quarta-feira, 20 de maio de 2015

Nuvens, rastos de aviões e pôr do sol, bem colorido e sublime, em Lisboa.


20 de Maio e as nuvens, rastos de aviões e pôr do sol, bem colorido e sublime, em Lisboa.
Das maravilhosas e misteriosas nuvens, neste caso lisboetas, que nos nos abençoam do nascer ao pôr do sol e que tantas mensagens nos dão, tantas cores, energias e inspirações derramam.
Quem as provoca, quem as sopra, quem as modela, quem as recebe, quem as ama, isso seria um livro imenso. Partilhemos apenas as que neste dia 20 se dignaram honrar-nos com o seu darsham, ou visão, a sua graça. As primeiras quatro são de manhã cedo, cerca das 8 horas, as três do meio, de um par abraçado, são da tarde e, por fim, as muitas do pôr do sol.....  

Os tais riscos de escapes de aviões que se vão tornar nuvens e neblinas e que nos surjem misteriosas pois não sabermos de onde vem nem para onde vão estes avioeszinhos ou jactos que circulam fora de todas as rotas comerciais... Chemtrails or not comtrails, that is the question...
Avião a sobrevoar o rio Tejo numa rota jamais usada por aviões comerciais e deixando mais uns rastos químicos suspeitos
Fases iniciais e intermediárias dos rastos químicos dos jactos...
As famosas grelhas, triângulos e quadriculados foram hoje bem visíveis: que raio de rotas são estas que se cruzam a fazer habilidades?
Das nuvens modeladas, quem sabe se um par de silfides ou anjos, ou mesmo uma sincronia ou uma homenagem a uma amizade ou namoro entre dois seres...
Passavam pela janela subtis formas, misteriosos seres enquanto eu ia lendo e anotando uma bela obra quinhentista recheada de cavaleiros animosos, damas gentis e ninfas, centauros e dragões: o "Memorial das Proezas da segunda Távola Redonda", de Jorge Ferreira de Vasconcelos, de 1567, na edição de 1867, a 2ª.
Hipogrifo ou dragão, silfides ou anjos, projecções e modelações subtis de alma
Uma tromba de água-nuvem-rosa a chamar-nos a atenção e a fazer-nos sair de casa e ir ao encontro dela
Já na rua, a nuvem mais solta e ampliada ao alto, mas ainda muito cortada pelos prédios vizinhos
Subindo a rua e a colina, eis que uma ruela para o poente nos oferece esta bela visão...
Arcos para e no infinito Amor...
Pontes para o Belo Infinito e que por vezes ligam as pessoas ou os prédios, as almas e os mundos
A ti, a ti, a luz e arco da claridade
Noutra ruela, o velho candeeiro já está acesso, lembrando-nos de acendermos as nossas melhores luzes sempre que seja necessário ou possamos..
Planos sobre planos, cedros da verticalidade e imortalidade apontam o Céu

Aviões normais entram e saiem do aeroporto de Lisboa por rotas e corredores muito delimitados e não deixam rastos...
Braços e gavinhas que se estendem para o sol e suas energias 
O casario lisboeta vai-se entenebrecedno enquanto os ventos sopram céleres 
Fios de ligação, ventos, brisas e comunicações, na Alma Mundi...
Árvores que se agigantam para o Sol e a Lua e que se banham constantemente nas suas tonalidades e energias auricas, e que nos lembram de nos mantermos direitos e ligando a terra e o céu harmoniosamente
Da abundância do vaso do coração falam as palavras e os sentimentos e resulta o que vemos e fazemos...
Mantem então o fogo do teu coração sempre acesso...

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