sábado, 29 de abril de 2017

Plataforma de Defesa das Árvores, Pedro Lérias, Corredor Verde Lisboa

A Plataforma de Defesa das Árvores organizou uma visita ao Corredor Verde de Monsanto, que liga o Parque Eduardo VII a Monsanto, guiada e muito bem por Pedro Lérias. 
Eis algumas imagens de belos momentos, convidativos de mais caminhadas verdes dos alfacinhas...

Ao Principio era e é o Céu, e depois as nuvens, a chuva e a água que bem falta fazem...

Cerca de trinta pessoas seguiram atentamente as explicações do Pedro Lérias, que realçou a existência ainda assim de um certo corredor verde no arvoredo da Avenida da Liberdade que permite ás aves terem um caminho seguro que poderia chegar ao Terreiro Paço, calvo de vegetação neste momento, e às Tágides nossas...

Mapa do percurso, muito fácil de realizar e saudável e que certamente ira sendo enriquecido com mais arbustos, aromáticas e árvores
Uma combinação muito perfeita de um arbusto aromático, o alecrim, e um sobreiro e uma oliveira, ambos variedades de quercus, dá e recebe as bênçãos  dos seres no campo unificado de energia consciência que desejamos mais harmonioso




A Serpente e o Cavalo como psicopompos, condudores ou estimuladores das almas na demanda e luta pela Justiça e a Verdade



O juniper, da família dos ciprestes: cultiva a esperança com um verde forte no que gostas, desejas, aspiras

Uma bétula, muito escolhida para reflorestar as cidades mas sem grande  duração...

Alecrim aos molhos, numa zona não regada, irradiando os seus aromas essenciais...

Da Luz da Oliveira no Nicho da Devoção e da Fé: Paz justa no Médio Oriente


Uma bela vista da Universidade Nova de Lisboa


Um dos últimos prédios erguido à revelia do Corredor Verde

As famosas novas hortas de Lisboa, biológicas ao que consta

Paixão do Amor

Uma amoreira, que bem podia de novo ser cultivada pois os seus frutos são salutares...

Caminhar entre o céu e a terra, entre a relva e as nuvens...

Encontros, beijos, corações das nuvens e suas entidades...

Da geometria sagrada que resistiu ao terramoto e que além da água trazia a farinha dos 44 moinhos que abasteciam a cidade

Um campo de trigo ainda cultivado

As nuvens a encarreirarem com os arcos do aqueduto....

Da beleza Divina na Terra florida e grata, que permite a muitos insectos e aves alegrarem-se e alegrarem-nos


A árvore mais perfeita e irradiante de toda a visita: tão pujante de seiva luminosa

Das oliveiras e sobreiros e das diferenças de folhas



As forças da terra no seu ciclo quase eterno de transformação-transmutação 

Sobre esta pedra te assentarás e com o fogo e o basalto da Terra comungarás

Espíritos das árvores, driades ou duendes convidam-nos a entrar 


Dos vários (cinco) tipos de carvalhos que existem em Monsanto




Folha do carvalho alvarinho


Basalto que emergiu do centro ardente da terra  e pelo homem ainda mais ao céu foi erguido, torres...

Um moinho que já foi na origem muito provavelmente um castro, atalaia de vigia sobre uma vista imensa


A Patrícia, a Leonor e Pinto Soares, o fundador da Associação Lisboa Verde, a dar o exemplo de que caminhar a pé pela Natureza e defender as árvores faz bem em todas as idades...


Três Jovens que estavam em ladainhas-cantos, nas três Cruzes  do monte, que seja Santo


Junto ao castro romano, uma das peregrinas verdes contempla, como há milhares de anos, a imensidade e sacraclidade do espaço tempo do Ser 
Dos momentos e seres mais luminosos da peregrinação a Monsanto



Um belo conubio da pedra e da árvore, com um espírito da natureza muito sábio a fazer jus ao Monte Santo...

Os zéfiros que fecundavam as éguas velozes, as dríades subtis, o raio verde
Gigantes... E contemplar das nuvens, qual Dama de Elche,  o mundo espiritual e a Divindade...

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