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Il faut que ton travail accompagne le sien:
Le Champ le plus fertile a besoin de culture
Et si le Laboureur ne l'ensemence bien, il n'y recueille rien.
Não esperes tudo dos cuidados da Natureza
É preciso que o teu trabalho acompanhe o seu:
O campo mais fértil precisa de cultura
E se o lavrador não o semear bem, nada recolherá.»
Vamos transcrever os títulos das divisas da primeira parte, e num segundo artigo partilharemos a segunda parte, e mais imagens:
O alimento supera a Natureza
O alimento pode tudo
A Virtude pressupõe a pureza da alma
Fugir do vício é seguir a virtude
A virtude pressupõe a acção
Quem nunca começa nunca saberá acabar
Correndo, chega-se ao objetivo
A virtude foge dos excessos
Fugindo de um vício, o imprudente cai noutro.
A Natureza regula nossos desejos.
Para odiar o Vício, é preciso conhecê-lo.
O estudo da Virtude é o fim do Homem.
Em qualquer condição, se pode ser virtuoso.
A cura da Alma é a mais necessária.
Ama a Virtude por amor dela própria.
Só Deus não tem Mestre.
Treme diante do Trono do Deus vivo.
A impiedade causa todos os males.
Os maus punem-se uns aos outros.
O homem nasceu para amar.
Amando, tornamo-nos perfeitos.
É preciso amar para ser amado.
O amor dos Povos é a força dos Estados.
A verdadeira amizade é desinteressada.
O amigo não vê o defeito do amigo.
Respeita o teu amigo e cuida de ti.
O Silêncio é a vida do Amor.
A inveja é a morte do amor.
Quem tem o necessário, não tem nada a desejar.
A temperança é o bem supremo.
Quem ama a sua condição, é feliz.
A vida do Campo é a vida dos Heróis.
A vida escondida é a melhor.
Os excessos da boca são a morte da alma.
Quem compra as Volúptias, compra um arrependimento.
Não há crime sem castigo.
O Vício é uma servidão perpétua.
O debochado passa de um crime a outro.
Só é rico quem despreza as riquezas.
O medo da Morte é a punição dos Ambiciosos.
O medo é a companhia do poder.
Por toda a parte a preocupação acompanha-nos.
A pobreza é antes bem que mal.
A pobreza nem sempre prejudica a Virtude.
Tudo cede ao Demónio das riquezas.
Se Tersite é rico, tomam-no por Aquiles.
O desejo de bens é contrário às coisas honestas.
O dinheiro corrompe tudo.
A fortuna não faz de modo algum o mérito.
O amor aos bens é um suplício sem fim.
A avareza é um grande mal.
O avarento teme tudo e não teme nada.
A avareza é insaciável.
O avarento é o seu carrasco.
Uma cegueira é seguida por uma outra.
O avarento morre como viveu.
A malícia do avarento vive depois da sua morte.
As riquezas são boas aos bons.
O homem que faz bem é amado por todo o mundo.»
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Encontra a obra no Internet Archive: https://dn720005.ca.archive.org/0/items/ladoctrinedesmoe00gomb/ladoctrinedesmoe00gomb.pdf |



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