sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Tarot. Arcano XXI, o Mundo. Imagens, significados, impulsos, realizações

    Quando se chega ao fim da  peregrinação dos 21 Arcanos  do Tarot,  deparamo-nos com uma representação do ser humano no eixo e centro do Mundo, palavra esta de origem latina (Mundus) significando limpo, asseado, puro, oposto ao imundo, e também  os ornados e jóias das mulheres, e correspondendo ao Kosmos, dos gregos, que é um todo belo, ornado e ordenado. 
Já com a palavra Universo, realça-se  a Unidade (Uni) substante e coerente na diversidade (Verso) manifestada cosmicamente. Poderemos dizer então que nesta estação,  simbolicamente final do percurso ou Caminho, o ser humano está mais expandido consciencialmente, mais alinhado, unificado, cosmificado, e assim neste arcano contemplamo-lo numa mandala cósmica...
A imagética tenta transmitir símbolos correspondentes a tal elevado estado unidade e harmonia, no tempo e no espaço da manifestação, e escolheram-se então ao princípio, nos tarots da família milanesa dos Visconti, Anjos ou representações de Providência divina e só posteriormente é que se valorizaram os quatro ou cinco elementos constitutivos do Macrocosmos e do Microcosmos terreno e humano, e que a alma peregrina e em iniciação terá mais harmonizado em si ao fim da meditação e passagem pelos 21 arcanos. Por isso, neste sentido de perfeição, ela foi também chamada a Coroa dos Magos, em algumas versões do Tarot.
Nos primeiros Tarots houve variações em relação aos seres que foram escolhidos para incarnar nas lâminas a manifestação da harmonia humana com os cinco níveis do mundo: natural, subtil, causal ou arquétipo, espiritual e Divino e, ao contemplarmos algumas dessas versões,  se o fizermos com a intenção de nos abrirmos a elas e de despertarmos a nossa sensibilidade e níveis interiores,  intuiremos e poderemos mesmo recolher ideias e energias que serão  actuantes em nós, isto é, serão psicomórficas, modeladoras ou influenciadoras das nossas energias e formas físicas e subtis. 
O uso adivinhatório ou oracular, em geral, superficial, mistificador e comercial que hoje predomina em relação ao Tarot,  que quanto muito é uma consulta de psicologia ou aconselhamento psicológico, com maior ou menor intuição a funcionar, não nos deve fazer esquecer a função principal de conhecimento, contemplação e transmutação, auto-conhecimento e expansão, ou seja, fortificação e religação espiritual e divina. 
O Tarot de Visconti Sforza, provavelmente o primordial, talvez de 1450, apresenta-nos o Mundo, ou se quisermos a Terra e a cidade acastelada, o castelo interior, ou ainda a dita cidade santa celeste, nas mãos sustentadoras ou tenentes de dois Anjos e, portanto, da Providência Divina (lembrando o dito "O que está cima é como o que está em baixo"), para fazer-nos intuir e contemplar a aldeia ou a cidade arquétipo, o modelo a seguir, erguida segundo os princípios da geometria sagrada, entre os mares verdes,  os azuis céus e a flamejante estrela, irradiando paz e harmonia. 
Algumas intuições e criações religiosas ou literárias apresentaram-nos descrições e imagens que se tornaram míticas destas forças, formas  e estados conscienciais arquétipos ou potenciais, tais como a cidade de Deus, a cidade do Sol, a ilha de Avalon dos Celtas, a nova Jerusalém, a ilha da Utopia de Thomas Moore ou, já nos nossos dias, a nova Lísia, na Utopia III, de José V. de Pina Martins.
Ora se quisermos entrar mais neste arcano observaremos que um dos Anjos, nesta versão Visconti-Sforza, aponta com a mão para o peito, indicando que é na interioridade do coração e da alma em busca do espírito divino que recebemos ou sentimos mais as graças do mundo espiritual e Divino, que é no peito, no coração, no sentir interior que o Espírito unificador dos seres mais se desvenda e permite a comunhão. 
