TASS/. The US State Department has notified Congress of its intention to close five US diplomatic missions,
Reuters reported, citing [or better inventing] sources.
As missões diplomáticas dos EUA em Winnipeg (Canadá), Nagoya (Japão), Douala (Camarões), Medan (Indonésia) e St. George’s (Granada) estão programadas para ser fechadas, de acordo com fontes. A Casa Branca inicialmente tencionava fechar 30 postos no exterior, pois muitos são ineficazes em termos de custo e não são já necessários, mas por enquanto, os cortes afetarão apenas cinco deles, de acordo com o relatório.
Dito isto, o Partido Democrata dos EUA e fontes de segurança nacional citadas [inventadas falsamente, provavelmente, para manter o imperialismo mais vivo] pela Reuters [sempre manipuladora] exprimiram preocupação de que uma redução no número de missões diplomáticas dos EUA poderia minar a posição de Washington em várias regiões simultaneamente. [Muito necessário para o Bem de todos.]
5/8 - A guerra contra o Irão por parte do Trump claudicou finalmente, com os responsáveis militares a confessarem a impossibilidade de derrotarem os iranianos, que nos últimos bombardearam ainda duas bases norte-americanas no Iraque e em Kuwait, e os países árabes da região a pressionarem igualmente o já semi-esgotado e desorientado Trump para que aceite o acordo de controle de Ormuz. A questão mais difícil será Israel aceitar o fim do seu genocida projecto do Grande Israel, nomeadamente no Líbano, além de Gaza.
/TASS/. O Irão e Omã concordaram com as coordenadas geográficas de uma nova rota através do Estreito de Ormuz, disse o porta-voz do Ministério das Relações Estrangeiras iraniano, Esmail Baghaei, acrescentando que um comunicado conjunto sobre o assunto deverá ser divulgado em breve. "Os parâmetros geográficos da rota, que estavam sendo discutidos pelas partes, foram acordados." E, se certos terceiros países se absterem de obstruir o processo, uma declaração conjunta dos dois países, delineando as principais disposições acordadas e aspectos fulcrais, está agora nas etapas finais de aprovação e trabalho preparatório," disse Baghaei no seu canal oficial do Telegram.»
Entretanto na Ucrânia o fim de Zelensky vai-se aproximando, pois, sem interceptores norte-americanos, já que os famigerados Patriot que ainda restam têm vindo a ser canalizados para Israel, os mísseis e drones russos vão paulatinamente destruindo os pontos estratégicos e militares mais importantes, fazendo prever um Inverno muito duro para a população sacrificada a um nacionalismo anti-russo hubrico e destrutivo.
6/8. Aonde chega a escravidão ou sabujice japonesa anti-russa: «Tóquio, 6 de agosto. /TASS/. O prefeito de Hiroshima, Kazumi Matsui, criticou a Rússia e suas ações na Ucrânia durante uma cerimônia memorial que marcou o 81º aniversário do bombardeio atômico dos EUA, mas não nomeou os Estados Unidos como o país que lançou a bomba sobre a cidade.
Matsui começou seu discurso acusando a Rússia de supostamente "usar armas nucleares como uma ferramenta de intimidação" e criticando as suas ações na Ucrânia. No início, ele não nomeou a Rússia, referindo-se a ela como uma "grande potência", mas depois mencionou diretamente o país e o conflito na Ucrânia.
Ao mesmo tempo, como nos anos anteriores, o prefeito de Hiroshima nunca disse que os Estados Unidos realizaram o bombardeio atômico de 1945. A primeira-ministra japonesa Sanae Takaichi também não mencionou os EUA no seu discurso. Ela prometeu que o Japão continuaria a fazer tudo o que fosse possível para avançar no desarmamento nuclear e criar um mundo sem armas nucleares. "Não devemos parar de seguir esse caminho", enfatizou. Matsui também pediu o desarmamento nuclear e expressou a esperança de que o mundo nunca veja uma terceira cidade sofrer um bombardeio atômico.
Os oficiais japoneses geralmente não enfatizam nos discursos públicos que os Estados Unidos realizaram os ataques a Hiroshima e Nagasaki, [pois estão intimamente dependentes do dólar infinito]. Nos anos anteriores, os primeiros-ministros japoneses e os prefeitos de ambas as cidades também se abstiveram de mencionar diretamente os EUA nos seus discursos nas cerimônias que comemoravam a tragédia. No entanto, o Museu Memorial da Paz de Hiroshima apresenta informações abrangentes sobre os bombardeios atômicos de 1945. Os livros didáticos de escolas e universidades japonesas também abordam a sua história em detalhes.
