mudança de regime e uma tomada de poder no país por um grupo agindo nos interesses de um estado hostil. Nenhuma outra interpretação dos anos 90 é possível. [Houve contudo vários factores complexos enfrquecedores...]
Putin começou o processo heroico de restaurar a nossa soberania. Isso se estendeu por muitos anos e provou ser uma tarefa extraordinariamente difícil.
Quanto mais Putin insiste na independência da Rússia, na multipolaridade e na ideia do estado-civilização, mais o Ocidente aumenta sua pressão sobre a Rússia. O aumento do nível de escalada reflete o fortalecimento da vontade da Rússia em direção à soberania. O Ocidente não está disposto a aceitar isso. O seu objectivo é acabar com a Rússia.
Na minha opinião, é hora de mudar a nossa atitude em relação à Ucrânia. Provou ser um oponente muito sério. Sim, todo o Ocidente coletivo está por trás dele. No entanto, muito nesta guerra também depende de sua população. O inimigo revelou-se mais forte do que pensávamos. E nós próprios, claramente, o oposto. [Exagero crítico de A. Dugin que queria a vitória mais rápida, mas com um custo muito maior de sofrimento humano o que Putin e as chefias militares nãoquiseram.]
Ao mesmo tempo, sentindo a sua força, o inimigo pretende a todo custo tomar nossas terras, enquanto nós estamos gradualmente mudando para uma posição defensiva—deixem-nos o que actualmente é nosso, e nós nos acalmaremos. O inimigo lê isso de forma inequívoca como fraqueza, e isso apenas fortalece sua determinação de continuar a guerra. [Algo datada desta leitura, pois em Maio é cada vez mais evidente a lenta mas segura reconquista de Donbas.]
Só há uma saída para isso. Reformas fundamentais dentro da própria Rússia. Uma identificação clara dos centros de fraqueza, mudanças no pessoal, talvez até mesmo nas instituições, e a plena articulação dos objetivos máximos da guerra: a capitulação incondicional do regime de Kiev e a transferência de toda a Ucrânia sob nosso controle estratégico. [Alexander Dugin é algo absolutista nisto...]
Se as tendências atuais continuarem, tal objetivo permanecerá inatingível. Isso significa que nós mesmos devemos mudar. Simplesmente não temos outra escolha. Uma postura vacilante e defensiva não pode garantir nenhuma paz, muito menos uma paz duradoura. É necessária uma nova estratégia, juntamente com um fortalecimento acentuado do nosso potencial de poder, incluindo a dimensão espiritual.
Temos dois exemplos do século XX: a Primeira Guerra Mundial e a Segunda Guerra Mundial (a Grande Guerra Patriótica). A primeira levou a Rússia ao colapso. A segunda levou-a à grandeza.
Na Primeira Guerra Mundial, o povo não estava inspirado. Na Grande Guerra Patriótica, eles estavam inspirados.
Nossas negociações com Washington, em seu estilo e tom, não se assemelham em nada à Grande Guerra Patriótica. Minam o espírito moral de quem se dedica de coração à Vitória. Os processos inerciais que continuam desde a década de 1990 também actuam de maneira sufocante.
A Ucrânia provou ser um noz dura de roer. Mas muito maior será a nossa Vitória.»

Imagem bem significativa da hierohistória da grande alma sacrificial russa, partilhada pela pintora Tatiana Belopukhova. 

domingo, 10 de maio de 2026

Conto: Do dom de satisfação dos últimos desejos antes de se abandonar o corpo físico, ou morrer.

 

Dentro das sincronicidades no campo unificado de energia consciência da Humanidade houve pessoas que, estando para  morrer , receberam interiormente do mundo espiritual a graça de poderem fazer e vivenciar tudo o que quisessem durante dois ou três dias. Ora uma das que recebeu esse dom não soube responder, ou pouco acreditou, e não despertou a sua imaginação e vontade para a acção, morrendo sem ser agraciada e perdendo assim a sua última oportunidade de frutificar alguns talentos da sua vida terrena, antes de a deixar definitivamente,  partindo assim mais pobre e menos consciente e luminosa.

