domingo, 12 de julho de 2026

Os que morrem e os que ressuscitam, os odiados e os adorados. Notícias mundiais e reflexões gnósicas.

Os que seguem os acontecimentos mundiais no campo unificado da informação mundial, sobretudo pela internet, receberam hoje duas notícias opostas mas complementares na harmonia da providência planetária.
O senador republicano norte americano, Lindsey Graham, notável pelo seu ódio à Russia, Irão, Palestina, Cuba e Venezuela livres, garnde amigo e conselheiro de Trump e partidário da hegemonia absoluta do imperialismo norte-americano e do sionismo do regime de Telaviv, morreu em Washington com 71 anos, uma idade que não parecia ter já que as viagens constantes, e a animosidade ou ódio que o moviam, o tinham envelhecido e assinalado na face (tal o lábio inferir esquerdo bastante descaído, os sinais dos desequilíbrios psico-somáticos.
Um comunicado do seu gabinete de senador altamente patrocinado  e influente justifica a morte por uma doença súbita e inesperada, que um relatório médico declarou um ataque cardíaco. Chamados os paramédicos a casa (pelo seu secretário?) já nada puderam fazer. Anote-se que Lindsey nunca se casara nem tivera filhos, mas tinha uma irmã com descendente,
Donald Trump já informou os seus seguidores da morte do seu grande amigo e um dos melhores senadores que conheceu, o que é muito triste, e que brevemente serão dados informações quanto ao funeral.
Lindsey Graham chegara na véspera de uma visita a Kiev ao seu grande amigo Zelensky e não sabemos se ouviu alguns dos bombardeamentos dos russos sobre cidade e se isso o terá afectado. Contudo, a última fotografia pública mostra-o a rir  durante uma visita a uma fábrica de Drones em Kiev segurando mesmo um com as mãos, feliz. Além de ter feito uma breve comunicação à imprensa, confiante na vitória do regime de Kiev e do apoio norte-americano, e que pode ouvir num canal informativo bom, Meidas Touch:
Como foi a viagem de regresso, como estava a coerência do seu espírito, com a sua personalidade extremista e corpo já desgastado, a que causas mais específicas psico-somáticas levaram o seu coração a colapsar não sabemos bem, o que é certo é que um dos maiores inimigos da Pax Universalis extinguiu-se.
Só podemos desejar que seja tratado nos mundos do além com justiça.
A corajosa jornalista Ana Kasparina, forte defensora da causa palestiniana mas não tanto da governação iraniana pode retirar o pedido que constantemente fizera, de que ele fosse viver (ou despejado de paraquedas) para Telavive pois era lá que estavam os seus.
Não, Lindsey Graham foi retirado algo prematuramente em termos da duração de vida dos políticos ocidentais muito bem tratados medicamente, provavelmente porque chegara ao limite, esgotara o seu tempo de vida devido a ser um agente frenético uma voz fanática, da destruição e extermínio dos adversários (Irão está a ser e o próximo seria Cuba, afirmava) e que ainda por cima tinha hábitos considerados moralmente controversos, que escondia.
Pesem os elogios dos mais extremistas norte-americanos, ucranianos e israelitas, cremos que para o planeta foi bom ter sido chamado a prestar contas, tal como no mesmo dia o ex-emir do Qatar, outro adversário da multipolaridade.
Já fora das asas de morte e antes quase que sendo uma ressurreição, é o comunicado do Ayatollah líder do Irão actual Seyyed Mojtaba Khamenei de que irá realizar uma conferência pública na próxima Terça-feira pelo entardecer, pondo fim às especulações de que estaria morto ou demasiado desfigurado pelo bombardeamento dos assassinos democratas israelo-americanos, que matou igualmente a sua mulher e filha e genro, além do pai Ali Khamenei. 
Sem ter as qualidades ímpares do pai, tão demonizado injustamente pelo Ocidente (com o sujo do Trump a chamar-lhe de gay), conseguirá co-liderar sábia e harmoniosamente a grande civiização iraniana?
 Como já está desde há muito ameaçado de morte, e como mais traiçoeiros do que os norte-americanos e israelitas não há, até o pior se pode esperar, devermos orar para que os iranianos tomem as necessárias medidas de precaução e seja protegido pelos mundos espirituais.
Segue-se a notícia, na press.tv.ir, um dos poucos canais informativos iranianos que o Ocidente antidemocrático da UE, NATO e USA-Israel ainda permite vermos, embora com intermitências:
                            
Líder da Revolução Islâmica O Aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei irá sediar uma cerimônia de comemoração para seu pai, o Aiatolá Seyyed Ali Khamenei, que foi martirizado em ataques aéreos dos EUA e de Israel ao Irã.
«Num anúncio no domingo, o gabinete do Líder disse que o memorial será realizado em nome do Ayatollah Seyyed Mojtaba Khamenei no Mosalla Imam Khomeini de Teerão, das 17h às 19h, horário local, na terça-feira.
"Sem dúvida, a presença de enlutados na cerimónia reafirmará o pacto inquebrável de continuar no caminho do mártir Khamenei e renovará o compromisso de lealdade ao justo sucessor do mártir Imam," acrescentou.
O Ayatollah Seyyed Ali Khamenei foi assassinado, com alguns dos seus familiares, no dia 28 de fevereiro, o primeiro dia da guerra de agressão ilegal de 40 dias desfechada pelos Estados Unidos e pelo regime israelita contra o Irão.
Em 8 de março, a Assembleia de Especialistas do Irão nomeou oficialmente o Aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei como o novo Líder da Revolução Islâmica.
As cerimônias de funeral em massa e despedida do falecido Líder ocorreram no Irão e no Iraque de 3 a 10 de julho.
O sepultamento final ocorreu no santuário sagrado do Imam Reza (AS), o oitavo Imam shiia ou xiita, na cidade iraniana de Mashhad na alba de sexta-feira.
De acordo com estimativas, entre 41 e 43 milhões de pessoas participaram do cortejo fúnebre no Irã e no Iraque, tornando-o funeral maior na história da Humanidade.»

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