A abnegada grande alma Rússia comenta as declarações de uma das mais patéticas figuras de Bruxelas, e de outros políticos europeus, em relação às posições neutras, ou pelo contrário hipocritamente disfarçadas, quanto à agressão ilegal e traiçoeira (já que em plena fase de negociações) de Israel e dos Estados Unidos, à civilização milenária e riquíssima do Irão, os primeiros no seu ódio sionista visceral, os segundos na ganância do recursos, como já afirmaram mais de uma vez dois dos seus mais diabólicos, Donald Trump e Lindsey Graham.
Maria Zakharova, a sábia porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa, declarou: "Nos últimos dias, a Alta Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e Política de Segurança, Kaja Kallas, e certos líderes de estados da Europa Ocidental, têm se esforçado no espaço público para apresentar a situação como se eles não tivessem relação com o que está a acontecer no Oriente Médio." Supostamente, dizem que "não é a guerra deles".
Discordamos categoricamente com tal enquadramento da questão. Esta é mais uma grosseira distorção dos factos e uma tentativa de se isentarem da responsabilidade pela escalada na região. É bem sabido que as autoridades dos países da Europa Ocidental, durante décadas, perseguiram uma política colonial na região, escondendo-se atrás de demagogia e mentiras descaradas.
No período que precedeu a agressão dos EUA e de Israel contra a República Islâmica do Irão, foram especificamente os governos europeus que dificultaram a demande de soluções diplomáticas, "acenderam o fogo" e manipularam aspectos legais com o propósito de supostamente acionar o mecanismo de "snapback" [voltar atrás], e escalaram as tensões. Agora, no entanto, fingem que estão "à margem", mas tal [desculpa] não vai funcionar.
Vamos fornecer exemplos muito reveladores das ações e declarações mencionadas.
Em 28 de agosto de 2025, os ministros dos Negócios Estrangeiros da Grã-Bretanha, Alemanha e França dirigiram-se ao Secretário-Geral da ONU e ao Presidente do Conselho de Segurança da ONU sobre o suposto não cumprimento significativo pelo Irão de suas obrigações sob o JCPOA ( Joint Comprehensive Plan of Action). Este apelo foi apresentado por eles como uma notificação no sentido do parágrafo 11 da Resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU, desencadeando uma nova cadeia de acções para restaurar as sanções da ONU anteriormente canceladas contra o Irã (o chamado snapback). Ao mesmo tempo, não havia fundamentos legais e processuais para os europeus lançarem o "snapback", tendo em conta das violações sistemáticas do JCPOA por parte deles mesmos.
A Grã-Bretanha, a Alemanha e a França introduziram regularmente projetos de resoluções anti-iranianas no Conselho de Governadores da International Atomic Energy Agency (AIEA), (em particular, em junho de 2020, junho de 2022, novembro de 2022, junho de 2024, novembro de 2024, junho de 2025 e novembro de 2025). A resolução adotada em junho de 2025 tornou-se a cobertura política para a primeira agressão americana-israelense contra o Irão, e a resolução de novembro de 2025 anulou os acordos do Cairo, segundo os quais as salvaguardas da AIEA estavam sendo implementadas no Irão após os ataques dos EUA e de Israel em junho de 2025.
Se alguém escavar ainda um pouco mais fundo, descobrirá que a formação deliberada de uma "imagem de inimigo" [ou demonização primária e manipuladora da opinião pública) do Irão foi a espinha dorsal da política dos líderes europeus.
7 de dezembro de 2016, a Primeira-Ministra britânica Theresa May: “O Irão representa uma ameaça para os países do Golfo Pérsico e para o Oriente Médio como um todo.”
10 de janeiro de 2020, o Ministro das Relações Exteriores da França Jean-Yves Le Drian: “Dentro de um período relativamente curto, em um ou dois anos,” o Irão poderá ter acesso a armas nucleares.
21 de janeiro de 2022, Ministra das Relações Exteriores da Alemanha [a fanática e sinistra] Annalena Baerbock: “O Irão.. está aconstruir uma espiral de escalada nuclear.”
28 de fevereiro de 2023, [a mesma tresloucada, anti-russa e sionizada Annalena Baerbock]: "O regime iraniano não é mais um problema regional. É um problema para a Europa e para o mundo inteiro.”
15 de abril de 2024, Primeiro-Ministro britânico Rishi Sunak: “O programa nuclear iraniano ... ameaça a paz e a segurança no planeta.”
