Os que seguem os acontecimentos mundiais no campo unificado da informação mundial, sobretudo pela internet, receberam hoje duas notícias opostas mas complementares na harmonia da providência planetária.
O senador republicano norte americano, Lindsey Graham, notável pelo seu ódio à Rússia, Irão, Palestina, Cuba e Venezuela livres, tal como já tinha sido do Iraque nuclear, grande amigo e conselheiro de Trump e partidário da hegemonia absoluta do imperialismo norte-americano e do sionismo do regime de Telavive, milionário à custa das guerras e dos armamentos, morreu em Washington com 71 anos, uma idade que não parecia ter, já que as viagens constantes, e a animosidade ou ódio que o moviam, bem patente nos pedidos de bombardearem nuclearmente o Iraque, o Irão e Gaza, tinham-no envelhecido e assinalado na face (tal o lábio inferior esquerdo bastante descaído), sinais dos desequilíbrios psico-somáticos graves que ele teria e tão nefastos para a humanidade.
Um comunicado do seu gabinete de senador influente, altamente patrocinado pelos lobbies das armas e sionistas, justifica a morte por doença súbita e inesperada, e que um relatório médico declarou ser um ataque cardíaco. Chamados os paramédicos a casa (pelo seu secretário?) já nada puderam fazer. Anote-se que Lindsey nunca se casara nem tivera filhos, mas tinha uma irmã com descendente.
Donald Trump já informou os seus seguidores da morte do seu grande amigo e um dos melhores senadores que conheceu, o que é muito triste, e que brevemente serão dadas informações quanto ao funeral.
Lindsey Graham chegara na véspera de uma visita (a décima, e estivera em Maidan, em 2014) a Kiev ao seu amigo Zelensky e não sabemos se ouviu alguns dos bombardeamentos dos russos sobre cidade e se isso o terá afectado. Contudo, a última fotografia pública mostra-o a rir durante uma visita à fábrica SkyFall de drones em Kiev, segurando mesmo um com as mãos, feliz. Além de ter feito uma breve comunicação à imprensa, confiante no novo pacote de sanções contra a Rússia que conseguira de Trump, e que iria ser votado no Congresso em favor do regime de Kiev, "para o tornar mais letal". Anote-se que embora duas fábricas de drones fossem destruídas nesse dia, o Ministério da Defesa russo não referiu a que ele visitou.
Como foi a viagem de regresso, como estava a coerência do seu espírito, com a sua personalidade extremista e o coração e corpo já desgastado, que causas mais específicas psico-somáticas levaram o coração a colapsar não sabemos bem, o que é certo é que um dos maiores inimigos da Pax Universalis extinguiu-se.
Só podemos desejar que seja tratado nos mundos do além com a justiça que merece ao ter contribuído para tantos mortos e traumatizados pelas agressões, assassínios e guerras americanas e israelitas.
A corajosa jornalista Ana Kasparina, forte defensora da causa palestiniana mas não tanto da governação iraniana pode retirar o pedido que constantemente fizera, de que ele fosse viver (ou despejado de paraquedas) para Telavive pois era lá que estavam os seus.
Não, Lindsey Graham foi retirado algo prematuramente em termos da duração de vida dos políticos ocidentais muito bem tratados medicamente, provavelmente porque chegara ao limite, esgotara o seu tempo de vida devido a ser um agente frenético e uma voz fanática da destruição e extermínio dos adversários (Irão neste momento e o próximo seria Cuba) e que ainda por cima tinha hábitos considerados moralmente controversos, que escondia.
Pesem os elogios dos mais extremistas norte-americanos, ucranianos e israelitas, cremos que para o planeta foi muito bom ter sido chamado a prestar contas, tal como no mesmo dia o ex-emir do Qatar.
Acrescente-se, já no dia 13, que a grande comunidade dos comentadores mais lúcidos e libertos do domínio da oligarquia, do imperialismo e do sionismo, pois ainda há os que dizem que foi a Rússia ou o Irão a envenenarem-no, tem sido unânime em condená-lo nas suas várias facetas mais tenebrosas, especulando alguns se terá morrido ainda em Kiev, tais George Galloway, Stanislav Krapivnik, Emil Cosman, Rachel Belvin, Sebastian Sas, Alex Christoforous, Syed Mahmud, Levan Gudaze, Dimitris Lascaris, Ben Meiselas e Scott Ritter, este traçando um quadro psicológico muito preciso da ganância e malvadez do invejoso e orgulhoso senador, pedindo até a misericórdia divina sobre ele...
