domingo, 6 de agosto de 2017

Contemplação poética de Dona Lua, Leoa. Um poema com a Lua e à Lua, por Pedro Teixeira da Mota.

Lua, mágica, pura, não só o satélite mas sobretudo a Lua eterna e perene em nós.
Dona Luna com seus anjos solares e lunares nos fortaleça e ilumine, Ámen. 

     Na noite  mais escura e profunda
há sempre uma lua pura,
visível ou invisível, para te ensinar
que não te podes deixar limitar.

- Sai então das tensões e prisões
e vem até mim comungar,
diz dona Luna nossa a sorrir,
e abre o coração ao infinito amar.

As distâncias que nos separam, doem,
só nos resta aspirar, desejar e voar, 
e na meditação e nos sonhos a encontrar.

Teus raios entraram bem dentro de mim,
meus olhos luzem agora mais de Amor,
Comungar na Unidade Divina, que Amor.



A alma da Dona Lua diz-nos: 
respira-me, absorve-me, 
deixa-me encher o graal do teu coração 
e tornar-te um comigo na divina imensidão...
 
Lua que reflectes o Sol
alma que reflecte o Espírito,
Assim na Lua Cheia amorosa
Que sintas mais o espírito 
a iluminar-te e guiar-te, ò alma!
 

2 comentários:

Daniella Coelho disse...

Muito belo, Pedro!
Belo registro e belas palavras.
Daqui também dediquei momentos a Ela.
Sigamos!
Daniella

Pedro Teixeira da Mota. disse...

Graças muitas, Daniella. Só agora revendo o artigo, o que estou a fazer para todos, nestes confinamentos que esperamos que passem rápido, é que vi seu comentário. Votos que Dona Lua a continue a inspirar e proteger! Sigamos. Pedro.