O Mundo surge ou se desvenda conforme o que cultivamos, vibramos e amamos, conforme o que o campo forte electro-magnético do coração irradia, algo  que a interdisciplinariedade científica moderna vai provando no mundo dos quanta e da psique, tanto ao medir a sua intensidade bem maior que a do cérebro, como também ao confirmar que o observador influencia as partículas observadas e que os nossos pensamentos e sentimentos modificam o estado dos nossos neurónios, células e partículas, certamente sem a facilidade com que algumas comercialices de curas e máquinas quânticas pretendem.  
Já na versão (já que chegaram até aos nossos dias apenas dezasseis cartas, embora em geral incompletas), denominada Cary Yale Visconti-Sforza, está representada uma Mulher como a Alma do Mundo e também como a Providência Divina, com a trombeta axial na mão direita activa  e uma coroa na esquerda receptiva, coroando ou regendo o Mundo, o qual surge debaixo dela com cidades, oceanos, rios e uma embarcação, com um barqueiro (qual Siddharta, do romance de Herman Hess) ajudando a atravessar alguém para a outra margem. 
Talvez o mantra Gate, gate, paragate, parasamgate, Bodhi swa! "Passou, passou, completamente para além, viva a sabedoria iluminante", um dos sutras mais belos do Budismo Mahayana,  corresponda um pouco a tal passagem, embora no Budismo se tenha remetido salvificamente mais as passagens das pessoas, através dos subjectivíssimos bardos ou egrégoras, para níveis sem forma ou vazios...
Na outra margem, no outro plano, está um cavaleiro andante de bandeira erguida, certamente um sustentador do Dharma, palavra em sânscrito que significa  Dever e Ordem cósmica. Entre nós diríamos um Cavaleiro ou Fiel do Amor, capaz de assumir os aspectos mais heróicos ou virtuosos, isto é o dharma, missão ou dever e, enquanto o seu próprio, o swadharma. 
Já em duas outras versões italianas antigas

de dois Tarots iniciais, encontramos uma jovem regente do Mundo, com a vara do poder na mão direita e o globo da Terra, do Cosmos ou da esfera da Divindade na esquerda, estando de pé sobre a esfera ou mandala da Terra, a qual assenta sobre nuvens ou planos de energia... 
Na outra versão é um Anjo assente em nuvens que está sobre a esfera (mandala) da Terra, a mão esquerda segurando o ceptro ou vara de ligação e de comando, na outra manifestando uma coroa de flores e jóias, a riqueza e a beleza que a Terra e o trabalho humano podem gerar.
Uma ave, entre a pomba e a águia, símbolo levitante e potente do espírito individual e do Espírito santo cósmico, suporta a esfera da Terra como se esta fosse o espelho mágico tão presente em várias tradições, nomeadamente no Shintoísmo e na sua deusa solar Amaterasu Omi Kami, espelho exterior ou estado mental equânime, silencioso, através do qual o ser clarividente poderá contemplar e discernir os sinais e seres em acção, ou mesmo os Anjos e Arcanjos e o Espírito divino e Alma do Mundo...
Há nestas quatro versões uma  importância relativa ou menor do ser humano, ele é apenas um pequeno ser na Terra e na cidade, e deve inserir-se na Providência Divina, Angélica e dos Mestres e Fiéis do Amor, a qual o pode ajudar e guiar no labirinto por vezes conflituoso dos instintos e potencialidades interactivas dos seres. 
O Mundo nestas versões não surge representado tanto como dinamismo activo do ser humano harmonizado e pleno, ou como os seus estados iluminados e expandidos, mas é mais a Terra, a sociedade, a cidade, um colectivo, e corresponde e concretiza, ou actualiza, um modelo de perfeição transmitido ou infundido, regido ou inspirado pela Providência Divina e Angélica, a qual na Idade Média e no Renascimento muito mais se sentia e acolhia, até como Alma do Mundo ou Vontade Divina, do que nos dias de hoje tão massificados na superficialização e dispersão sensorial e no voluntarismo egoísta de pessoas, grupos, empresas, governos e impérios.