 Outro posta  mesma situação agradeceu a graça final e quis adquirir e recebeu as maiores preciosidades de arte e de livros que admirara ou sonhara, e durante as seus últimos dias desfrutou com os seus olhos, mãos e alma tanta beleza e sabedoria que, ao morrer,  levava a sua alma tão grata à Divindade e Humanidade, que a sua transição e ascensão foi leve, luminosa e rapidamente lhe foram facultadas ligações e contactos instrutivos ou sábios no além. 

Já outra pessoa  pediu para poder reunir na visão da alma todas as pessoas que amara, ou que a tinham amado, na sua vida e  lentamente um grande círculo se formou unindo-as e permitindo-lhes comungar, bem surpreendidas, nas energias de afinidade sábia e amorosa que as ligavam, com  trocas de realizações e compreensões de um grupo invisível que existia mas que nunca se consciencializara. Foram apenas algumas horas de comunicações, mas ao morrer ela levou consigo tão reavivada a imensa colheita e semeadura de amor-sabedoria que gerara ou onde estivera, e muita da qual que  já nem se lembrava,  por todos os cantos do mundo que conhecera, que não se surpreendeu quando prestes a desencarnar  avistou pelo olho espiritual no mundo subtil algumas das que já tinham morrido e que ali estavam a acompanhá-la na sua transição, rumo a novos desenvolvimentos luminosos.

Outro ser quis que muito dinheiro  entrasse na sua posse e pudesse ser dado e  distribuído a todos os que ele intuísse interiormente que precisavam e o usariam bem e sentiu-se muito feliz por ver tanta gente ficar alegre e melhorar as suas condições de vida.

Houve porém outra  que foi mais religiosa na sua aspiração dos  dias finais: desejou ver o mestre Jesus, e santos e anjos, e por eles ser abençoado e purificado, e assim morreu após a sua purificação de arrependimento e de adoração e gratidão, com tal visão gloriosa a acompanhá-lo no momento da partida,  avançando confiante e feliz para o além,  acompanhado pelo seu anjo da guarda e um ou dois santos que mais venerava. Finalmente,  outra pessoa houve que quis que todas as pessoas do mundo tivessem umas horas de grande lucidez em que vissem claramente as razões e os objectivos da sua incarnação terrena e que algo disso nunca mais pudessem esquecer. E assim várias pessoas foram presenteadas com uma súbita intuição e determinação sábia e libertadora,  que as enriqueceu muito, bem como os que as conheciam e por elas foram tocados.

Se me perguntarem agora qual destas atitudes é que escolheria diria que provavelmente nenhuma só, mas certamente não faria como aquele poeta que disse «deixem-me viver  os dois dias finais como se nada soubesse», pois preferiria ter tempo para me despedir das pessoas amigas, próximas ou distantes, e deixar-lhe alguns presentes externos e realizações internas conscienciais, ou mesmo conselhos salutíferos é bençoadores especificos para cada um, e que a despedida fosse colectiva e agradável para todos, numa grande meditação em que os centros subtis do corpo espiritual estivessem bem relampejantes e que o efeito de tal meditação poderosa se fizesse sentir na alma e aura do país e até levement no planeta. E que, quando saísse do corpo,  tal fosse visto como uma libertação ascensional  provando que a morte terrena é só uma passagem para outra dimensão em que alma já não revestida do corpo físico mas dum corpo subtil ou de glória continua a sua evolução e trabalha para desabrochar mais a luz ou glória (xvarnah) de Deus, passando de um plano de menor para um de maior luz, amor e unidade.

Sei que houve ainda um outro ser que pediu a Deus que ele se revelasse a alguns os seres dos seus amigos em três modos: primeiro mostrando-lhes como é que eles O satisfariam nesta vida e qual o plano e a missão que lhes competiria. Segundo,  que a Divindade fizesse que a Sua Presença  se tornasse neles mais perceptível e que o mistério do nascimento interno da divindade espiritualmente nos seres se realizasse mais. Terceiro, que Deus, ou a sua corrente de Luz directa e do corpo místico da Humanidade estivesse unida a si na hora da morte. 

Creio que este último também partiu orando e irradiando grata e luminosamente.


como eu gostaria de fazer. 

Alexander Dugin on Ali Larijani: The Civilization of Light against the Enemies of Man. The Idea survives every assassination. Iran leading the liberation of Mankind.

