Está patente uma valiosa exposição das fotografias de "Domingos Dias Martins, Fotógrafo de Gentes e Pedras do Gerês Transmontano", no Centro Cultural de Cascais.
Participaram na feitura da exposição e do livro António Barreto, pela Fundação La Caixa, Salvato Teles de Menezes, pela Fundação D. Luís I, João Miguel Barros, curador, editor e com o texto Um autodidacta de vistas apuradas, Luís Filipe Rocha, com o Breve bosquejo biográfico, Prof. Jorge Gaspar, com A Terra e as Gentes (do Domingos e da sua Cela), e Francisco Teixeira da Mota, com O meu amigo Domingos, um valioso depoimento do confidente do Domingos, alma profunda e perscrutadora, com quem ainda convivi seja no Gerês seja em diálogos no seu andar centenário na Rua das Gáveas, ao Bairro Alto.
Na apresentação da Exposição, da qual gravei uma parte substancial como pode ver, estiveram também presentes a filha Rute e os dois irmãos Victor e Luís, que disponibilizaram os negativos das fotografias, bem como um filho de Manuel Afonso, outro sábio, de Sirvozelo, a vila irmã de Cela, no concelho de Montalegre. Comecei a gravar já depois do Francisco Teixeira da Mota ter apresentado os cumprimentos-agradecimentos ao "bando dos Quatro", às Fundações Dom Luís I e "la Caixa" e ainda ao Banco BPI pelo valioso apoio.
Pode contemplar as maravilhosas fotografias da gente e terras transmontanas simples, puras, inteiras, cósmicas, que estarão visíveis até 26 de Agosto. E pode adquirir o livro, in 4º oblongo de 97 páginas, editado pelo Editor Ochre Space, com muito boa qualidade e tiragem de apenas 250 exemplares.
Pode contemplar as maravilhosas fotografias da gente e terras transmontanas simples, puras, inteiras, cósmicas, que estarão visíveis até 26 de Agosto. E pode adquirir o livro, in 4º oblongo de 97 páginas, editado pelo Editor Ochre Space, com muito boa qualidade e tiragem de apenas 250 exemplares.
Passemos então para a outra margem, e avancemos com o nosso querido amigo Domingos a guiar-nos numa viagem que vibra para sempre na eternidade, ao ressuscitar tantas almas e locais, costumes, paisagens e momentos de grande pureza e inteireza, poder e beleza:
Final da exposição, com cinco pessoas transmontanas, da aldeia de Sirvozelo, uma delas ainda bem conhecedora do Domingos, o filho de Manuel Afonso e da Soledade, e irmão do Nelo e do Artur. Ao fundo, Francisco, António Barreto e o geógrafo Jorge Gaspar (que considerará o mel de Montezinho o melhor) dialogam.










