domingo, 27 de abril de 2014

A caminhada do 25 de Abril de 2014 na Av. da Liberdade..


Comemorações do 25 de Abril, após 40 anos: a marcha na lisboeta, e agora caótica e tão poluidora no trânsito, Av. da Liberdade, com as dríades dos plátanos a agradecerem as brisas puras, as aspirações justas, os corações flamejantes que sob elas caminharam, protestaram, gritaram, conviveram, dialogaram, oraram...


Ao findar a cerimónia evocadora do 25 de Abril no Largo do Carmo, e após o oportuno discurso do Coronel Vasco Lourenço, foi uma criança que iniciou a continuação das comemorações...



Num país como Portugal, apesar de todas as dificuldades, o verde da esperança fazia-se sentir..
Todas as fotografias são antes de começar a caminhada e foram tiradas no sentido do Rossio para o Marquês, onde a bateria fotográfica terminou...


Os manes da Pátria em estátuas, os capitães de Abril e os chaimites arvoraram o vermelho do Amor fraterno e libertador...

As contas eram prestadas ou estavam bem feitas: 40 anos e o sair do deserto...

Uma avatarização de Blavatsky, a autora da Voz do Silêncio, que o jovem Fernando Pessoa traduziu com um errozito ou outro. Ou um ramo mais activo, da Sociedade Teosófica, ou da Reformada, presente...

Um ermânico josé lembra ao Zé Povinho...

Que o alavancar do cravo passa por uma expulsão dos rostos da crise e da corrupção

A voz do vento na massa humana e das bandeiras do PCP ainda que algo monolitica era sincera e genuína...

Bandeiras e aspirações de mudança e de justiça....

O som do vento nas bandeiras e na JS retinia com algum metal, e não parecia dar plenas garantias de que serão diferentes do Centralão da corrupção

O Bloco de Esquerda optou por tecnologias anti-dronicas e anti-submarinicas e provavelmente pela limpeza do espaço aereo português da CIA e dos Chemtrails ou rastos químicos...

Certamente um dos grupos ou partidos mais dinâmicos e aguerridos, o MAS, procurando redimir palavras  e valores algo perdidos ou descredibilizados, numa sonoridade bem conseguida...

Representantes internacionais lembram-nos da fraternidade humana e das lutas pela libertação e reconhecimento de tantos povos da África e do Médio Oriente...

As organizações mais habituais nestas manifestações certamente estiveram presentes com entusiasmo...

Os últimos serão os primeiros: o recém-criado Partido Livre no fim da marcha estava mas certamente no príncipio da esperança, da juventude e da democracia directa, pois os seus candidatos são eleitos pelos apoiantes e membros. O vento soava livre e puro por entre as papoilas das bandeiras erguidas...


                                   
No fim da longa e demorada marcha ouviram-se no Rocio alguns discursos bem fundamentados e certamente que a voz dos capitães de Abril e em especial de Vasco Lourenço entrou pelas paredes fortes da Assembleia Nacional e pelas orelhas moucas de alguns que mesquinhamente não a souberam ouvir ou acolher...


Co-educar bem, confiar e avançar...










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