                                               

The Civilization of Light [Iran] against the Enemies of Man
The Idea survives every assassination [by Israel zionists and others.]
Alexander Dugin
Mar 18, 2026


Alexander Dugin in this text published in March, 18, just one day after the zionist assassination of Ali Larijani with his family, reflects in his martyrdom, the pathos or Shiia philosophy of sacrifice and abnegation, the great resilience, unity and example given by Iran to the Mankind, and speaks also about Trump's and Netanyahu mad dreams, and the war betteween USA and Israel against not only Russia, China, Iran and multipolarity, but also against all the ethical and moral values,  with the implications and consequences for the future of the  world .
                             Ali Larijani: The Insider Who Helped ...

«The Iranian leader Ali Larijani has been killed by the American–Israeli coalition.
Once again, “the unit did not notice the loss of a fighter.”
Iran gives humanity a lesson in true anthropology: the individual does not count; what matters is the person. The person is the one who is ready to die for the Idea. The Idea will find new individuals who will rise to defend it and become persons. This is immortality in the Idea—in God, in Truth.
A human being begins to mean something only when he straightens himself into an arrow flying towards the sky. Otherwise he is a worm.
Iran is a civilization of light. It consists of souls standing vertically. One replaces another in an absolute war of light.
In Islamic mysticism, the individual (nafs, [the instinctive and astral being in us]) is regarded as “the devil within.” Only the one who has overcome it is truly human.
The wonderful Iranian philosopher Ali Larijani (I spoke with him for many hours about angels, immortality, and the luminous man [the one with Xvarnah or  Ishraq]) has been killed. Not in a bunker, not in a shelter. He went to visit his children. There a Zionist missile caught up with him.

                                Image of Exclusive: Iran's frontrunner for president speaks of his life battling US power - CSMonitor.com
Yet another luminous man has taken his place: Saeed Jalili. With him, I also spoke for hours about the Fourth Political Theory. This is a war of philosophers. It is a war of Man against the enemy of the human race.
The United States and Israel are a coalition of hell. They kill. Yet God raises up new heroes in place of the fallen. New philosophers.
That is why philosophy is so important. And until Russia truly turns to genuine philosophy and to the depths of religion, we will not win. This is a sacred war. In it, the main thing is the Idea.
Netanyahu, who appears to be alive (though even that remains uncertain), showed U.S. Ambassador Huckabee a sheet of paper listing those already marked for assassination in the near future. Both laughed and joked that they have five fingers rather than six, as in the previous AI simulation.
 
