Ora quem são eles? O primeiro é Bill Gates e a sua ex-mulher Melinda (pediu o divórcio depois que veio a público a criminalidade e pouca vergonha das festas de Jeffrey Epstein, e em que o seu marido participou), que contribuem com cerca de 88%, seguido a longa distância pela Bloomberg Family Institution, 3,5% e que é do político Michael Rubens Bloomberg, e depois do Welcome Trust inglês, e do Rockfeeler Trust, este mundialmente conhecido no domínio da alta finança. Já estamos a ver quem são os quase donos da Organização, membros da elite infrahumanista da Nova Ordem Mundial...
A desconfiança é pois natural e justifica-se, sobretudo pelo perigo das medidas restritivas das liberdades nacionais e individuais que poderiam ser decretadas e instaladas sob o pretexto de se combater as pandemias, regular a saúde, controlar as deslocações e convívio (os famosos e desgraçados lock-downs) e até regular o acesso aos alimentos.

E, certamente também, face a tantos efeitos adversos, em muitos casos mortais, causados pela vacinação (e pouco testada), quase obrigatória com as tascas-forças mundiais, que se adoptou em relação ao misterioso (sobretudo quanto à sua origem) corona virus, quando havia outros procedimentos curativos eficazes e testados, seja de medicina alopática seja de medicina tradicional e práticas alimentares.
Talvez o desinteresse ou rejeição por parte de alguns governos mais lúcidos e independentes esteja ainda baseado no desejo de afastarem os espantalhos de novos vírus, que os meios de comunicação a soldo desses filantropos milionários suspeitos e de farmacêuticas vão lançando constantemente, no modus faciendi aterrorizador, tal como recentemente na reunião de Davos se falou, discutiu, previu e ameaçou, podendo ler-se um bom artigo em: https://www.lemonde.fr/en/international/article/2024/01/16/davos-2024-bill-gates-knows-he-s-no-longer-the-prophet-of-our-times_6438077_4.html
Eis então o anónimo no Lancet, em defesa do controle mundial da saúde:

«O Órgão Intergovernamental de Negociação (INB), encarregado pela Organização Mundial de Saúde de elaborar um instrumento internacional sobre prevenção, preparação e resposta a pandemias, reunir-se-á pela nona e última vez de 18 a 29 de Marco. Nos dois anos que decorreram desde a sua primeira reunião, foram despendidas centenas de horas e custos desconhecidos [muito bem pagos...], mas o ímpeto político morreu. [Porquê? Para além dos interesses de gananciosos de lucros nas vendas das vacinas sem controles, porque foram tantos os efeitos adversos, tantas as mortes....] A convenção encontra-se agora num momento crítico: o texto final a ser ratificado pelos países deverá ser apresentado na Assembleia Mundial da Saúde em Maio. Com apenas alguns dias de negociação e um longo caminho a percorrer para garantir um acordo significativo, é agora ou nunca para um tratado que pode tornar o mundo um lugar mais seguro [será mesmo, ou mais opressivo e até eugenista?]