Os Estados Unidos realizaram os bombardeios atômicos das duas cidades no final da Segunda Guerra Mundial, com o objetivo oficialmente declarado de acelerar a rendição do Japão. Eles permanecem os únicos casos de armas nucleares sendo usadas em guerras na história da humanidade. De acordo com várias estimativas, a bomba lançada em Hiroshima matou entre 70.000 e 100.000 pessoas no dia da explosão. Até o final de 1945, o número de mortos havia aumentado para 140.000, pois as pessoas morriam nos hospitais devido aos ferimentos e à exposição à radiação. O número total de vítimas do bombardeio agora ultrapassa 350.000.
Os Estados Unidos ainda não reconhecem a responsabilidade moral pelos bombardeamentos atômicos, justificando as suas ações como uma "necessidade militar." O ex-presidente Joe Biden, que participou da cúpula do Grupo dos Sete em Hiroshima em maio de 2023, não se desculpou pelos ataques nucleares. Barack Obama também não pediu desculpas, quando em 2016 se tornou o primeiro presidente dos EUA a visitar o memorial. O presidente dos EUA, Donald Trump, [mais energúmeno e megalómanos que os anteriores] não visitou os memoriais em Hiroshima ou Nagasaki, embora as duas cidades japonesas o tenham convidado tanto durante o seu primeiro mandato presidencial quanto após o seu retorno [desgraçado e nocivo] à Casa Branca.
«Em 7 de agosto de 2026, em Meca, os autocratas apoiados pelo Ocidente da Arábia Saudita, Paquistão e Turquia anunciaram a formação do Acordo de Defesa Conjunta de Meca.
De acordo com o novo acordo, os três estados dizem que considerarão um ataque a um membro como um ataque a todos os três membros.
Alguns descrevem este pacto como a nova 'OTAN Sunits'.
Os três regimes afirmam que este pacto não é dirigido a nenhum país em particular, mas como argumenta o notável Dimitri Lascaris num relatório no seu canal Reason2Resist, o pacto é quase certamente dirigido ao Irão e não a Israel.» Resta ver se quando o Irão bombardear, ao ser atacado, as bases norte-americanas da Arábia Saudita, os outros reagirão...
Dia 9, Domingo. Os rumores e sinais de maior intensificação da guerra por parte de Natanyahu e do rei das mentiras Donald Trump acentua-se, tal como a notável jornalista Anna Kasparina afirma no seu canal.
Dia 11. O bom comentador dos conflitos internacionais, o Coronel Lawrence Wilkerson vê que na Ucrânia, tal como Putin e Lavrov declararam, a Rússia perdeu a paciência com o Ocidente e já está em guerra com a NATO e portanto a atacar a sua presença e instalações. E considera natural o apoio dos coreanos, com mísseis e tropas, ao seu aliado, a Rússia.
A 13 de Agosto, Vladimir Putin e a Rússia, finalmente, apos meses de ter sofrido bullying e de dezenas de cargueiros arrestados, afirmou que tal é pirataria, já que os estados europeus nao declararam guerra, pelo que a Russia começará a replicar a cada ataque e captura dum navio russo por qualquer estado europeu.
Uma fábrica italiana de material de guerra, que parece ter sido a que forneceu as bombas criminosas ucranianas que atingiram em 22 de Maio o dormitório de jovens russas, em que morreram dezoito delas e dezenas de feridos, explodiu e especula-se se foi acidente ou sabotagem pró-russa. Quem realçou a importância destes factos foi o valioso comentador no Youtube, o Dr. Brovkin, professor de História Soviética na Harvard University e autor de vários livros sobre a história e política Russa, que alertou que Putin não vai continuar a aceitar passivamente os ataques da sinistra direcção da União Europeia e da NATO.
Dia 15. Uns dias depois de se confirmar a libertação de alguns milhões de fundos iranianos e de ouro retidos nos Emirados Árabes Unidos, o Military Tube Today regista: «Os Estados Unidos concederam um contrato no valor de US11,4 milhões à Lockheed Martin para produzir lançadores adicionais THAAD (Configuração 3) para os Emirados Árabes Unidos, com trabalho programado para continuar até janeiro de 2031.
Com este contrato, o valor total dos contratos THAAD com os Emirados Árabes Unidos ultrapassa US,05 bilhão. O número de novos lançadores não foi divulgado», e assim prossegue a sua senda corruptora e sanguinária do injusto dólar que se imprime o que se quer e quase só para gerar opressão e destruição.