                                 Joe Kent: Iran War, Israeli Influence ...      
The head of the U.S. counterterrorism department, Joe Kent, resigned in protest against the aggression towards Iran and against the fact that America is ruled by Zionists.
Alex Jones openly calls everything happening in the United States a “Zionist coup.”
Former opponents of Trump within the Republican Party, including Mitch McConnell, and even some Democrats are cautiously moving towards supporting him. It is telling that the ultra-Russophobe McFaul is also prepared to support him, expressing only the wish that Trump would begin treating Russia the way he treats Iran—and as quickly as possible.
Trump himself claims that “Putin is afraid of him.” This is of course untrue, yet certain moments in the absurd and ill-conceived “peace negotiations” over Ukraine between Moscow and Washington have given him grounds to think so. This is very dangerous. Any sign of weakness, even an imagined one, only further emboldens these maniacs.
As Trump loses his own supporters—whom he has thoroughly betrayed—he gradually gains the support of the most notorious globalist scum.
For Trump, the priorities are Iran and Latin America. He has already begun openly threatening intervention in Brazil, and he decided long ago to destroy Cuba. For now, he clearly does not wish to focus on Ukraine, although he is increasingly being pushed in that direction. For now.
The fear inspired by the early Trump, when he promised to destroy the globalists and thereby won the presidency, still lingers. Soros continues to press his networks to oppose Trump (Soros also hates Netanyahu). Yet Trump now pursues a policy of aggressive, militant globalism, seeking at any cost to preserve Western hegemony and the unipolar world. At some point, he will turn against Russia as well. Ukraine is currently outside the main focus of attention, which worries Zelensky, but this is temporary.
Our only hope now, together with China, is that Iran will endure and achieve its aims in the Middle East. This remains possible, though it comes at the price of immense sacrifice. If Iran falls, the West will descend upon us. China would be next.
However divided the West may appear today into five centers—Trump, the EU, England, the pure globalists, and Israel—on certain issues they act together. After all, they are all the West. Yes, we observe serious discord among them, yet a common denominator remains, and the restructuring of relations continues constantly. Russia cannot rely on the goodwill of any of these poles. All of them are enemies—only to varying degrees, in different contexts, and in different combinations.
Only now does the full depth of the immense crime committed by the Soviet-Russian leadership of the 1980s and 1990s become clear: they voluntarily dismantled the Warsaw Pact, dissolved the USSR as a superpower, and unilaterally abolished the bipolar world.
To this day, they have not received the judgment they deserve. It was a conspiracy against Russia—against the state, the people, and the civilization. At the time, it succeeded. It was a genuine regime-change operation and a seizure of power in the country by a group acting in the interests of a hostile state. No other interpretation of the 1990s is possible.
Putin began the heroic process of restoring our sovereignty. It has stretched over many years and has proven to be an extraordinarily difficult undertaking.
The more Putin insists on Russia’s independence, on multipolarity, and on the idea of the state-civilization, the more the West increases its pressure on Russia. The rising level of escalation reflects the strengthening of Russia’s will towards sovereignty. The West is unwilling to accept this. Its goal is to finish Russia.
In my view, it is time to change our attitude towards Ukraine. It has proven to be a very serious opponent. Yes, the entire collective West stands behind it. Yet much in this war also depends on its population. The enemy has turned out to be stronger than we thought. And we ourselves, clearly, the opposite.
At the same time, feeling its strength, the enemy intends at any cost to take our lands from us, while we are gradually shifting into a defensive position—leave us what is currently ours, and we will calm down. The enemy reads this unambiguously as weakness, and it only strengthens its determination to continue the war.
There is only one way out of this. Fundamental reforms within Russia itself. A clear identification of the centers of weakness, changes in personnel, perhaps even in institutions, and the full articulation of the war’s maximal goals: the unconditional capitulation of the Kiev regime and the transfer of all Ukraine under our strategic control.
If the current trends continue, such a goal will remain unattainable. That means we ourselves must change. We simply have no other choice. A wavering, defensive posture cannot guarantee any peace at all, let alone a long-term one. A new strategy is needed, along with a sharp strengthening of our power potential, including the spiritual dimension.
We have two examples from the twentieth century: the First World War and the Second World War (the Great Patriotic War). The first led Russia to collapse. The second led it to greatness.
In the First World War, the people were not inspired. In the Great Patriotic War, they were inspired.
Our negotiations with Washington, in their style and tone, bear no resemblance to the Great Patriotic War. They undermine the moral spirit of those who are wholeheartedly devoted to Victory. The inertial processes that continue from the 1990s also act in a suffocating way.
Ukraine has proven to be a tough nut to crack. All the greater will our Victory be.»
Translated from the Russian. An taken from Substack, page of Alexander Dugin.

The spread of the new virus Hondius, probably a false flag, seen on the eyes of Rt.com and of an ishraqi or orafa observer.

The story, paid so well certainly, is beginning to take cntrol of media and so people. Let us see how it will develop, but good ingredientes to a realitty show are there, as the diseased people are americans, and the going to be sent, with tus customarry USA safety aunsafety measures to a an American University, it seem not the one of Pete Hegseth.   USA show is the main point of beginninig of a diversion, so suitable to Epsteinian elite and specially Trump. So Bill Gates also implicated on the crimes commited there will be very happy to pour infinite money to the new pandemia, that he was aleady predicting ....

 1º feuilleton, 10.5. 26:  «Passengers have begun evacuating from the MV Hondius cruise ship, where an outbreak of Andes hantavirus has been reported, World Health Organization (WHO) Director General Tedros Adhanom Ghebreyesus said.

"The disembarkment of the first group of MV Hondius passengers has started," he wrote on X. Ghebreyesus noted that WHO experts on the ground are working together with the Spanish Health Ministry "on the epidemiological assessment of the passengers and coordinating charter flights with the Interior Ministry.".»

                                          

sábado, 9 de maio de 2026

9 de Maio. Nicholas Roerich, seguindo Tolstoi, avisa os anti-russos: Não ataquem a Rússia, pois ela sempre vencerá. Trilingual.