Quando entramos nas versões do Tarot das manufacturas francesas de Marselha, Besançon e outras, as quais a partir do começo do séc. XVII dominam o mercado das cartas de jogar de grande parte da Europa, quando o Tarot era ainda um jogo e um ensinamento humanista e transmissor até de aspectos iniciáticos, já que  a sua utilização como adivinhação é posterior, vamos encontrar nelas um mesmo paradigma ou tipo simbólico, ao centro um ser, em geral uma mulher nua, em plenitude, coroada ou engrinaldada, o qual vigorará durante séculos e que sob uma aparente simplicidade tem contudo algumas variantes e mistérios quanto às suas fontes inspiradoras e arcanos...
Nestas versões, seja a Providência Divina ou  a Alma do Mundo, a Fortuna,  Mitra cosmocrator, o Cristo, as avatarizações do Espírito santo,  a alma iluminada e livre,  o misté, a alma iniciada, a bacoi, no fim do seu percurso de auto-conhecimento e realização, surge no centro da carta-arcano, no meio de uma coroa entrançada e florida, na forma significativa da vesica pisces (que é também a da vulva ou yoni, como também a do corpo glorioso ou espiritual), tendo nos cantos da carta os símbolos dos quatro Elementos e Signos (Terra-Touro, Fogo-Leão, Ar-Anjo, Água-Escorpião) e animais sagrados (cujos poderes foram simbolizados por tantas formas e deificações ao longo dos séculos, tendo a sua origem na Assíria) e que são também símbolos das estações do ano e dos temperamentos humanos: fleumático ou linfático, sanguíneo, bilioso e nervoso.
Mais tarde, na simbólica do Cristianismo, aplicou-se ainda tal esquema quadripartido aos Quatro Evangelistas (e assim os encontramos, por exemplo, pintados no arco manuelino com que se abriu no séc. XVI a Charola Templária do convento de Cristo de Tomar), gerando-se a possibilidade de vermos no centro o extractor da quinta-essência, seja a Divindade em nós, seja o ser humano mais plenamente desabrochado em harmonia com o Universo,  mais consciente, responsável e em comunhão com o Campo Unificado de energia informação consciência diríamos hoje, nível e consciência ao qual pouca gente acede conscientemente, em especial pela muita alienação ou ocultamento de tal que os meios de informação e de entretenimento fazem poderosamente, nem que seja com o ruído e lixo com que enchem as mentes e almas humanas...
Devemos realçar a nudez,  a faixa, lenço ou écharpe, o movimento das pernas, e das mãos e os instrumentos que leva (varinha ou tirso e címbalos). Há uma alegria natural que nos remete provavelmente para  cultos e iniciações pagãs, onde a Deusa e a sua energia principal de Amor eram cultuadas. As sacerdotisas sagradas, ou mesmo as almas em dança iluminada e inspirada, surgem-nos então como leituras possíveis.
Nesta versão há uma clara correspondência com o arcano I, o Mago, que tinha a varinha na mão, que surge então no XXI, como a Mulher ou sobretudo a Criança Divina quinta-essenciada, como se o objectivo da peregrinação da Vida e que o Tarot simboliza fosse o emergir do Espírito divino em nós numa forma pura, franca e de graça natural, algo que a  tradição portuguesa do culto do Espírito Santo apresentou bastante, tendo tanto Agostinho da Silva na sua fala-conversa e na dinâmica inter-relacional de amigos e povos, como Dalila Pereira da Costa, num dos seus últimos livros Entre o Desengano e a Esperança, aprofundado,  universalizado e actualizado tal filão, esta recuando-a aos celtas e ao Amadis de Gaula, e vendo-a como união da alma pessoal com a da pátria.
