quinta-feira, 25 de junho de 2026

Le bruit du Silence, de Amandine. Bilingue. Os sons do exterior e do silêncio. A voz das almas luminosas é muito harmonizadora ou mesmo iniciática.


En ces temps si bruyants, si agités par la prise du pouvoir mondiale et des principaux moyens de communication par des personnes et groupes de très basse qualité ethique et spirituelle, il est vraiment nécessaire de se défendre et de ne pas se laisser afecter ou détruire par eux.

Il est donc nécessaire d'ériger des murailles d'énergies lumineuses capables de déclencher en nous des mouvements ascensionnels de l'âme, si comprimé et tendu face au déluge des nouvelles manipulées, des préocupations du travail, de la survie, de la santé, de la situation et politique nacionale et internationale.

Comme moyens de construire ces murs défensifs, de faire fleurir une forêt verte ou refraîchissant autour de nous, je propose ici et maintenant trois principaux: 1 - prières, mantras, zikr, litanies, écoute silencieuse. 2 - mouvement conscient ou danse. 3 - musique, avec la voix, qui embaume, enchante, subtilise et permet de nous élèver a un état, et alors monde, de joie, lumière, amour, harmonie.

C'est le cas de cette chanson d'Amandine, qui a un titre si paisiblement défiant : - le bruit du Silence, et une lettre ou poéme si cachée dans sa voix du monde l'inocence.

Elle nos dit aussi: devant le bruit, cherche et reste dans le Silence, dans ce qui transcende le bruit passager et t'ouvre pour l'interiorité et la verticalité lumineuse.
En entendant le bruit infatigable du flux de tes pensées, reste dans l'écoute au silence
et aspiration  à la paix, en approfondissant la non-discursivité, la respiration, la gratitude et l'amour dans le cœur.

Il existe des voix et musiques qui sont des résonances des mondes spirituels et qui, en entrant en nous, harmonisent nos corps visibles et invisibles. 

 Écoutons cette petite fleur des montagnes sacrées, et laissons-la germer en nous comme prélude à la voix ou musique des sphéres silencieuses, comme force de résurrection de notre relation juste avec la multipolarité et  la spiritualité, a fin que notre vie soit plus heureuse pour nous et les autres, dans l'Unité Divine.

                               

Nestes tempos tão barulhentos, tão agitados, pela tomada de poder mundial e dos principais meios de comunicação por pessoas e grupos de tão baixa qualidade ética e espiritual, é realmente necessário  defender-nos e não nos deixar afectar e destruir por eles.

É portanto necessário erguer muralhas de energias luminosas capazes de desencadear em nós movimentos ascensionais da alma, tão comprimida e tensa diante do dilúvio das notícias manipuladas, das preocupações do trabalho, da saúde, sobrevivência, da situação política nacional e internacional.

Como meios de construir esses muros defensivos, de fazer florescer uma floresta verde ou refrescante na nossa aura e ao redor, proponho aqui e agora três vias principais: 1 - rituais, mantras, zikr, poemas, escuta do som reverberante do silêncio.  2 - respiração e movimento consciente, ou dança, 3 - música, com a voz que dissolve o negativo  encanta e subtiliza, elevando-nos a estados de religação interior e vertical com a luz, o amor, o corpo místico ou psico-espiritual da Humanidade e da Divindade.

É o caso desta canção de Amandine, que tem um título tão pacificamente desafiador: - o barulho (ou som) do Silêncio, e uma letra de música  quase secreta na sua voz subtil, inocente e luminosa.

Ela ensina-nos também: - Diante do barulho, procura e permanece no Silêncio, na Consciencia  que transcende as ondulações passageiras.

Ao ouvires o ruído infatigável do fluxo dos teus pensamentos, permanece na aspiração ao silêncio e à paz, aprofundando a não-discursividade, a respiração, a gratidão e o amor no coração.

Existem vozes e músicas que são ressonâncias dos mundos espirituais e que, ao entrarem em nós, harmonizam os nossos corpos visíveis e invisíveis. 

 Ouçamos esta pequena flor das montanhas sagradas, e deixemo-la germinar em nós como vibração preludiante à voz do silêncio, à música das esferas, e  como  força de ressurreição da nossa relação com o espiritual e o todo, para que nossa vida seja mais feliz em  nós e nos outros, na Unidade Divina.

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