P.s. George Galloway, no seu imperdível postcast, Moats na net quartas e domingos as 19:00 às 21:00, no dia 15, considerou-o um dos piores criminosos dos nossos dias, tal como também declarou o sábio Douglas Macgregor, tendo sido, com Victoria Nulland, um dos que fizeram o golpe de estado de Maidan, em 2012, co-responsável portanto de milhões de eslavos mortos. Por outro lado uma testemunha contou as suas perversões sexuais em entrevistas televisivas, escancarando a sua hipocrisia e degradação moral. Naturalmente era um dos grandes amigos do degenerado e mentiroso-mór Trump, que também tem os seus dias sob a espada de Damócles, por tanto sofrimento que já causou em milhões de seres...
Numa das valiosas entrevistas do Judge Napolitano no seu canal, um dos melhores comentadores Larry Johnson, confrontado com um excerto da Fox News que lhe mostrou o espantado Napolitano, no qual Lindsey Graham estava completamente bêbado a ser entrevistado, afirmou que já sabia que entre outros vicios tinho o do álcool e que ele, o querido de Trump e de Netanyahu, era «um dos mais perniciosos, maliciosos e maligno influenciador na política externa dos EUA. O que achava estranho era ele andar tão próximo de Trump, jogar golfe com ele», para além de saber por um bom investigador que ele recebia muito dinheiro vindo da Ucrânia. Não era alguém pelo bem comum mas um ganancioso.
Já o excelente comentador Scott Ritter, a 20 de Julho, interrogado numa entrevista de Judge Napolitano, denunciou a negatividade de Lindsey Graham, que não ligava à Constituição norte-americana nem à ordem internacional pois vendera a sua alma a Israel. Um dos que mais contribui para a destruição, um veneno para os Estados Unidos, um perverso
Já fora das asas de morte e antes quase que sendo uma ressurreição, é o comunicado do Ayatollah líder do Irão actual Seyyed Mojtaba Khamenei de que irá realizar uma conferência pública na próxima Terça-feira pelo entardecer, pondo fim às especulações de que estaria morto ou demasiado desfigurado pelo bombardeamento dos assassinos democratas israelo-americanos, que matou igualmente a sua mulher e filha e genro, além do pai Ali Khamenei.
Sem ter as qualidades ímpares sofridas e carismáticas do pai, tão demonizado injustamente pelo Ocidente (com o sujo do Trump a chamar-lhe de gay), conseguirá co-liderar sábia e harmoniosamente a grande civilização e nação iraniana?
Como já está desde há muito ameaçado de morte, e como mais traiçoeiros do que os norte-americanos e israelitas não há, até o pior se pode esperar, devermos orar para que os iranianos tomem as necessárias medidas de precaução e seja protegido pelos mundos espirituais.
Segue-se a notícia, na press.tv.ir, um dos poucos canais informativos iranianos que o Ocidente antidemocrático da UE, NATO e USA-Israel ainda permite vermos, embora com intermitências:
Líder da Revolução Islâmica O Aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei irá sediar uma cerimônia de comemoração para seu pai, o Aiatolá Seyyed Ali Khamenei, que foi martirizado em ataques aéreos dos EUA e de Israel ao Irã.
«Num anúncio no domingo, o gabinete do Líder disse que o memorial será realizado em nome do Ayatollah Seyyed Mojtaba Khamenei no Mosalla Imam Khomeini de Teerão, das 17h às 19h, horário local, na terça-feira.
"Sem dúvida, a presença de enlutados na cerimónia reafirmará o pacto inquebrável de continuar no caminho do mártir Khamenei e renovará o compromisso de lealdade ao justo sucessor do mártir Imam," acrescentou.
O Ayatollah Seyyed Ali Khamenei foi assassinado, com alguns dos seus familiares, no dia 28 de fevereiro, o primeiro dia da guerra de agressão ilegal de 40 dias desfechada pelos Estados Unidos e pelo regime israelita contra o Irão.
Em 8 de março, a Assembleia de Especialistas do Irão nomeou oficialmente o Aiatolá Seyyed Mojtaba Khamenei como o novo Líder da Revolução Islâmica.
As cerimônias de funeral em massa e despedida do falecido Líder ocorreram no Irão e no Iraque de 3 a 10 de julho.
O sepultamento final ocorreu no santuário sagrado do Imam Reza (AS), o oitavo Imam shiia ou xiita, na cidade iraniana de Mashhad na alba de sexta-feira.
De acordo com estimativas, entre 41 e 43 milhões de pessoas participaram do cortejo fúnebre no Irã e no Iraque, tornando-o funeral maior na história da Humanidade.»
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