Algo disso foi intuído por um Tarot bem moderno:
A alma  harmonizada em relação aos quaternários terrenos, tais como os quatro elementos e as quatro estações, e quintessenciada,  aberta e por fim  mais consciente da Divindade, dá à luz, manifesta, avatariza (em sânscrito significando a descida manifestada do Divino) o Puer eternus, a Criança eterna, o Filho ou a Filha, o Espírito, o Mestre, o Anjo, o Homem ou a Mulher Universal.
Um espelho mágico bem feminino e amoroso, o Mundo como Beleza,  fluindo desde a eternidade da árvore cósmica em volutas evolutivas maravilhosas.
Avancemos então noutras versões mais modernas do Tarot, a ver se elas conseguiram ir mais longe seja nas representações das harmonias cósmicas entre o alto e o baixo, o visível e o invisível (tal como a da última imagem), seja nas entidades ou seres que dinamizam ou protegem o Campo unificado no qual os seres vivem, seja ainda no ser humano como peregrino do caminho da vida representado no Tarot e que está no centro deste arcano, o último, já que o arcano seguinte não estando numerado é mais o 0, indicando o constante recomeço e ciclicidade dos processos naturais ou vitais.
Num Tarot bastante simples mas com acerto, quem surge no meio dos quatro elementos e da circulação perene da Vida e do Tempo, que a serpente egípcia Oroborus significa, e que substitui  a coroa florida sem deixar de realçar a circulação energética e a causalidade, é o Andrógino, o Rebus alquímico, os dois num só, objectivo iniciático por muitos  adeptos ou mestres afirmado ou procurado, e que devemos certamente de alguns modos actualizar, seja na união dos opostos interiores seja nos exteriores, idealmente nos dois. 
No meio das nuvens dos planos subtis realiza-se então tanto o encontro das duas almas-gémeas ou afins, como a harmonização  e unificação das polaridades internas  e o Ser está mais pleno e comunga em dança e criatividade com o Mundo e, já não carentee sofredor, está bem, alegre e inspira, ilumina, ajuda, ama. 
Talvez esta versão do arcano do Mundo, de um Tarot moderno, seja das que têm um conhecimento simbólico e espiritual mais apropriado, com os motivos tradicionais conservados e aperfeiçoados: os quatro elementos e estações do ano continuam a fazer o quaternário envolvente e fundador, unidos e cruzados pela cruz aberta e branca por onde se faz a subida e descida das energias axiais dos mundos e da coluna vertebral humana, criando-se a esfericização ou mandalização (deste modo sugerindo-se a expansão da consciência e da visão espiritual) pelo círculo da serpente do Tempo-Espaço Consciencial Perene, sentindo-se a ritmicidade das frequências e batidas do coração magnético e espiritual em Amor.
Sobre este coração, ou dentro da sua influência, encontra-se uma figura feminina mercuriana ou Hermes, pois tem as asas nos pés, segura o caduceu na mão esquerda, com as duas serpentes enlaçadas até se encontrarem ou beijarem sob as asas superiores, e empunha ou transmite pela mão direita a rosa humanizada do Amor-Sabedoria proveniente da fonte Divina. No eixo dos mundos vemos  ao alto a rosa de cinco pétalas e na base a gota do sangue vital, sacrificial, redentor e veículo da alma.
Saibamos então no dia 21 de cada mês, ou de vez quando, contemplar, aprofundar e assimilar os poderosos psicomorfismos que este arcano contém, para despertarmos as nossas melhores potencialidades e auto-realizações e a fim de que o Mundo humano, sub-humano e supra-humano melhorem em paz, harmonia e felicidade, e que tanto a Alma divina do Mundo como o coração Divino cheguem, ressoem, fluam e se sintam mais no centro de todos nós.