Pintada por Nicholai Roerich no fim da II Guerra Mundial, em 1945, e intitulada Vitória, invoca na alma russa a manifestação do heroísmo, qual S. Jorge e o dragão, que vence as formas monstruosas do mal, da opressão, da mentira, hoje tão presentes na Ucrânia, Israel, União Europeia, NATO, USA e &. Foi partilhada no Vk.com por Olga Titova no dia 9 de Maio, o dia da Vitória Soviética em 1945, terminando a II grande Guerra quando a Alemanha nacional- socialista assinou a capitulação perante as forças russas. Relembre-se que morreram abnegadamente 27 milhões de russos, a maioria jovens e que hoje as forças armadas da Federação Russa estão constituídas quase por completo por descendentes ou familiares dos que tombaram em prol do Bem, da Verdade, da Liberdade..

    Extracto das Folhas do Diário de Nicholai Roerich, de 1942, recebido da amiga russa Oksana Titova:

 «Aqui está o conselho de Tolstoi ao "Mensageiro" – "que ele segure o leme mais alto, pois então conseguirá". Não é fácil manter o leme alto na tempestade, mas se te lembrares deste sábio conselho e unificares as tuas forças, mesmo que as tempestades fiquem cada vez mais ameaçadoras e não haja clareiras entre as nuvens, avancarás. A a Pátria, a amada Pátria, vence o inimigo, na tempestade e no relâmpago.
«Não se intrometam connosco»! – dizíamos aos nossos  inimigos
 antes da guerra. Lembrávamos os exemplos temíveis da história, mas, aparentemente, o destino quis mostrar o Povo Russo como um grande vencedor – para o temor de todos os inimigos. «Não subestime» a Rússia! Não experimente em si mesmo o poder irresistível do Exército Russo, o poder de toda a nação.
O
 povo russo é um construtor da nova vida, todos os povos da vasta terra virgem sabem ser amigos, mas não os tornem inimigos, pois pesada é a sua mão e inquebrantável é sua coragem.
O povo russo lembra-se da bênção de S. Sérgio de Radonega a Dmitri Donskoi antes da Batalha de Kulikovo: "Se já experimentaste todos os meios pacíficos em vão – então luta e vencerás!"

A Rússia  tende sempre ao progresso pacífico, mas cuidado para não a indignarem, cuidado em não invadirem a sua terra sagrada. «Os heróis despertaram»! E já não dormitarão na vigilância ininterrupta. Futuro brilhante, boa vontade brilhante! Trabalho criativo de todos!
Por trás de mil névoas há uma montanha, onde o homem não é inimigo do homem, mas amigo.»
Н.К.Roerich, Folhas do Diário, 24 de março de 1945

Painted by Nicholai Roerich at the end of World War II, in 1945, and titled Victory, it invokes in the Russian soul the manifestation of heroism, like St. George and the dragon, who conquers the monstrous forms of evil, oppression, and lies, so present today in Ukraine, Israel, the European Union, NATO, the USA, and more. It was shared on Vk.com by Oksana Titova on May 9, the day of the Soviet Victory in 1945, ending the Second World War when the National Socialist Germany signed the capitulation before the Russian forces. Remember that 27 million Russians died selflessly, the majority of them young, and that today the armed forces of the Russian Federation are almost entirely composed of descendants or relatives of those who fell for the sake of Good, Truth, and Freedom.

 «Here is Tolstoy's advice to "The Messenger" – "let him hold the helm higher, then he will make it." It's not easy to keep the helm high in a storm, but you'll remember the wise counsel and pull yourself together. But the storms are getting more and more menacing, and there is no light in the clouds. In the storm and lightning, the Motherland, beloved Motherland, defeats the enemy.
"Don't mess with us!" – before the war, we told the enemies. We reminded them of the formidable examples of history, but evidently, fate wanted to reveal the Russian people as great victors – to the fear of all enemies. "Do not underestimate" Rus! Do not test the irresistible power of the Russian Army, the power of the entire nation.
The builder of a new life is the Russian people; all the peoples of the boundless virgin land know how to be friends, but do not make them enemies—their right hand is heavy and their courage is unbreakable. The Russian people remember the counsel of Sergius of Radonezh to Dmitry Donskoy before the Battle of Kulikovo: "If you have tried all peaceful means, then fight and you will win!"
Rus' has always been inclined towards peaceful prosperity, but beware of angering her, beware of invading her sacred land. "The heroes have awakened!" And they will no longer doze off on their unchanging watch. Bright future, bright benevolence! Creative 
labour for all!
Beyond a
 thousand mists, there is a mountain where man is not a foe to man, but a friend.
N.K. Roerich "Diary Leaves". March 24, 1945.

