domingo, 19 de junho de 2016

Festa do Japão em Lisboa, 18 Junho de 2016. Imagens.

A festa do Japão, um breve cheirinho do longínquo extremo Oriente nipónico, ocorreu na borda dágua ribeirinha lisboeta, ao Parque das Nações, com diversas actividades e a convivialidade de todos os que de um modo ou outro sentem mais amor por tão subtil civilização...
Destacaremos, entre as várias partilhas, actividades  e tendas presentes, e porque as acompanhei mesmo ou mais, a demonstração de Kimono que a Kimino Chiyo realizou com grande mestria e delicadeza, numa verdadeira iniciação a esta arte de bem se envolver nos tecidos naturais, coloridos e simbólicos e a valiosa lição sobre a arte poética dos Haiku, da Leonilda Cavaco Alfarrobinha...



Numerosas representações ligadas ao Japão atrairam os filonipónicos ou mesmo japoneses, nas suas vestimentas tradicionais ou nas mais modernas de cosyplay





Bonsai, uma  misteriosa arte ou caminho, difícil e que nunca se sabe que duende ou espírito da natureza habitará tais miniaturas do grande cosmos arbóreo


Origamis e a geometria sagrada nipónica, na Storygami...
Da Sónia Oliveira e da sua empresa Storygami, postais e cadernos muito queridos, e inspiradores de uma escrita mais bela...
Um mandara ( a adaptação japonesa da palavra sanskrita mandal, que significa círculo, orbe e logo diagrama) florido e um dos poucos livros portugueses de haikus, O Respirar das Flores 
Leonilde Cavaco Alfarrobinha a dedicar-me o seu belo livro de Haikai, O Respirar das Flores, nascido do seu contacto profundo com a Natureza e os haikai, bem ilustrado por uma japonesa, Takae Nitahara..
Certamente, uma das actividades mais pedagógicas e que mereceria em eventos próximos mais espaço próprio, tempo e cadeiras...

As regras por que se regem os Haikai ou Haiku. A última, que no fundo é também a primeira, Haim, que impressione, sentida e que faça sentir...
Com originalidade sorteou um exemplar do livro do seus belos haikus, gratuitamente, pelos presentes...
As artes marciais, em várias linhas, estiveram bem presentes, tal como os tambores...

Kimino Chiyo e a arte do Kimono, certamente o momento mais delicado de todo o festival





Kitsune, a raposinha consagrada a Inari, o Kami ou espírito divino da agricultura, do arroz, da fertilidade



Kitsune, a mensageira da deidade ou Kami Inari, irradia esperança de vitória para um mundo mais pacífico e em que as vozes dos animais e dos Kamis (o que está em cima e o que está em baixo) sejam de novo mais ouvidas e atendidas, dialogadas e amadas
Um trabalho feito com muita concentração e saber...




Explicação detalhada da utilização de cada peça do Kimono, aqui o famoso Obi...







A banca da Câmara Municipal de Sintra, responsável por um inspirador intercâmbio juvenil com a cidade nipónica de Omura, foi animada por momentos pelo diálogo substante entre o Rodrigo Sobral Cunha e eu, com as duas responsáveis a interagirem mais de perto com os que demandavam explicações da Cyntia nipónica....


A vida é uma escola, a alma está sempre a aprender e a partilhar a sua e íntima aspiração de Luz e Amor primordial






Beniko Tanaka, uma das grandes dinalizadoras da festa do Japão e artista consumada em várias artes nipónicas, que vai divulgando com grande qualidade...








Koinoboris, carpas ao vento, dialogantes e auspiciosas



Uma mulher samurai, do Jisei Dojo, a lembrar grandes sagas...

Wasabi, e ervilhas fritas com ele, entre vários produtos, onde se destacavam ainda as fatias de gengibre, infelizmente com demasiados preservativos que diminuirão os seus miraculosos dons de cura para tantas maleitas e que deveríamos saber usar mais...
A Arte do Chá, Chaido, tão cultivada, desenvolvida ou descrita por mestres como Sen Rikyu e o nosso Wenceslau de Moraes, nesta imagem com algumas variedades da preciosa erva e de utensílios..


Adicionar legenda

Uma Alma na demanda do caminho da Paz e da Felicidade, num mundo tão violentado por alguns dos grandes poderes políticos e financeiros... Coragem e Esperança...
Ichi go, ichi e, diz-nos esta Koinobori, a carpa flutuando no vento e na água, para que a nossa vida e atenção plena integre harmoniosamente todas as dualidades ou opostos na Unidade e com a  Divindade, seja intíma seja na sua bela ou maravilhosa face solar de Amaterasu omikami