Sorri, e irradia mais o Amor Divino através de ti e do Coração
Contemplemos ainda, com a moldura de um tapete de oraçãoonde está tecida uma imagem do Espírito descendo,  as duas versões mais clássicas e conhecidas do Tarot, a de Marselha e a mais ocultista de Arthur Edward Waite, assim se sugerindo que é necessário constantemente infundir e mover as auras e coroas floridas dos nossos seres no Campo unificado de Energia Consciência do Mundo, o qual precisa de ser mais bem tratado pois a cáfila dos políticos, financeiros e militares muito o têm rasgado e destruído e assim parecem querer continuar, só interessados em negócios de armamentos ou em ganhos de multinacionais egoístas, em geral daninhos à saúde e à preservação do planeta e dos seus ecosistemas e recursos.
Paz no Mundo, dir-se-á....
Todavia, se quisermos ainda uma visão mais moderna e poderosa da alma em maior plenitude de comunhão energético-espiritual contemplemos a versão de um Tarot mais moderno, o de Frown Strong, em que a mulher ou a anima na sua nudez e verticalidade, ou ainda a shakti da tradição indiana,  une a Terra e o Céu numa continuidade harmoniosa:
O poder da anima ou feminino, ligando a terra e o céu. 
Resumamos então o Arcano (e dia, para quem trabalhar ao longo dos dias do mês o correspondente arcano) XXI, o Mundo, como o Tempo e Espaço harmoniosamente vividos e nas suas limitações vencidos, o ser humano na sua nudez pura e divina, a Coroa florida da magia e beleza da alma peregrina criativamente ligada ao Espírito Divino. O ser humano consciente do seu corpo espiritual, numa ligação com o Anjo, o Espírito, a Divindade e com a Alma do Mundo mais reconhecida e amada,  vivida e criativamente aprofundada.

Esta versão ecológica do arcano do Mundo lembra-nos dolorosamente de tanta destruição das árvores e  ecosistemas (nomeadamente como em 2017 e 2018, tão desleixada, inepta e tragicamente, se viveu em Portugal), e que devemos em pequenos grupos e associações lutar para que eles estejam mais nossas mãos e orações, e não dos lobbies dos eucaliptos ou dos políticos insensíveis à agricultura e sua bio-diversidade, a qual deveria ser até biológica, no meio de uma reflorestação tradicional...
The Arcane XXI of the Tarot. The World, or the Crown of the Magi, asks us to work on achievement, harmony, love, illumination. Be that fullness of the spiritual Self, in the Divine omnipresent Spirit, or in its Unified Field or Anima Mundi, and share that in Brotherhood and Love, and our worlds, nations, groups and ecosystems will be much better.... 
Numa derradeira aproximação a este arcano XXI, na qual devemos coroar ou, em mandorla ou mandala, viver, o ser e o mundo, podemos ver nesta última versão um chamamento a não ficarmos tão bloqueados em hábitos animais ou consumistas, ou nas limitações e véus  de partidos, doutrinas e religiões sectárias, mas antes a erguermos a nossa alma livre, amorosa e universal,  comungando mais alegre e criativamente com os outros seres na Alma do Mundo Divina, penetrando clarividentemente nas suas dimensões subtis, e fazendo desabrochar mais a Quinta-essência, o ser em corpo de glória ou imortalidade, a Divindade viva em nós....

2 comentários:

AC anaconceicao disse...

Parabéns, Pedro! Magnifico trabalho! Dado de graça com graça!Isto é amor à verdade que se esconde ou codifica nos símbolos, que todos deveríamos saber e não sabemos. Obrigada, Pedro! Sou-lhe muito grata pela partilha.

Pedro Teixeira da Mota. disse...

Muitas graças, Ana, pelo seu generoso comentário. E peço desculpa de só hoje o ter visto. Ah, e como acrescentei e melhorei o texto, peço-lhe que o torne a ler. Abraço luminoso!