Perante o possivel ataque americao-israelita contra a República Islâmica do Irão, devemos diminuir as forças da mentira, das trevas e da violência e opressão no Mundo, divulgando a verdade e apelando ap discernimento, ao bom senso, ao respeito da independência de cada Estado. Transcreveremos então um artigo publicado hoje 21/2 no imprescindível meio de informação alternativo aos ocidentais, na sua grande maioria vendidos ou controlados pela oligarquia neo-liberal globalista, imperialista, sionista, anti-russa, anti-iraniana, anti-chinesa, anti-BRICS, que é o www.presstv.ir
«O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão o Dr. Seyed Abbas Araghchi, rejeitou categoricamente a afirmação do presidente dos EUA, Donald Trump, de que 32.000 pessoas foram mortas durante apenas os dois dias de distúrbios em todo o Irão no mês passado, instando-o a provar a afirmação.
"Cumprindo a nossa promessa de total transparência para com nosso próprio povo, o Governo do Irão já publicou uma lista abrangendo todas as 3.117 vítimas da recente operação terrorista, incluindo cerca de 200 oficiais," escreveu Abbas Araghchi num texto publicado na sua conta (@araghchi) na plataforma de mídia social X, no sábado, 21/2.
"Se alguém contestar a precisão dos nossos dados, por favor, compartilhe qualquer evidência," acrescentou.

Donald Trump alegou numa conferência de imprensa na sexta-feira que 32.000 pessoas foram mortas durante os distúrbios de janeiro no Irão.
Trump lançou os comentários [ou bocas] quando se dirigia para ouvir a decisão da Supremo Tribunal que proibiu as suas tarifas excessivas. Mas não ofereceu uma fonte para o número de mortos.
Em 26 de janeiro, o porta-voz do Ministério dos negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, também denunciou como uma "grande mentira" alegações semelhantes feitas por meios de comunicação anti-Irão.
Baghaei, numa postagem na sua conta no X, descreveu os números circulantes como uma "Grande Mentira ao estilo de Hitler," criticando os atores hostis por tentarem fabricar baixas nos meios de informmação após terem falhado a realização dos seus planos no terreno.
"Uma Grande mentira ao estilo de Hitler: não será esse o número dos que eles planejaram matar nas ruas do Irão?!" Eles falharam, no entanto, e agora estão tentando fingir isso nos meios de informação. `É verdadeiramente vicioso, mentiroso, criminoso!" disse o porta-voz.
A Fundação dos Mártires e Assuntos dos Veteranos do Irão anunciou num comunicado em 21 de janeiro que um total de 3.117 pessoas perderam a vida durante os distúrbios, acrescentando que 2.427 das pessoas mortas eram civis inocentes e membros das forças de segurança, [e cerca de 690 terroristas ou aliciados.]
Funcionários iranianos relacionaram claramente os distúrbios e actos terroristas aos EUA e ao regime israelita, [no fundo, os verdadeiros causadores.]
Os EUA e o Mossad de Israel admitiram a sua participação no terreno, com o ex-secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, a escrever no X: "Feliz Ano Novo a cada iraniano nas ruas. Também, a cada agente do Mossad caminhando ao lado deles." 
Num texto posto nas redes sociais em língua persa, a Mossad incentivou os manifestantes a “Saiam juntos para as ruas. Chegou a hora," acrescentando que os agentes da Mossad estão com os manifestantes "não apenas à distância e verbalmente." Estamos convosco no campo.”, assinalando a sua responsabilidade da mortandade inocente.»
«O ministro dos Negócios Estrangeiros do Irão o Dr. Seyed Abbas Araghchi, rejeitou categoricamente a afirmação do presidente dos EUA, Donald Trump, de que 32.000 pessoas foram mortas durante apenas os dois dias de distúrbios em todo o Irão no mês passado, instando-o a provar a afirmação.
"Cumprindo a nossa promessa de total transparência para com nosso próprio povo, o Governo do Irão já publicou uma lista abrangendo todas as 3.117 vítimas da recente operação terrorista, incluindo cerca de 200 oficiais," escreveu Abbas Araghchi num texto publicado na sua conta (@araghchi) na plataforma de mídia social X, no sábado, 21/2.
"Se alguém contestar a precisão dos nossos dados, por favor, compartilhe qualquer evidência," acrescentou.

Donald Trump alegou numa conferência de imprensa na sexta-feira que 32.000 pessoas foram mortas durante os distúrbios de janeiro no Irão.
Trump lançou os comentários [ou bocas] quando se dirigia para ouvir a decisão da Supremo Tribunal que proibiu as suas tarifas excessivas. Mas não ofereceu uma fonte para o número de mortos.
Em 26 de janeiro, o porta-voz do Ministério dos negócios Estrangeiros do Irão, Esmaeil Baghaei, também denunciou como uma "grande mentira" alegações semelhantes feitas por meios de comunicação anti-Irão.
Baghaei, numa postagem na sua conta no X, descreveu os números circulantes como uma "Grande Mentira ao estilo de Hitler," criticando os atores hostis por tentarem fabricar baixas nos meios de informmação após terem falhado a realização dos seus planos no terreno.
"Uma Grande mentira ao estilo de Hitler: não será esse o número dos que eles planejaram matar nas ruas do Irão?!" Eles falharam, no entanto, e agora estão tentando fingir isso nos meios de informação. `É verdadeiramente vicioso, mentiroso, criminoso!" disse o porta-voz.
A Fundação dos Mártires e Assuntos dos Veteranos do Irão anunciou num comunicado em 21 de janeiro que um total de 3.117 pessoas perderam a vida durante os distúrbios, acrescentando que 2.427 das pessoas mortas eram civis inocentes e membros das forças de segurança, [e cerca de 690 terroristas ou aliciados.]
Funcionários iranianos relacionaram claramente os distúrbios e actos terroristas aos EUA e ao regime israelita, [no fundo, os verdadeiros causadores.]
Os EUA e o Mossad de Israel admitiram a sua participação no terreno, com o ex-secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, a escrever no X: "Feliz Ano Novo a cada iraniano nas ruas. Também, a cada agente do Mossad caminhando ao lado deles."

Num texto posto nas redes sociais em língua persa, a Mossad incentivou os manifestantes a “Saiam juntos para as ruas. Chegou a hora," acrescentando que os agentes da Mossad estão com os manifestantes "não apenas à distância e verbalmente." Estamos convosco no campo.”, assinalando a sua responsabilidade da mortandade inocente.»
Oremos para que não aconteça o eminente ataque israelo-americano, e não sabemos quantos da NATO e da corja árabe da região estarão dispostosapoiar os invejosos e gananciosos coligados contra o Irão, contra as suas riquezas, o seu povo, o seu regime ordeiro, a sua filosofia tradicional e perene, a sua religião Shiaa, e a sua civilização perene. Mas se atacarem traiçoeiramente na sua hubris demoníaca, irão receber a justiça divina que o Irão lhes saberá aplicar cavaleirescamente, como Shiaas, ou Xiitas, descendentes de Ali, de Fátima, dos Imams, de Saadi, Hafiz, Sohravardi, Rumi, Nur Ali Shah, Ruzbean, Mola Shadra

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