domingo, 24 de maio de 2026

Ninguém minimamente inteligente pode negar que USA, Israel, UE, NATO e a oligarquia globalista constituem o eixo do Mal na Terra.

Que USA, Israel, NATO (com Vitoria Nulland e Boris Johnson, os principais causadores da tragédia ucraniana), a oligarquia globalista  e UE constituem o eixo do mal está cada vez evidente para quem ainda pensa e não repete as mesmas ideias mentirosas e limitadas que os meios de comunicação lhe impingiram.
Com efeito, nos últimos meses os acontecimentos brutais e traiçoeiros perpetrados pelos israelo-americanos foram tão violentos e assassinos que o silêncio da UE, ou então as hipócritas declarações pela sua direcção proferidas, erguem-na a um nível tão criminoso como os dois impérios do mal. Mas tal não nos deve espantar, pois fazem parte da mesma elite epsteiniana e sionista que tenta controlar plenamente a população mundial com o dinheiro infinito que têm, e é natural pois o seu Deus é Mamom, desde os tempos míticos da Bíblia, o demónio ou diabo das riquezas. E não é por acaso que quem se encontra hoje no poder em muitos destes governos são  milionários, seres que só se interessam por fazer dinheiro, tal como Trump e os seus mais próximos - em especial Jared Kushner, um escroque mesmo para os estados árabes do Golfo Pérsico - têm aproveitado, na bolsa das energias petrolíferas, através das constantes mentiras de negociações e acordos com o Irão.
 
O que os USA fizeram e ainda continuam a fazer de opressão violenta e injusta, na Venezuela  e sobretudo no Irão, é de se bradar aos céus, já que no ataques traiçoeiros à Pérsia sagrada morreram cerca de 3.000 a maioria civis inocentes, entre os quais na hora inicial 161 crianças da escola de Minab, com Trump ainda hoje  continuando a dizer que não sabe  quem terá lançado os dois mísseis Patriots,  separados no seu impacto por uns minutos para matarem mais pessoas.
                                           
