terça-feira, 19 de maio de 2020

Poesia da Natureza e do Espírito, com desenhos simbólicos. De Pedro Teixeira da Mota.

Nestes tempos de maior recolhimento, e logo de arrumações e ordenações de milhares de escritos, em papéis soltos por vezes com desenhos, gerados ao longo dos anos, alguns vêm ao de cima e pedem-me para os salvar do anonimato ou mesmo da destruição e lançá-los antes ao graal de almas amigas (e da posterioridade...), as quais poderão talvez recebê-los com algum benefício, tal como o de lerem (palavras e símbolos, estes algo subtis...) e contemplarem ou comungarem a mensagem poética, depositada tão fragilmente em papel azul leve mas contudo invocadora das potencialidades e perenidades de cada alma, na Unidade e no Infinito... 
                                        Aum... 1 à UM.....



«As poesias
Cantigas,
árvores e o vento
Lamentos da chuva.

Em cima da mesa a uva
E do tanque a frescura.

Passa a hora
na planície
E só o viajante passa
Está só de si mesmo
É parte do todo.»


"1 à Um"    "Viajantes serenos na Unidade de tudo"   *

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