Написанная Николаем Рерихом в конце Второй мировой войны, в 1945 году, и названная "Победа", она вызывает в русской душе проявление героизма, подобно Святому Георгию и дракону, который побеждает чудовищные формы зла, угнетения и лжи, столь присутствующие сегодня в Украине, Израиле, Европейском Союзе, НАТО, США и других странах. Его опубликовала в Vk.com Оксана Титова 9 мая, в день Советской Победы в 1945 году, завершившей Вторую мировую войну, когда нацистская Германия подписала капитуляцию перед советскими войсками. Помните, что 27 миллионов русских людей погибли самоотверженно, большинство из них молодые, и что сегодня вооруженные силы Российской Федерации почти полностью состоят из потомков или родственников тех, кто пал за добро, правду и свободу.

«Вот толстовское напутствие «Гонцу» – «пусть выше руль держит, тогда доплывет». Нелегко в бурю руль высоко держать, но вспомнишь завет мудрый и подтянешься. А бури-то все грознее и нет в тучах просвета. В грозе и в молнии Родина, любимая Родина побеждает врага.
«Не замай»! – перед войною говорили мы врагам. Напоминали грозные примеры истории, но, видно, судьбе угодно было явить Народ Русский великим победителем – на страх всем врагам. «Не замай» Руси! Не испытай на себе необоримую мощь Русского Воинства, мощь всенародную.
Строитель новой жизни – народ русский, все народы необозримой целины умеют быть друзьями, но не сделай их врагами – тяжела их десница и несломимо их мужество. Народ русский помнит напутствие Сергия Радонежского Дмитрию Донскому перед Куликовой битвою: «Если испытал все мирные средства – тогда сразись и победишь!»
Русь всегда склонна к мирному преуспеянию, но остерегись разгневать ее, остерегись вторгнуться на ее священную землю. «Проснулись богатыри»! И уже не задремлют на несменном дозоре. Светлое будущее, светлое добротворчество! Творческий труд всенародный!
За тысячью туманов есть гора, где человек человеку не враг, но друг.»
Н.К.Рерих «Листы дневника». 24 марта 1945 г.

Рерих "Победа". 1942 г.

                                            

Dia da Vitória, 9 de Maio, comemorações na Rússia, então e agora a líder da luta contra o nazismo e a hegemonia imperialista ocdental

 Após a formidável parada das forças armadas da Federação Russa e de uma companhia da Coreia do Norte, que celebrou mais um aniversário do Dia da Vitória contra o fascismo e o nazismo alemão e europeu, realizada na Praça Vermelha, em Moscovo, Vladimir Putin e os chefes das delegações estrangeiras presentes  depositaram flores no Túmulo do Soldado Desconhecido, no Jardim de Alexandre e foram no fim saudados pelos sucessores dos heroicos 27 milhões militares e civis russos, que morreram pelo Bem, a Verdade, a  Liberdade na Europa, e que garantem a continuidade da abnegada e invencível Rússia. O que muito custa a aceitar aos medíocres e invejosos dirigentes europeus, alguns deles descendentes dos nazis, e onde se destacam Ursual von der Leyen, Friderich Merz, Kaja Kallas e o ambicioso António Costa,  ainda hoje afadigados, russofóbica e sísifamente, em ferirem e enfraquecerem a santa Rússia. 

Eis uma breve parte de seis minutos, tocantes, das cerimónias que duraram cerca de duas horas e que mostram bem a quase infinita grande e santificada alma russa... 

sexta-feira, 8 de maio de 2026

Homenagem a Domingos Dias Martins, Fotógrafo de Gentes e Pedras do Gerês Transmontano. Vídeo e exposição no Centro Cultural de Cascais

