
Estamos a poucas horas de um possível novo ataque do eixo do Mal, ou seja da mentira, da ganância, da opressão, da violência, contra as forças da Luz representadas pelo Irão e sua tradição espiritual milenária, zoroástrica, shiaa, certamente teocrática face à falsa democrática materialista ocidental.
Desta vez não sendo tão traiçoeiro, pois já se sabe que acontecerá muito brevemente, tal como o Trump e um departamento do Estado anunciaram, com ordens imediatas dos nacionais saírem rapidamente da zona, serão ainda mais violentos na quantidade e potência dos bombardeamentos (no inicial em Março mataram mais de 3.000 iranianos, contra cerca de vinte árabes mortos pelos mísseis iranianos), mais uma vez convencidos, ou fazendo crer tal, que conseguirão destruir a resistência duma civilização estado milenária, sagrada, corajosa, inteligente.
É certo que a espionagem norte-americana, inglesa e israelita dotada de meios sofisticados tremendos e de infinito dinheiro capaz de corromper meio mundo, a esta hora já deve saber onde se encontrarão os principais dirigentes iranianos e tentarão mais uma vez assassiná-los, ainda que desta vez já não seja tão fácil, já que demorarão mais tempo a atingi-los e eles, já avisados, deverão estar em locais mais nas profundidades da Terra. Mas quanto iranianos, comuns, ou mesmo extraordinários, como o notável professor Seyed Marandi, convidado frequente de tantos bons programas, tal como o bi-semanal de George Galloway, poderão estar apenas relativamente protegidos em abrigos pouco profundos?
Oremos para que haja o mínimo possível de mortos e que as forças atacantes sejam abatidas em numero substancial que diminua a mortandade que causariam, pois um só piloto norte-americano ou israelita pode matar centenas de pessoas inocentes, enquanto que um míssil antiaéreo que o atinja apenas retirou da terra um fanático obediente de criminosos de guerra diabólicos que são Trump, Hegseth, Natanyahu e Givr, uma vez que Lindsey Graham já estará a arder num purgatório duradouro, ainda que no seu funeral, participado pela elite epsteiniana, tenha sido afirmado que ressuscitara com Cristo. Só faltou a histérica trapaceira televangelista, mestra de Trump, Paula White, na fotografia de vermelho...
A maior parte dos bons canais de lúcidos entrevistadores ou comentadores e são muitos, - Douglas Macgregor, Dimitrio Laskaris, John Mershmeer, Larry Johnson, Scott Ritter, Chris Hudges, Alaistar Crooke, Rachel Blevins, Judge Napolitano, Meidas Touch, etc. - claramente está convencida que está prestes a efectuar-se mais um acto diabólico de um punhado de psicopatas sem qualquer moral ou ética que dirigem o Ocidente, e que, após anos de sanções e duas pequenas guerras, e mais recentemente doze dias de bombardeamentos constantes (a última bomba lançada a 3 de Julho na ilha de Keshm pesava 907 kg, mas só matou as três pessoas duma família), quer de novo mais destruição e mortandade, variando contudo as previsões do que vai acontecer, o que será destruído e sobretudo ainda como será a resposta do Irão em termos de alvos e eficácia.
Embora muitas das bases norte-americanas já foram bastante atingidas e várias delas já não podendo servir de ponto de partida dos bombardeiros norte-americanos, mas mesmo assim algumas serão ainda mais destruídas. Como variam as avaliações das atingidas ou mesmo abandonadas, se consultarmos a IA do Google, o optimismo (manipulador e censurador das imagens em contrário) do Império do qual ele é um porta-voz está patente: «Quantas bases dos EUA ainda estão operando no Oriente Médio», pergunto, e a resposta é: «Os Estados Unidos operam 19 grandes bases militares no Oriente Médio, incluindo 8 bases permanentes, enquanto métricas mais amplas que rastreiam cada pequeno posto tático ou local de segurança compartilhada colocam a pegada total mais próxima de 80 instalações na região. Apesar das graves escaladas em curso, incluindo ataques diretos de mísseis e drones iranianos às instalações americanas, todas as bases principais permanecem operacionais, embora o Pentágono tenha reduzido o pessoal ou realocado tropas em certos locais para minimizar os riscos de segurança.»
Não nos admiremos como eles, pequenos mas muito rico ditadores, estão contra o Irão e mesmo mais ou menos indiferentes à sorte das suas populações, como algo de certo modo se passa com o controlado rei da Jordânia.
Haverá consequências dramáticas, certamente, embora evidentemente a Administração norte-americana não esteja nada preocupada com isso, localmente ou na esfera da crise mundial económica que vai crescendo, pois o seu egoísmo de classe e de império é tanto proverbial como intrínseco, já que incarnam claramente as forças da mentira, roubo e violência que caracterizam o mal, como já há quase 3.000 anos Zoroastro discerniu e afirmou, passando para os persas e iranianos, por elos sucessivos dos magos, dos neo-platónicos, dos Ishraqui e dos Shiia e seus Imams, uma sublime tradição de honra, de ordem, de cavalaria, de coragem até ao martírio que está viva nos nossos dias nos dirigentes, militares e povo iraniano...
Diabólicos nestes processos, criminosos de guerra mesmo quando se pensa quantas crianças e doentes morreram por não terem acesso a medicamentos e a materiais que teriam de receber do estrangeiro, ou mais recentemente no bombardeamento sucessivo e deliberado da escola de Minab que assassinou cerca de 16o crianças e professores, os regimes e administrações de Trump e de Netanyahu devem ser condenados, derrotados e removidos rapidamente para o Bem da Humanidade.
Oremos, meditemos, velemos e irradiemos paz, luz, justiça, verdade, Divindade....
Dia 2. Trump recuou no ataque justificando-se pelo pedido de Teerão e de países árabes da região de não se reiniciar a guerra e permitir-se a diplomacia trabalhar. Claro que o Irão não pediu nada, mas sim a Arábia Saudita, exprimindo-o publicamente, pelo seu temor justificado de serem quase destruídos, e outros governos e estadistas ameaçados. Fica mais uma vez adiada, seja pela falta de munições, seja por temor da resposta do Irão sobre Telavive e os países árabes vizinhos, a tentativa de destruição (ou não, certamente) do Irão, bem como a sorte do estreito de Hormuz, tornado ou metamorfoseado num génio do Irão aladínico.

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