terça-feira, 11 de agosto de 2026

Escritos dos vinte e poucos anos, num bloco de notas: sobre a oração, então, agora e sempre aspiração e comunhão espiritual e divina.

                                                       

Orar significa pedir asas que nos levem mais alto, (interiormente), que as da águia. 
Orar é pedirmos a graça [Divina ou providencial].
Orar é visualizarmos o fluxo do Amor Eterno a [influir e a] revelar-se em cada ser.
Orar é justificares por todos os teus actos a tua admissão aos sagrados mistérios [da iniciação e comunhão espiritual e divina.]
Orar é fazeres o teu templo no teu próprio quarto e aí unires-te, na maior serenidade e descontração, com a vontade eterna do Ser original, numa fusão [ou relação] intrinsecamente criadora e restauradora da graça.
Orar é mastigares lentamente ensalivando bem o alimento [biológico] e não comeres depois do Sol posto. [Tradição budista e não só, e vivia então no campo, junto a S. Torcato, Guimarães].
Não esqueças que o caminho do Ser, do É, deve prevalecer  sempre sobre o não é [maya, a ilusão, a mentira]; e que o tempo avance, pois aproximamo-nos de algo [ou do] superior [numinoso]. AUM.

Pintura de Bô Yin Râ, sobre quem escrevi ou transcrevi bastante no blogue.

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