É difícil relembrar por vezes, no meio das negociações altamente diplomáticas e técnicas, mas é isto que este tratado está a tentar fazer: proteger todas as pessoas, em todos os países, independentemente de serem ricas ou pobres, dos perigos. [De facto quantos em África é que receberam as vacinas? Uns poucos, e dos efeitos não se sabe, para além das vacinas já fora de prazo dispensadas pelo Ursula von Pfizer...]. Quando The Lancet foi para o prelo, aguardava-se um novo projeto de texto disponível ao público, mas a julgar pela versão mais recente disponível, de Outubro de 2023, o tratado falhará este objetivo. Grande parte da linguagem está muito enfraquecida em relação à ambição inicial, repleta de chavões, advertências e o termo "quando apropriado". Uma das principais recomendações do Painel Independente para a Preparação e Resposta a Pandemias, que mereceu um apoio generalizado, foi a necessidade de um tratado que "colmatasse as lacunas na resposta internacional, clarificasse as responsabilidades entre os Estados e as organizações internacionais, e estabelecesse e reforçasse as obrigações e normas legais". No cerne desta recomendação estava a necessidade de garantir que os países de elevado rendimento e as empresas privadas se comportassem de forma justa, que não armazenassem milhões de doses excessivas de vacinas ou se recusassem a partilhar conhecimentos e produtos que salvam vidas, e que existissem mecanismos para garantir que os países trabalhassem em conjunto e não uns contra os outros. [Um aspecto justo, se as vacinas tivessem mesmo mais efeitos benéficos que maléficos...] Estas questões continuam a representar os principais pontos de discórdia nas negociações actuais: acesso e partilha de benefícios (quem recebe o quê, quanto e quando) e governação e responsabilidade (até que grau os países são obrigados a fazer alguma coisa).
A palavra equidade aparece nove vezes no texto de negociação de Outubro, incluindo-o como o princípio orientador de todo o tratado. Mas, na realidade, o artigo 12.º estipula que a OMS teria acesso a apenas 20% dos "produtos relacionados com a pandemia para distribuição com base nos riscos e necessidades de saúde pública". Os outros 80% - sejam vacinas, tratamentos ou diagnósticos - seriam vítimas da corrida internacional observada na COVID-19, que viu tecnologias vitais de saúde serem vendidas a quem pagasse mais. A maioria dos povos do mundo vive em países que podem não ter condições para adquirir estes produtos, mas 20% parece ser tudo o que os países de elevado rendimento estão dispostos a aceitar.

Isto não é apenas vergonhoso, injusto e desigual, é também ignorante. Criar e subscrever um conjunto forte e verdadeiramente equitativo de termos de acesso e de partilha de benefícios não é um acto de bondade ou de caridade. É um acto de ciência, um acto de segurança e um acto de interesse próprio. Ainda há tempo para corrigir este erro de avaliação.
Mesmo os compromissos anémicos do acordo estão em perigo. A monitorização independente do cumprimento dos compromissos por parte dos países é essencial para a eficácia e longevidade do tratado. No entanto, como salientaram Nina Schwalbe e outros colegas, tudo indica que os mecanismos de governação e de responsabilização do tratado estão a ser ainda mais enfraquecidos. Há poucas obrigações claras e aplicáveis para prevenir surtos de doenças zoonóticas, implementar os princípios de Uma Saúde, reforçar os sistemas de saúde ou combater a desinformação. Os Chefes de Estado e o Órgão Intergovernamental de Negociação (INB) podem não ver a governação da pandemia como uma prioridade neste momento, mas é fundamental para o sucesso de qualquer acordo.
Criar uma convenção mundial aceitável para todos é, sem dúvida, um desafio. Os objectivos de um tratado sobre a pandemia são fáceis de articular, mas muitos deles são difíceis de aplicar e de aceitar. O
Órgão Intergovernamental de Negociação [INB, da OMS] pode estar a fazer o seu melhor, mas, em última análise, são os políticos dos países do G7 que têm de pôr de lado os interesses instalados da indústria e compreender finalmente que, numa pandemia, não é possível proteger apenas os seus próprios cidadãos: a saúde de um depende da saúde de todos. Milhões de vidas que poderiam ter sido salvas durante a pandemia de COVID-19 não o foram. Longe de fazer reparações, um punhado de países poderosos está a sabotar a melhor oportunidade de traduzir as lições da pandemia de COVID-19 em compromissos juridicamente vinculativos que nos protegerão a todos. O tratado é uma oportunidade que não deve ser desperdiçada.»
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| "Sabe o que é o melhor da imunidade natural? É que não o mata..." E talvez diga ainda, "Não, obrigado. Não queremos tratados supra-nacionais de saúde, de consequências duvidosas, obrigatórios". |



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