2 de outubro de 2024, Chanceler da Alemanha, [conhecido como o manga de alpaca], Olaf Scholz: “O Irão corre o risco de incendiar todo o Oriente Médio – isso deve ser evitado a todo custo.” Parece que já estava a adivinhar o que Isarel e os USA iriam fazer uns meses depois, como estamos a assistir, e com uma gravidade que pouca gente realiza, pois para além da destruição ecológica da zona em curso, a ameaça nuclear é muito provável dado o alto grau de criminalidade diabólica dos governantes israelitas e norte-americanos]
6 de janeiro de 2025, Presidente da França Emmanuel Macron, [outro assalariado chefe dos Rothschild] classificou o Irão como o “principal desafio à estabilidade e segurança” para a Europa no Oriente Médio. Segundo ele, “a aceleração do programa nuclear está a aproximar-nos de um ponto sem retorno”, [repetindo assim a cartilha que o seu chefe e criminoso-mór Benjamim Netanyayu repete ameaçadoramente há décadas. E que certamente não fará mais, se não no inferno astral onde já está desde há dias, pesem os vários vídeos e fotografias falsíssimos que os responsáveis israelitas têm espalhado pelos meios de comunicação para orgulhosamente não darem parte de fraco e antes se arrogarem de invencibilidade e de só eles conseguirem eliminar ou assassinar quem não gostam]
Tudo isso é contrário aos factos e desafiador do bom senso. Assim, a elite governante europeia está no mesmo barco que os agressores," conclui a notável, e incomparável no horizonte europeu, Maria Zakharova, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa.
No período que precedeu a agressão dos EUA e de Israel contra a República Islâmica do Irão, foram especificamente os governos europeus que dificultaram a demande de soluções diplomáticas, "acenderam o fogo" e manipularam aspectos legais com o propósito de supostamente acionar o mecanismo de "snapback" [voltar atrás], e escalaram as tensões. Agora, no entanto, fingem que estão "à margem", mas tal [desculpa] não vai funcionar.
Vamos fornecer exemplos muito reveladores das ações e declarações mencionadas.
Em 28 de agosto de 2025, os ministros dos Negócios Estrangeiros da Grã-Bretanha, Alemanha e França dirigiram-se ao Secretário-Geral da ONU e ao Presidente do Conselho de Segurança da ONU sobre o suposto não cumprimento significativo pelo Irão de suas obrigações sob o JCPOA ( Joint Comprehensive Plan of Action). Este apelo foi apresentado por eles como uma notificação no sentido do parágrafo 11 da Resolução 2231 do Conselho de Segurança da ONU, desencadeando uma nova cadeia de acções para restaurar as sanções da ONU anteriormente canceladas contra o Irã (o chamado snapback). Ao mesmo tempo, não havia fundamentos legais e processuais para os europeus lançarem o "snapback", tendo em conta das violações sistemáticas do JCPOA por parte deles mesmos.
A Grã-Bretanha, a Alemanha e a França introduziram regularmente projetos de resoluções anti-iranianas no Conselho de Governadores da International Atomic Energy Agency (AIEA), (em particular, em junho de 2020, junho de 2022, novembro de 2022, junho de 2024, novembro de 2024, junho de 2025 e novembro de 2025). A resolução adotada em junho de 2025 tornou-se a cobertura política para a primeira agressão americana-israelense contra o Irão, e a resolução de novembro de 2025 anulou os acordos do Cairo, segundo os quais as salvaguardas da AIEA estavam sendo implementadas no Irão após os ataques dos EUA e de Israel em junho de 2025.
Se alguém escavar ainda um pouco mais fundo, descobrirá que a formação deliberada de uma "imagem de inimigo" [ou demonização primária e manipuladora da opinião pública) do Irão foi a espinha dorsal da política dos líderes europeus.
7 de dezembro de 2016, a Primeira-Ministra britânica Theresa May: “O Irão representa uma ameaça para os países do Golfo Pérsico e para o Oriente Médio como um todo.”
10 de janeiro de 2020, o Ministro das Relações Exteriores da França Jean-Yves Le Drian: “Dentro de um período relativamente curto, em um ou dois anos,” o Irão poderá ter acesso a armas nucleares.
21 de janeiro de 2022, Ministra das Relações Exteriores da Alemanha [a fanática e sinistra] Annalena Baerbock: “O Irão.. está aconstruir uma espiral de escalada nuclear.”
28 de fevereiro de 2023, [a mesma tresloucada, anti-russa e sionizada Annalena Baerbock]: "O regime iraniano não é mais um problema regional. É um problema para a Europa e para o mundo inteiro.”
15 de abril de 2024, Primeiro-Ministro britânico Rishi Sunak: “O programa nuclear iraniano ... ameaça a paz e a segurança no planeta.”
