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sexta-feira, 26 de maio de 2023

Poema ao Sol, escrito na serra da Estrela, num nascer do Sol, há já uns anos.

Poema escrito num nascer do Sol na serra da Estrela, em Junho de 1987, quando ensinava Yoga na Covilhã, agora levemente melhorado.
 
Ó Sol, que renasces cada manhã aos nossos olhos,
que mistério é o teu que enche os nossos peitos
e inebria os voos matinais dos pássaros cantores?
Que seres e energias albergas no teu seio,
Ó doador dos raios cósmicos fortificadores?

Que Luz é a tua, donde vem, a que vem
e que Amor é este sentido por ti?
A força trazida pelo Vento é o teu Espírito Santo,
E serás o Deus e fonte do Amor do sistema Solar?

Cerro os olhos, na fronte calma teu ser impacta,
 vasto espaço de infinita calma na alma se modela,
e no meu coração arde o fogo da aspiração 
enquanto respiro e assimilo a tua força,
Ó Divindade pura, Deus todo poderoso.

Sobre a neblina matinal entrevejo as energias
despertas pelos antigos guerreiros nos seus esforços,
pois ainda agora grandes lutas se travam e clamam
para chegarmos à justiça e paz da fraternidade Divina. 
De Nicholas Roerich, Alexander Nevsky, 1942.