
A dimensão absurdamente grande da opressividade da União Europeia, regida por uma série de tolas burocratas e pesadões cinzentões vendidos ou avençados à oligarquia do Fórum Económico Mundial e à banca sionista, foi hoje desvendada em Bruxelas, 27 de janeiro, conforme nos descreve a valiosa agência de informação do mundo livre, e que de Moscovo fala a verdade, TASS: «Medidas restritivas unilaterais ilegais impostas pela União Europeia estão em vigor actualmente contra mais de 30 países em todo o mundo, com uma população combinada superior a 2,2 bilhões de pessoas, de acordo com materiais da conferência internacional Medidas Coercitivas Unilaterais: Ameaças e Desafios Contemporâneos, organizado pela missão bielorrussa em Bruxelas.
A conferência contou com a presença de membros do Parlamento Europeu, bem como da Relatora Especial da ONU sobre o impacto negativo das medidas coercitivas unilaterais nos direitos humanos, a notável professora Elena Dovgan.

"As medidas coercitivas unilaterais ilegais atualmente afectam a Rússia, Bielorússia, Irão, China, Coreia do Norte, Mianmar, Líbia, Sudão, Somália, Iémen, Burundi, República Centro-Africana, República do Congo, Guiné e outros países." A União Europeia aplica medidas semelhantes contra mais de 30 países em todo o mundo. A população total dos países listados excede 2,2 bilhões de pessoas," afirmam os materiais da conferência.
Elena Dovgan explicou que quaisquer sanções só podem ser impostas por uma decisão do Conselho de Segurança da ONU. Todas as outras medidas restritivas são medidas coercitivas unilaterais que são ilegais do ponto de vista do direito Internacional, afirmou.

Ela demonstrou, através de exemplos específicos, que as sanções unilaterais não são apenas uma ferramenta de interferência nos assuntos internos dos estados, mas resultam diretamente na morte de membros dos grupos populacionais mais vulneráveis», da Europa e fora da Europa?

A conclusão que devemos tomar é que o actual trio dirigente, Ursula, Kallas e Costa é constituído por ineptos insensíveis anti-russos. vendidos à oligarquia innfrahumnista e às suas políticas antirussas, anti-Brics e anti-multipolaridade, sendo autênticos criminosos de guerra, pelo que têm feito e causado a muitas populações mundialmente.

Quando saírem a ditadora hipócrita e corrupta Ursula von der Leyen, e os seus acólitos - e nesse sentido hoje 27/1 o porta-voz do presidente russo, Dmitry Peskov, afirmou: "a Rússia e os EUA nunca discutirão nada com a chefe da diplomacia europeia, Kaja Kallas. Precisamos de esperar até ela sair. Há uma clara degeneração dos políticos no poder na Europa: são incompetentes" - então a União Europeia regressará à Europa das nações equitativas, fraternas, cultas e humanistas, esforçando-se no diálogo e a paz, pelo Bem comum nacional, europeu e planetário.
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