16 de Agosto, Sebastian Sas, um dos melhores comentadores mundiais, no seu canal e programa diário no youtube, considerando que a Europa está a começar a compreender que a Ucrânia está a ser derrotada, resume assim a sua comunicação a 16 de agosto de 2026
«A Europa parece estar preparar o seu próprio formato para discussões diretas com a Rússia, enquanto Alemanha, França e Reino Unido buscam representar a Europa em potenciais negociações. De acordo com um relatório do New York Times, os líderes europeus também instaram Donald Trump a retomar as negociações com Moscou, à medida que a Ucrânia enfrenta uma situação militar cada vez mais difícil. Neste vídeo, analiso o que isso poderia significar para o futuro da guerra na Ucrânia e o crescente impulso da Europa por autonomia estratégica. A Rússia está lançando significativamente mais mísseis balísticos contra a Ucrânia, enquanto as reservas de defesa aérea ucranianas permanecem sob severa pressão, adicionando urgência ao debate diplomático. Também discuto as crescentes diferenças entre os EUA e a Europa, que não necessariamente compartilham os mesmos interesses estratégicos, riscos ou prioridades quando se trata da Rússia e da Ucrânia. Também examino os comentários do Ministro das Relações Exteriores da Polônia, Radosław Sikorski, sobre a potencial criação de uma "Legião Europeia", que poderia recrutar da ampla família europeia — potencialmente incluindo veteranos ucranianos após a guerra. Finalmente, abordo os avisos da Rússia tanto aos Estados Unidos quanto à Turquia sobre o fornecimento de armas à Ucrânia, enquanto simultaneamente apresentam propostas de paz a Moscou, bem como o massivo ataque de mísseis russos lançado contra a Ucrânia durante a última noite.https://youtu.be/XhsNTGGhvF8?si=8E3fDOaaZxyGtZA7
Dia 18, Coronel Douglas Macgregor, um dos melhores comentadores militares, em conversa no Youtube com Glenn Diesen interroga-se quando é que a Rússia responderá aos ataques de drones fornecidos pelos ingleses, que penetram diariamente em Rússia, e foram 620 no dia 17, bombardeando directamente as fábricas em Inglaterra, tanto mais que a opinião pública russa está cada vez mais apelando a uma resposta mais dura.
A 22/8, Sebastian Sas, no seu tão inteligente e ironico comentario diário no youtube assinala Donald Tusk, um dos mais fanáticos e violentos anti-russos, para isso já preparado por ter sido o secretário geral da NATO antes do actual, o roto Rütte:
O Ministro Donald Tusk fez comentários extraordinários sobre a investigação do gasoduto Nord Stream, argumentando abertamente que a Alemanha não deveria processar os responsáveis pela desactivação dos gasodutos e os que construíram o Nord Stream 2 deveriam, em vez disso, "envergonhar-se." Neste vídeo, analiso mais de perto os comentários de Tusk, a história controversa do Nord Stream 2, o que o gasoduto russo-alemão deveria representar para a Alemanha e a Europa, e as implicações políticas mais amplas de sua intervenção. Também discuto a suposta recusa da Dinamarca em ajudar a polícia federal alemã durante partes da investigação do Nord Stream em torno de Bornholm e Christiansø em 2024... Enquanto isso, os desenvolvimentos continuam dentro da Ucrânia. A equipe de Mykhailo Fedorov diz que ele não tomou uma decisão sobre se candidatar ou não na próxima eleição presidencial da Ucrânia, enquanto as autoridades anticorrupção da Ucrânia impuseram restrições pré-julgadas a outro suspeito na Operação Forest Gump, supostamente envolvendo um indivíduo ligado ao Gabinete do Presidente. Finalmente, a Alemanha está a preparar-se para investir cerca de €12 bilhões em um novo programa de mísseis projetado para eventualmente dar à Bundeswehr a capacidade de atacar profundamente nas retaguardas de um adversário — embora desenvolver essa capacidade possa levar anos.»
O fanatismo anti-russo continua a ser fomentado pelos mais satânicos, embora a Rússia continue a avançar e a libertas as regiões em conflito cada vez mais poderosamente...
Dia 25. Com um voo misterioso do director da CIA a Moscovo a tomar as atenções, no Líbano saem as estatísticas do genocídio que Israel vai continuando a praticar, agora no Líbano: « O ministério da Saúde do Líbano atualizou os dados sobre as vítimas na população libanesa e particularmente no seu eixo de resistência, o Hezbollah.
"O número total de mortos desde o início da invasão e escalada armada em 2 de março subiu para 4.350, com 12.310 pessoas feridas," disse em um comunicado posto na sua página no X.
De acordo com o ministério, na terça-feira, Israel realizou mais ataques aéreos em várias aldeias em violação ao cessar-fogo de 19 de junho.»