2 de outubro de 2024, Chanceler da Alemanha, [conhecido como o manga de alpaca], Olaf Scholz: “O Irão corre o risco de incendiar todo o Oriente Médio – isso deve ser evitado a todo custo.” Parece que já estava a adivinhar o que Isarel e os USA iriam fazer uns meses depois, como estamos a assistir, e com uma gravidade que pouca gente realiza, pois para além da destruição ecológica da zona em curso, a ameaça nuclear é muito provável dado o alto grau de criminalidade diabólica dos governantes israelitas e norte-americanos]
6 de janeiro de 2025, Presidente da França Emmanuel Macron, [outro assalariado chefe dos Rothschild] classificou o Irão como o “principal desafio à estabilidade e segurança” para a Europa no Oriente Médio. Segundo ele, “a aceleração do programa nuclear está a aproximar-nos de um ponto sem retorno”, [repetindo assim a cartilha que o seu chefe e criminoso-mór Benjamim Netanyayu repete ameaçadoramente há décadas. E que certamente não fará mais, se não no inferno astral onde já está desde há dias, pesem os vários vídeos e fotografias falsíssimos que os responsáveis israelitas têm espalhado pelos meios de comunicação para orgulhosamente não darem parte de fraco e antes se arrogarem de invencibilidade e de só eles conseguirem eliminar ou assassinar quem não gostam]
Tudo isso é contrário aos factos e desafiador do bom senso. Assim, a elite governante europeia está no mesmo barco que os agressores," conclui a notável, e incomparável no horizonte europeu, Maria Zakharova, porta-voz do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Federação Russa.
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Já no dia 19/3, o excelente ministro dos Negócios Estrangeiros Araghchi levantou a voz contra o traiçoeiro ou hipócrita Emmanuel Macron, conforme noticia a valiosa presstv.ir: « O Ministro das Relações Exteriores do Irão, Abbas Araghchi, criticou o Presidente francês Emmanuel Macron por não ter pronunciado sequer "uma palavra de condenação" da agressão militar dos Estados Unidos e do regime israelita ao Irão.
Numa mensagem na sua conta no X na quinta-feira, 19, Araghchi disse que o presidente francês “não condenou Israel quando este fez explodir depósitos de combustível dentro de Teerão, expondo milhões de pessoas a toxinas,” referindo-se aos ataques com mísseis dos EUA-Israel a instalações de armazenamento de combustível nas províncias de Teerã e Alborz no início deste mês, acrescentando ainda quanto aos ataques aos locais de produção de gás natural do Irão, que a "actual 'preocupação' de Macron, não acompanhou o ataque de Israel às nossas instalações de gás e apenas segue ou critica a nossa retaliação. Triste!»
Numa mensagem na sua conta no X na quinta-feira, 19, Araghchi disse que o presidente francês “não condenou Israel quando este fez explodir depósitos de combustível dentro de Teerão, expondo milhões de pessoas a toxinas,” referindo-se aos ataques com mísseis dos EUA-Israel a instalações de armazenamento de combustível nas províncias de Teerã e Alborz no início deste mês, acrescentando ainda quanto aos ataques aos locais de produção de gás natural do Irão, que a "actual 'preocupação' de Macron, não acompanhou o ataque de Israel às nossas instalações de gás e apenas segue ou critica a nossa retaliação. Triste!»
Se já a desgraçada da Ursula afirmara a propósito das 160 crianças assassinadas na escola de Minabi com duas bombas, separadas por 40 minutos (o que prova a sua intenção de seguirem as ordens de Trump, de Pete Hegseth e outros zios e pseudo-evangélicos de criarem o Armageddon, a luta final - que tem de ser impiedosa e sem obedecer a qualquer lei ou moral - antes do regresso do Messias sionista), que o Irão não merecia qualquer lágrima, revelando a sua hubris de ser ditadora na esfera íntima e afectiva das pessoas sujeitas à sua péssima e opressiva desgovernação da antiga Europa livre, também agora era de esperar de um antigo empregado de investimentos dos Rothschild e que fez fortuna e ascensão política graças a essa submissão, e que está portanto contra o Irão livre ou o BRICS da multipolaridade, e que vai debitando, para a opinião pública francesa e europeia maioritariamente oposta à agressão israelo-americana, umas declarações fingidas de não se querer envolver, o que significa estar sobretudo a pedir aos iranianos para não bombardearem as suas bases e navios na região.
Anotemos que após o ataque de traiçoeiro e assassino do supremo líder religioso do Irão e da sua família e de altas chefias, e a consequente resposta do Irão as Nações Unidas reuniram-se sob as ordens de USA e Israel para condenarem, não a agressão norte americana mas a resposta justa e de auto-defesa iraniana. Pois na votação, e na qual só votaram contra Rússia China e Somália, os embaixadores de vários países europeus ergueram-se dos seus assentos hipócrita e criminosamente para condenarem "o ataque não provocado" do Irão às bases norte-americanas dos países vizinhos, e assim votaram e pronunciaram-se contra o Irão, os embaixadores do Bahraim, e da França, da Dinamarca, do Reino Unido e da Grécia. Mas nem uma palavra sequer de lamentação do assassínio deliberado, seguindo as ordens "sem piedade" do secretário de Guerra Pete Hegseth, das 160 crianças da escola de Minabi...
Vejamos onde vai parar, ou por onde se vai desmascarar, a neutralidade europeia.