A mesma estratégia de matar civis e de tentar fazer o maior número de vítimas, disparando pouco depois da primeira bomba, uma segunda ou terceira, para apanhar os bombeiros, os enfermeiros, as pessoas que acorrem aos locais atingidos, sucedeu há dois dias, a 22 em Lugansky na Rússia quando a escola e  dormitório de adolescentes Starobelsk college foi atingida por  drones ucranianos de madrugada, por três vezes sucessivas, matando vinte e uma jovens e ficando várias outras em estado crítico.
Um acto brutal e no fundo intimatório e aterrorizador, que replica o que os israelitas e norte-americanos fizeram na escola de Minab, em que muito provavelmente os responsáveis pelos dois disparos seguiram as instruções do secretário de Defesa norte-americano Pete Hegseth: "uma guerra impiedosa e sem regras",  então excitadíssimo e convencidíssimo que desse modo iriam apressar o Armagedon, a guerra dos tempos finais, para que o Messias possa voltar e reconstruir-se o templo em Jerusalém, crenças dos zelotas ultra-sionistas e evangelistas em que Pete Hegsetg se inclui.
Pois se na altura, horas depois de se saber Trump e Hegseth se atreveram a responder dentro dum avião aos jornalistas que deveriam ter sido os iranianos a dispararem contra eles próprios, pois não sabiam usar as armas, ou ainda que os Patriots hoje andam em todas as mãos, mentiras de quem foi apanhado em flagrante delito e algo compreensíveis, já passados já uns meses, continuarem a dizer que não sabem o que se passou provando o grau de diabolismo mentiroso e criminoso que de facto Trump e Hegseth, tal como Zelensky e Netanyahu, pois a mentira é de facto, além da violência cruel, uma das formas piores ou mais intrínsecas do mal.
Já nos tempos mais antigos da história iraniana nos textos de Zoroastro o mal é definido como a mentira, Ahriman é o espírito da mentira, algo que os judeus receberam tornando-se  Satan hebraico-cristão o adversário de Deus, ou da sua verdade, justiça e amor. E se tal fora proclamado na  religião zoroástrica e madzeísta, os filósofos, poetas, políticos e heróis iranianos assumiram tais ensinamentos éticos e nobres verdades e deixaram grandes testemunhos nas suas obras e vidas, os quais estão vivos numa população cada vez mais culta e desenvolvida, e grata pelas raízes éticas e heroicas que herdaram e que nas guerras contra o Shah, contra o Iraque e contra Israel e os USA se tem acrisolado...
Não admira pois que os Iranianos estejam muito unidos na sua verdade, justiça e independência e desconfiados e indignados com os mentirosos e traiçoeiros, que matam durante as negociações seja o General Soleimani, seja o líder Ali Khamenei e a sua família, seja inda depois um mestre filosófico como Ali Larijani, com quem Alexandre Dugin dialogou horas sobre a filosofia perene do Irão, o irfan, os anjos ou fravartis...
Não admira que os iranianos não sejam derrotados, nem enganados, embora possam de novo ser atacados traiçoeiramente por Israel e USA, podendo estes de novo assassinar, ou como gostam de dizer, eliminar ou decapitar mais uma série de líderes. Mas surgirão sempre novos, e a grande alma iraniana está viva nas suas tradições e no cultos dos seus mártires, como a religião islâmica shiita tanto valoriza, cultua e vive.
Quanto às péssimas pessoas que dirigem a União Europeia, se não se envolveram directamente contra o Irão como o megalómano e compulsivo mentiroso e em fuga do tribunal Donald Trump queria, e se os ingleses e os franceses, os mais imperialistas belicistas, recuaram perante os desejos iniciais e as promessas de enviarem navios militares para libertarem o controle iraniano do estreito Ormuz, já as condenações pelos contra-ataques dos iranianos sobre as bases militares norte-americanas que os tinham atacado,  em territórios de Estados árabes do Golfo, se fizeram ouvir hipocritamente das cabecinhas oligarquizadas, sionizadas ou anti-russas e anti-iranianas que tomaram conta da União Europeia e desgraçam a milenária Europa, hoje sobre um ditadura opressiva de Ursula von der Leyden e os seus, entre os quais se incluem portugueses de partidos diferentes mas unidos na obediência a ela e à oligarquia financeira que a rege, os patéticos Costa, Rangel e &... 
Mais evidenciando ainda esta cegueira da União Europeia no seu ódio à Rússia, para o qual estão dispostos a sacrificar não só o dinheiro dos seus contribuintes, ou o nível da saúde e vida dos europeus, foi a recente reacção da direção da União Europeia ao crime ucraniano do assassinato de mais de vinte jovens adolescentes, não  lamentando sequer mas antes condenando a resposta russa no ataque retaliatório entre 23 e 24, contra objectivos militares. 
Que hipocrisia europeia, quase ao nível da condenação do ataque iraniano em auto-defesa contra as bases norte-americanas no estados árabes do Golfo.
Acrescento que a 25 de Maio já se sabe que os alvos do ataque retaliatório russo através do famoso míssil Oreshnik desta vez foram mais importantes: parte do ministério da Defesa Ucraniana que coordenava os ataques, e provavelmente este que matou as 21 jovens russas, com isso ultrapassando as linhas vermelhas da paciência da governação russa. E muitas mais pensariam poder assassinar, pois 85 dormiam no Colégio Profissional de Starobelsk atingido pelo ataque em três vagas sucessivas de mais de uma dezena de drones, fornecidos pela União Europeia e em especial França, Inglaterra e Alemanha. 
Não é pois de espantar que um dos mais altos CEOS da oligarquia e dos Rothschild, Emanuel Macron, tenha condenado a resposta russa, bem como a fanática anti-russa descendente de nazis Kaja Kallas, que considerou o ataque como "uma táctica de assustar politicamente", prometendo continuar na ofensiva para tentar esfrangalhar a Rússia, grande e rica demais a seu ver. Quanto à mais que hipócrita e traiçoeira Ursula von Orgenesis, lançou mais uma mentira para o ar: fora «uma falta de respeito para com as negociações», algo que os europeus recusaram sempre pensando que poderiam destruir ou vencer a Rússia, mas que agora já começam a ver como inevitável. 
Entretanto já se sabe, através dum coordenador russo Sergei Lebedev,  que o alvo atingido foi um bunker onde estavam comandos da NATO, e certamente franceses, e que finalmente a Rússia está a começar a assumir o conflito com uma guerra, e em parte com a NATO e a União Europeia, o que esta há muito desejava, sobretudo nos seus elementos mais anti-russos. 
A Rússia, através do seu Ministro de Defesa, declarou oficialmente que este ataque assassino ultrapassou a linha vermelha e que a resposta vai ser dura, ultimando as pessoas afastar-se de locais militares, do governo ou de infra-estruturas energéticas. O neo-nazismo ucraniano e europeu foi testando impunemente os limites postos pelos russos nos modos de ataque, mas este foi a gota de sangue que rebentou a barragem. O próprio Ministério dos Negócios Estrangeiros russo advertiu os embaixadores dos países estrangeiros que se encontram em Kiev que é conveniente abandonarem a capital.
Eis-nos com vários sinais graves que nos são dados para interpretarmos, despertarmos e discernirmos melhor o que se passa no mundo e onde está o bem ou o mal, em vez de nos estupidificarmos no nevoeiro da lavagem ao cérebro que os medíocres políticos europeus e da NATO, ao serviço apenas de elite oligárquica, sionista ou mesmo epsteiniana, ou então de ideologias infrahumanistas, transmitem e impõem graças aos tarefeiros dos jornais e os comentadores televisivos bastante corrompidos e estupidificantes que são os Milhazes e Rogeiros, Soleres, Irineus e &, e que se calam perante estes crimes de guerra e inventam outros..
Nestes tempos de decadência do Ocidente, nós os ocidentais com raízes culturais, tradicionais, nacionais e com ligações espirituais, celestiais e divinas, devemos lutar para alertar e reagir a fim de não sermos todos nulificados por tão perigosos dirigentes já semi-insensibilizados, petrificados, infra-humanizados. E apoiarmos a luta da Rússia, do Irão, da China e dos países do BRICS contra a hubris invejosa e opressiva de hegemonia "ocidental"...

Sem comentários:

Enviar um comentário