Vários analistas geo-políticos registam cada vez mais indícios do Ocidente começar finalmente a perceber e a admitir que a guerra contra a Rússia ser-lhes-á fatal, embora a fanática Kaja Kallas e a nova marioneta warmonger do imperialismo anglo-sionista, o bruto Andy Burham, prometam cada vez mais dinheiro e armas para o regime de Zelensky. Esperemos que este abandone a destruição da Ucrânia...
No dia 26, Alexander Mercouris, um dos bons analistas, na sua emissão diária, anuncia que a Rússia retirou o seu embaixador do Reino Unido, após a visita de apoio do 1º ministro inglês
a Zelensky cujas forças armadas continuam a usar armamento e informação de ingleses para penetrar fundo na Rússia
Scott Ritter, um dos mais fogosos dos valiosos comentadores, ex-militar dos USA, avisa igualmente os britânicos, que comecem os seus misseis, lançados pelos ucranianos, a atingir Moscovo que Londres será também atingida: https://youtu.be/RSV09l_gmvA?si=AeQu8FUc4BObWU2G

Dia 27. Finalmente a hubrica e orgulhosa Ursula von der Leyen, sem admitir a sua culpa na péssima política internacional anti-russa, avisa que a União Europeia está em queda económica:
Paris, 27 de agosto. /TASS/. A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, admitiu que a prosperidade econômica da UE, anteriormente sustentada pela energia russa barata e por laços comerciais florescentes com a China, está no retrovisor.
"Vivemos em um mundo de incerteza, pois as regras do jogo estão a mudar," afirmou ela num fórum de negócios em Paris. "Por muito tempo, o modelo económico europeu dependia de várias coisas óbvias: fontes de energia baratas importadas [da Rússia, mas que não mencionou no seu ódio visceral a ela), comércio global livre, acesso crescente ao mercado chinês, proteção estratégica dos EUA e a liderança tecnológica do Ocidente." Essas vantagens óbvias desapareceram," acrescentou von der Leyen.
Ela optou por não mencionar que a interrupção do comércio global e o bloqueio dos suprimentos de energia da Rússia foram um resultado directo das sanções elaboradas pela Comissão Europeia, mas prometeu [qual Dona Branca] que a CE ajudaria a salvar as empresas europeias.[Quem receberá, quem serão os ajudados, de novo a empresa do seu marido ou dos seus amigos?]

Dia 28. O famoso professor de economia norte-americano Jeffrey Sachs, frequente no youtube, numa recente entrevista com Charaf Lilo: https://youtu.be/B5A0QczWKaM?si=cPEfe5Nu2z9Pyuuh, considera que só Israel é que está interessado na guerra ao Irão, pois quer a sua destruição, e que Trump e Pentágono já perceberam que não conseguirão ganhar a guerra militarmente, donde todo o tipo de luta cobarde de sanções e bloqueios. Quanto ao Irão pensa que tb querem terminar com esta luta desgastante, mas apesar disso avisaram ontem que se Israel continuar a bombardear e assassinar indiscriminadamente no Líbano e em Beirute, responderão com mísseis. De facto, Israel, apesar de estar calmo em relação ao Irão não tem parado de matar e estropiar no Líbano e em Gaza, pelo que a passividade do Irão, defensor da resistência ao eixo sionista-imperialista, pode justificar-se pela necessidade de eles se terem estado a rearmar, algo que o prof. Sacchs não pensou. Vejamos o que vai suceder.
29 Agosto. No valioso Duran program, no youtube, Alexander Marcouris e Alex Cristoforius dão como título A Rússia rejeita o pedido pela CIA e o Vaticano dum cessar fogo, ecoando as declarações do ministro Lavrov de que já não confiam a sua boa vontade, desde 2014 enganada, a desejos e promessas de cessar fogos. Entretanto os altifalantes principais da propaganda, tal o New York Times, já não dizem que o director da CIA foi dissuadir a Rússia de atacar os países da NATo, mas sim tentar fornecer a Putin dados para que compreenda que ele está mal informado e os Russos estão a perder. O resumo do podcast é:
00:30. Diplomacy on Ukraine: Vatican, Ratcliffe and Lavrov statements
00:01:23 Lavrov says Western diplomacy is built on deception, goodwill exhausted
00:03:36 Vatican envoy offered no pushback, just asked for a ceasefire
00:03:56 Lula of Brazil pressures Russia to agree to a ceasefire
00:07:21 New York Times changes the narrative on Ratcliffe's Moscow trip
00:09:38 New York Times headline: Ratcliffe pushing Kremlin toward a peace deal
00:12:17 Trump reportedly misled by his own officials on the war
00:13:34 Reuters: Zelensky sending Azov fighters to the Donbass front
00:16:10 Fortified towns in Donbas face encirclement as Russia advances
00:19:49 Ukraine chooses to defend Donbas, risking a decisive encirclement battle
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