Está patente uma valiosa exposição das fotografias de "Domingos Dias Martins, Fotógrafo de Gentes e Pedras do Gerês Transmontano", no Centro Cultural de Cascais. 
Participaram na feitura da exposição e do livro  António Barreto, pela Fundação La Caixa, Salvato Teles de Menezes, pela Fundação D. Luís I, João Miguel Barros, curador, editor e com o texto Um autodidacta de vistas apuradasLuís Filipe Rocha, com o Breve bosquejo biográfico, Prof. Jorge Gaspar, com A Terra e as Gentes (do Domingos e da sua Cela), e Francisco Teixeira da Mota, com O meu amigo Domingos,  um valioso depoimento do confidente do Domingos, alma profunda e perscrutadora, com quem ainda convivi seja no Gerês seja em diálogos no seu andar centenário na Rua das Gáveas, ao Bairro Alto.
Na apresentação da Exposição, da qual gravei uma parte substancial como pode ver, estiveram também presentes a filha Rute e os dois irmãos Victor e Luís, que disponibilizaram os negativos das fotografias, bem como o Artur, filho de Manuel Afonso, grande amigo de Domingos e outro sábio, de Sirvozelo, a vila irmã de Cela, no concelho de Montalegre. Comecei a gravar já depois do Francisco Teixeira da Mota ter apresentado os cumprimentos-agradecimentos ao "bando dos Quatro", às Fundações Dom Luís I e "la Caixa" e ainda ao Banco BPI pelo valioso apoio. Infelizmente, gravando por telemovel sem estar a ver bem o enquadramento da filmagem, o Francisco acaba por não se ver durante parte do seu breve testemunho, pois um bem mais completo está no seu valioso texto editado no livro.
Pode contemplar as maravilhosas fotografias da gente e terras transmontanas simples, puras, inteiras, cósmicas, que estarão visíveis até 26 de Agosto. E pode adquirir o livro, in 4º oblongo de 97 páginas, editado pelo Editor Ochre Space, com muito boa qualidade e tiragem de apenas 250 exemplares.  
Passemos então para a outra margem, e avancemos com o nosso querido amigo Domingos a guiar-nos numa viagem que vibra para sempre na eternidade, ao ressuscitar tantas almas e locais, costumes, paisagens e momentos de grande pureza e inteireza, poder e beleza: 
Domingos acreditava nas outras margens e por mais de uma vez me contou ter visto um fantasma. Agora é ele para nós, até nos tornarmos a encontrar quando passarmos para a outra margem do Cávado, ou do rio da Vida. 
 

A pureza natural de saber separar o trigo do joio, a semente da palha, o verdadeiro do falso..


 


Domingos Dias Martins nasceu a 9 de Maio de 1919 no lugar da Cela, concelho de Montalegre, a cerca de 700 metros de altitude nos contrafortes do granítico Gerês, hoje numa aldeia integrada no Parque Nacional de Peneda-Gerês. Vindo para Lisboa com a mãe aos cinco anos, passará pelo Arsenal da Marinha entre os 14 e os 18, a escola industrial Fonseca Benevides, as oficinas das Docas do Bom Sucesso, e pela tropa no quartel da Avenida de Berna. Em 1942, é admitido no Secretariado da Propaganda Nacional (SPN),  em Lisboa, onde conhecerá muita gente durante cerca 40 anos, nomeadamente Ofélia Queiroz por quem tinha grande estima.
Era nas férias que regressava ao seu Gerês e podia captar imagens de um mundo que estava condenado a desaparecer pelo progresso técnico, e do qual se tornou um salva-vidas com as suas excelentes fotografias. O meu irmão Francisco, conhecendo-o desde 1974 no Palácio Foz, foi introduzido pelo Domingos naquele microcosmos tradicional e telúrico de Cela e de Sirvozelo, e deixou-se adoptar por ele, passando a passar também as múltiplas férias ou feriados em viagens e trabalhos, convívios, diálogos, nos quais,  relampejando o espírito irónico e de gnomo das montanhas, se acentuava o forte brilho dos olhos do Domingos. Partiu para a outra margem a 4 de Julho de 2002, já com 83 anos de idade. Um registo no meu diário assinala a partida e brevemente partilhá-lo-ei. 


O Domingos em jovem, nos seus trinta e tais, com a filha Rute à esquerda, e Manuela, mulher do Francisco.

Jorge Gaspar, Luís Filipe Rocha, Francisco Teixeira da Mota e João Miguel Barros, os autores no livro.

  Final da exposição, com cinco pessoas transmontanas, da aldeia de Sirvozelo, uma delas ainda bem conhecedora do Domingos, o Artur de Manuel Afonso e da Soledade, e irmão do Nelo e do Afonso. Ao fundo, Francisco, António Barreto e o geógrafo Jorge Gaspar (que considerará o mel de Montezinho o melhor) dialogam.